IO
Média
1,9
257 notas

115 Críticas do usuário

5
7 críticas
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Leandro V
Leandro V

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2019
Muito bem elaborado e me deixou com gosto de quero mais pedindo uma continuação.
Prendeu minha atenção do começo ao final espetacular.
Filme pra pessoas que entendem.
Caso queira assistir naves, excursões, guerrinhas, assista outro
Fabiana B
Fabiana B

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2019
O filme consegue ser ruim em tudo! Fotografia, atores, script, não consegue atingir nem a proposta a que se fez.Não explica nada com nada, vc fica sem entender a profundidade do que está acontecendo. Como tiveram coragem de produzir isso !? Tô com peso na consciência de ter perdido 1:30h da minha vida
Elisa F
Elisa F

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de junho de 2019
É um ótimo filme para reflexão, não pra quem curte ação. Quem presta atenção no filme consegue entender muito bem que no final spoiler: ela sobrevive e que o menino que aparece com ela é o filho dela. Dá para concluir que o Micah vai com o balão até o local de lançamento da nave para poder avisar aos outros que a Terra é habitável.
Mas talvez o autor devesse ter deixado isso mais claro.
Arysson B
Arysson B

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de junho de 2019
Explicando o final do filme pra quem não entendeu e achou o filme ruim, tinha que ter apenas prestado mais atenção hehe: spoiler: A Sam sobrevive no final e o muleque que chega do lado dela na praia e filho deles, quando ela tira a máscara se não tivesse oxigênio suficiente no ar ela não aguentaria falar que está a bem daquela forma que falou, o Micah foi a colônia pra levar a notícia de que o planeta era habitável novamente por isso ele aparece viajando de balão no final, prestem atenção no poema, pois quando ela termina o poema ela continua como se estivesse lendo uma mensagem que mandou pro Micah... Infelizmente o diretor não deixou isso explícito daí ficou confuso entender o final mesmo tive q assistir algumas vezes pra entender e pegar os detalhes mas dá primeira vez tbm achei q ela tinha morrido
Albert L
Albert L

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de junho de 2019
Péssimo, monótono sem conteúdo e não deixou claro a proposta 1:30h parece que são 3hs de sofrimento para quem assiste. Esse filme mudou meu conceito do que realmente é um filme ruim.
Daniel H
Daniel H

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de maio de 2019
Filme bom para quem não está à procura de um filme de ação. Melhor se for assistido sozinho, penso eu.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 2 de maio de 2019
Filme de drama centrado em solidão, deve ser visto assim, a parte relacionada à desastre natural ou viagens espaciais é coisa periférica; é muito bom se for visto dentro do que propõe ser (e não do que você prefere que seja, se prefere historinhas de gibis e guerras contra ET's com mil explosões.) Não esperem tiroteios espaciais, não é essa a proposta do filme, quem mede qualidade de filme por efeitos barulhentos idiotas de filmes de invasão de ET's que fique longe com seus potes de Nutela. É um filme do tipo em que precisa largar o celular ("infelizmente" para quem é viciado) e assistir em silêncio.

O história mostra uma jovem que sabe que está solitária numa ampla região que de forma abnegada busca soluções científicas que a mantenham na Terra, num misto de esperança e desespero autocontrolados, seguindo os passos do seu pai pesquisador. A força dela é encantadora para se virar e aprender, mas é um vulcão emotivo de dor por dentro. E isso é bem explorado - poderia ser melhor até, sendo tais sentimentos o núcleo verdadeiro da história, que não é problemas naturais ou viagens no espaço.

Os batráquios não gostaram, a proposta do filme não é fazer um "guerra nas estrelas" para agradar um público estúpido que assiste a filmes dedilhando celular, que mede qualidade de filmes de ficção por quantidade de explosões. Essa mente viciada quimicamente em filmes-videogame dos espectadores medíocres e burros não pode gostar de nada que não envolva naves e robôs trocando tiros. É como o bêbado esculachando a água, "que droga, não embebeda". Mas água não foi feita para quem quer cachaça, busque a cachaça se quer isso. Não importa a sua preferência, importa a proposta do filme. Analfabetos funcionais não entendem isso, além de serem incapazes de aceitar a ideia de interpretar, odeiam que lhes deixem lacunas propositais.
Guilherme M
Guilherme M

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de março de 2019
Muito, muito ruim mesmo, filme barato e extremamente monótono. Personagens são rasos, o mundo pós apocalíptico não faz sentido nenhum.
Não perca seu tempo.
italo a
italo a

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de março de 2019
Filme horroroso, mundo pós-apocalíptico genérico, roteiro chato (devo ter dormido umas 2 vezes), o filme inteiro foca em um romance meia boca (pior que o de crepúsculo), querem dar um ar de solidão gravando com apenas 2 atores, mas só deixa mais explícito que o filme foi feito com o troco da pinga. Eles nem se dão ao trabalho de explicar o porquê da humanidade ter ido justamente para Io... por que não Marte? é mais perto e fornece qualidade de vida bem melhor!!!
Lucas A
Lucas A

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de março de 2019
Esse filme mexe demais com as possibilidades de interpretação. Mas vamos analisar: a atriz interpreta uma jovem (provavelmente por volta dos seus 15 anos) que cresceu e provavelmente já nasceu na terra em um período pré-apocalíptico, sem conhecimento do mundo lá fora. Próximo do final do filme, podemos ver umas fotos penduradas com ela ainda criança. O pai dela passou anos ensinando tudo que sabia e fazendo suas esperanças nunca acabarem. Quando aquela abelha sobrevive a tempestade, não adiantaria nada, porque uma abelha só não se reproduz sozinha, por isso ela a abandonou, mesmo que aquela abelha fosse capaz de polinizar as plantas, não seria suficiente para o mundo. Quando ela perdeu o pai dela, ficou mais de 1 ano sozinha, vagando e buscando soluções. Se ninguém entendeu, o objetivo do homem que chega de balão era na verdade matar o pai dela, por vingança, tanto que na sua bolsa havia um revolver e um último gole de álcool para tomar coragem mas, quando descobre sobre tudo, resolve ajudar a menina a sair do planeta. Eles não transam, não porque ele não quer, mas imagina os riscos que seriam (até parece que alguém ali tinha preservativo).

Agora vou falar uma coisa que mais me intrigou, ainda mais em relação ao final do filme... esse filme deu a entender um pouco uma leve relação ao espiritismo. Sim! Vamos supor que de tanto ela desejar uma terra saudável de novo, ela SEMPRE sonhava com a praia mas, em seus sonhos deixava claro que ainda era uma terra morta. Quando ela se mata, não foi porque desistiu de ir para a colônia, mas por não desistir da terra. Quando o homem explica pra ela o significado daquele quadro, ela entende que nada é por acaso e realmente não é! Quando no final do filme mostra ela na beira do mar, na verdade, na minha visão, é ela como espírito. E a criança, seria Deus.
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