Não recomendado para menos de 14 anos
O casal Miriam (Léa Drucker) e Antoine Besson (Denis Ménochet) acabar de se divorciar. E para garantir a proteção de seu filho do pai, que ela acusa de ser violento, Miriam pede a custódia exclusiva. O juiz, no entanto, acaba concedendo custódia compartilhada aos dois. Tomado quase como um refém entre seus pais, Julien (Thomas Gioria) fará tudo para evitar o pior.
4,5
Ótimo
Custódia
Pai contra mãe
por Bruno Carmelo
Começamos em terreno de absoluta igualdade entre Antoine (Denis Ménochet) e Miriam (Léa Drucker). Eles estão diante de uma juíza, discutindo a guarda do filho pequeno. Uma carta é lida, acusando o pai de atos agressivos. A expressão de nenhum deles se transforma. A advogada da ex-esposa traz argumentos sensatos: ela deseja ter a guarda exclusiva porque Antoine é violento e a persegue. A advogada do ex-marido também traz argumentos razoáveis: ele apenas persegue Miriam porque ela faz questão de sumir com o filho, desrespeitando os dias de visita e impedindo chamadas telefônicas.Após esta cena, o filme volta no tempo para mostrar o que ocorreu até ali. O diretor Xavier Legrand se esforça em apresentar ao espectador uma série de situações cada vez mais fortes de conflito familiar. Ao invés de começar dizendo quem está certo ou errado, deixa que o público descubra, por si só, como funciona a
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15 Notícias e Matérias Especiais
Agoniante! Fala sobre uma situação de abuso , que acontece muito! Uma situação social que existe muito por aí .Elenco excelente! Destaque para o menino Thomas Gioria ,que faz Julien. Um filme que consegue trazer uma carga emocional grande , . trilha sonora boa , o roteiro muito bem feito , no início , não sabemos qual é o caráter dos personagens , descobrimos isso no decorrer da história, o final é tenso e nos traz uma sensação ...
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Filme altamente tenso e aflitivo sobre a custódia do filho. O pai busca seus direitos de visita e de ficar com ele nos finais de semana. embora a própria criança diga que não quer, a juíza exige e a criança e a mãe viverão dias de tensão e sofrimento.
Ótimo. Extremamente tenso, fixa o espectador na fina linha da iminência de uma desgraça. A carga dramática, extenuante, lembra filmes como o excelente italiano "Violação de Domicílio", e a obra-prima francesa "O Ódio". A direção, bastante competente, nos conecta ao drama de uma mulher e seus 2 filhos à beira de um colapso, através do horror e da raiva ante à fragilidade, ingenuidade e otimismo negligente. O ex-marido, vivido ...
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A maior virtude deste filme é o roteiro, que nos apresenta a história sem nos revelar os fatos primordiais, ficando para nós o dever de decifrar, até que se revele, quem fala a verdade e quem tem a razão. Esse artifício mostra muito sobre nossa construção social em relação ao machismo. Os personagens são complexos e bem desenvolvidos, destaque para as grandes atuações. O ritmo do filme pode ser considerado lento, mas é ...
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Festival
Em 2017, o filme foi selecionado para a o Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Festival Varilux de Cinema Francês 2018
A obra faz parte da seleção oficial do Festival Varilux de Cinema Francês (2018).
Nacionalidade
França
Distribuidor
Supo Mungam Films
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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