Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Artur V.
32 seguidores
166 críticas
Seguir usuário
2,0
Enviada em 10 de janeiro de 2026
Acredito que, neste filme, há um recorte fundamental para direcionar a uma avaliação ruim: o espectador perceber que, recorrentemente, há cenas desnecessárias – e que são prolongadas por falta de conteúdo.
Mds… que filme CANALHA!!! Engana a gente até o último segundo e brinca com a nossa mente de um jeito absurdo.
A narrativa trabalha a imaginação como parte essencial da experiência — a gente não vê nada, mas ouve tudo, e isso é o bastante pra criar um suspense sufocante.
É uma loucura ver o visual e o mental agindo em direções opostas: nossos olhos veem uma coisa, nossa mente constrói outra completamente diferente. E aquele final…
A nota não é maior porque é um remake sem muita surpresa, e a trama força a barra para a reviravolta funcionar. É bom demais para quem gosta de suspense rápido e intenso, mas não é uma obra-prima. Assista!
O culpado foi dirigido por Antoine Fuqua e conta a história de um policial Joe ( Jake Gyllenhaal) está afastado do serviços das ruas enquanto aguarda o jugamento do seu delito e agora está trabalhando como operador do serviço de chamada 911. Sua noite se transforma em um verdadeiro inferno quando recebe uma ligação desperada de uma mulher que diz ter sido sequestrada pelo seu ex. Contando com poucas pistas, Joe busca não apenas salvar a mulher, mas seus dois filhos. O filme é um remake do suspense dinamarquês " Culpa" de 2018. Apenas 3 anos depois do filme original, a impressão que se deu é de tentar fazer um remake usando as premissas locais ( isto é sociais e culturais) americanas. Mas existe também a diferença da construção narrativa, enquanto o original dinamarquês se preocupa com o episódio em si, o norte-americano se preocupa com o protagonista. O estado mental do protagonista é o peso da trama. Inclusive a primeira cena e a última mostra bem isso. E aqui o protagonista tem que passar por um calvário para ser liberto no final ( típico da cultura americana). Outra diferença que acaba enfraquecendo esse filme é a falta de ideia de confinamento. O original não tem takes fora da operação e esse ainda vemos ( embora que pouco). A imagem do fogo em tela junto com a situação do incêndio acena para o inferno pessoa em que o protagonista está inteiro. Mostrando-nos o tempo todo que ele é que busca a sua redenção
Gostei muito do filme, realmente mexe com o psicológico e mostra como não devemos julgar pelas aparências. Não precisou de nenhum carro explodindo ou pessoas se jogando do prédio. Realmente um show de roteiro e uma espetacular atuação de Jake Gyllenhaal. Resumindo quem gosta de filme mentiroso não assista este , agora tem que ter um bom psicológico pra ver ele também.
Ótimo filme, fiquei apreensivo e angustiado a todo momento, me fazendo sentir as emoções do protagonista, com um puta plot no final. Esse filme ter avaliação de 3,3 estrelas deveria ser um crime, MÍNIMO 4 estrelas.
"Obra enxuta, emocionalmente potente e tecnicamente impecável, embora exija atenção total para apreciar suas nuances e reviravoltas." Em um call center, serviço de emergência no 911, o operador Joe Baylor (Jake Gyllenhaal) tenta salvar uma mulher sequestrada enquanto enfrenta seus próprios traumas. Intenso e claustrofóbico, o filme sustenta tensão máxima com uma narrativa minimalista, ambientada quase inteiramente em um call center. A direção precisa de Fuqua e a atuação brilhante de Jake Gyllenhaal entregam um drama psicológico que explora humanidade e falhas pessoais em um turbilhão de emoções. O roteiro surpreende ao desconstruir expectativas, revelando que nem tudo é o que parece.
O plot twist me surpreendeu, mas até chegar nele, achei muito massante, a personalidade do protagonista em explodir com todos ao redor e sem consequências, com todos aceitando sua falta de educação me deu um tédio, como se eu estivesse vendo uma pessoa que só sabe reclamar por qualquer minimo de coisa e acho que ninguém gosta de ficar ouvindo uma pessoa reclamar o tempo todo e de tudo.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade