É um filme Culto, sensível, primoroso, exige paciência, observação e atenção. É um filme que respeita a velocidade de reflexão, e ele faz refletir e vai deixando um rastro de críticas bem elaboradas que facilmente pode-se correlacionar com a vida de uma pessoa sem a terra pós apocalíptica. A atuação da Qualley é primorosa, cuidadosa e ela consegue junto com os olhares de Makie traduzir sentimentos que não podem ser falados. É um filme onde nem todos vão gostar, é para um um momento em que esteja nesse nível de questionamento, tal como vinhos, exige seleção. Desafie-se, e aproveite! A arte é para isso também!! Desafiar um gosto diferente!!
Acho que muita gente assiste o filme esperando mutações grotescas, ataques alienígenas, perseguições frenéticas de naves espaciais, gritos, choros e ranger de dentes, sei lá, e se depara com os últimos habitantes de uma Terra devastada. E, claro, não gostam! O filme tem dois personagens (bom, três...) atuantes, uma voz e uma figurinha que aparece no final... e é, simplesmente, genial! A sensação de solidão, os looooongos silêncios, a falta de dramaticidade piegas... tudo dá exatamente a impressão de que essas são as últimas pessoas em um planeta que nós destruimos... Fantástico! Volta e meia tenho vontade de revê-lo. Tudo funciona!
Distopia criativa misturada com doses apropriadas de reflexões filosóficas sobre o ser e a solidão, acrescidas de sacadas sobre ciência e sobre o trabalho científico emoldurado em um cenário deslumbrante de uma terra abandanoda pelos.seus habitantes numa tentativa de escaparem da extinção: se esse filme não merece um prêmio, qual outro mereceria? Distopia de qualidade não deve ser desprezada. Ao menos merece ser conferido até a última cena (e eu nem vou comentar fotografia aqui).
Filme para quem tem paciência. Os ansiosos realmente nao vão gostar É um roteiro diferente do que estamos acostumados a ver em filmes de ficcao científica.
Trata-se de um filme de Ficção Científica com uma leve pitada de drama e pouco de romance, demonstrando que o ser humano busca no desconhecido o que já se acha em ambulância no que já tem, isso comparação pode-se dizer tanto no quesito sobrevivência da espécie humana aqui na terra, quanto no que se refere as emoções / relacionamentos, assim, o filme tenta mostrar que por conta desse descontrolado desejo de consumo desregrado da terra ou do prazer no que tange aos sentimentos, destrói-se o que já se tem e luta-se para encontrar o "novo", o que se utilizado com consciência, não só preservaria-se o que já existe, como seria mais que suficiente.
A personagem principal, com certa consciência disso, buscou lutar por sua preservação local, mantendo-se resiliente mesmo em meio as adversidades, adaptou-se as novas circunstâncias e assim gerou não somente esperança, mas também a demonstração que a melhor escolha do que desejar algo novo, é lutar para manter o já existente!
Adoro filmes lentos, contemplativos e que sem pressa nos levam a conhecer as camadas dos personagens. Mas este em específico não me prendeu. Os personagens são chatos e sem carisma, não me senti instigada em conhecê-los. Imagina você solitário pensando ser o último sobrevivente da Terra, de repente encontra duas pessoas chatas, sem sal e sem carisma... Foi essa a minha sensação.
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