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Jane
2 críticas
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4,5
Enviada em 14 de março de 2026
Esse filme é desolador, porque mostra que nem o dinheiro nem um amor sincero, pode mudar a cabeça de alguém que já não quer mais viver, e que passar por essa experiência também é ruim, mas necessário.
Um filme morno, mas reconheço a coragem do roteirista ao tratar de um tema delicado com frieza e ao propor um final de certa forma imprevisível. A atuação da protagonista soa forçada e exagerada, o que prejudica a imersão, uma pena, pois já demonstrou desempenho melhor em outros trabalhos. Há algumas cenas boas, mas, no conjunto, não compensa.
É o tipo de história que me prendeu, pois empolga, diverte e emociona em vários momentos, um filme marcante que nos leva a refletir sobre a importância de desfrutar dos momentos simples da vida. Grandes atuações, principalmente da Emília Clarke, dando vida a uma personagem que conquistou o público com seu jeito alegre, espontânea e peculiar.
O filme é simplesmente maravilhoso. Superou minhas expectativas. O amor sendo construído cada dia através das expectativas e provocações de Will. Vale a pena cada segundo. Lindo demais!! O final é de superação.
O filme é ótimo e muito emocionante. Achei que fosse ficar mais comovida, mas fiquei mais foi irritada com os acontecimentos finais (que ódioo). Esperava que fosse terminar de outra forma, mas mesmo assim, é um ótimo filme pra se ver em um domingo chuvoso.
Como Eu Era Antes de Você é, para mim, o filme de romance que mais conseguiu me marcar. Não por idealizar o amor, mas justamente por tratá-lo de forma sensível, humana e desconfortavelmente real.
O filme começa com uma premissa simples: duas pessoas muito diferentes, em momentos completamente opostos da vida, forçadas a conviver. Aos poucos, essa convivência se transforma em afeto, cuidado e amor — mas nunca de maneira fácil ou previsível. O que torna a história especial é o fato de que o romance não surge como uma solução mágica para os problemas dos personagens, e sim como algo que os transforma, mesmo sem consertar tudo.
Louisa é carismática, viva e cheia de pequenas excentricidades. Will, por outro lado, carrega um peso emocional profundo, marcado pela perda de autonomia e pelo conflito interno entre continuar existindo ou simplesmente sobreviver. A química entre os dois funciona justamente porque o filme permite que eles discordem, se choquem e se machuquem — o amor aqui não é idealizado, é construído.
O maior mérito do filme está em sua coragem. Ele não escolhe o caminho mais confortável para agradar o público. Ao invés disso, apresenta um dilema difícil, que gera debate e incomoda, mas que faz sentido dentro da trajetória dos personagens. É um romance que entende que amar alguém não significa salvá-lo ou mudá-lo à força, mas respeitar suas escolhas — mesmo quando elas doem.
A trilha sonora, a direção delicada e o ritmo equilibrado contribuem para uma experiência emocional forte sem cair no melodrama excessivo. O filme sabe quando falar e quando silenciar.
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