A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Recentes críticas
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Gabriela Santos
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5,0
Enviada em 18 de abril de 2025
Adaptação live-action de um icônico mangá, “A Vigilante do Amanhã” mergulha no gênero cyberpunk, abordando questões sobre o impacto da tecnologia na existência humana. Com Scarlett Johansson como protagonista, o filme apresenta impressionante estética visual e competentes sequências de ação.
Ghost in the Shell (2017), dirigido por Rupert Sanders, é uma adaptação live-action do icônico mangá de Masamune Shirow e do aclamado longa animado de 1995. Com um elenco liderado por Scarlett Johansson, o filme mergulha no gênero cyberpunk, abordando questões sobre identidade, transhumanismo e o impacto da tecnologia na existência humana. No entanto, apesar de sua impressionante estética visual e competentes sequências de ação, a obra recebeu críticas mistas devido a problemas narrativos, desenvolvimento superficial de personagens e polêmicas em torno de sua representação cultural.
A trama segue Major Mira Killian, uma ciborgue com um cérebro humano transplantado, que lidera missões antiterrorismo para a Seção 9. Durante sua investigação sobre um hacker chamado Kuze, ela descobre segredos sobre sua verdadeira identidade e os experimentos ilegais da Hanka Robotics. O enredo adapta elementos do material original, mas simplifica temáticas filosóficas profundas em prol de um arco de origem clichê. Em vez de explorar o conceito do "fantasma" no "casulo", a narrativa se resume a uma história previsível de autodescoberta.
Scarlett Johansson entrega uma performance competente, capturando a frieza e o distanciamento emocional da Major, mas sua atuação carece da complexidade necessária para transmitir os dilemas existenciais da personagem. Pilou Asbæk como Batou é um dos pontos altos do elenco, trazendo carisma e autenticidade ao papel. Takeshi Kitano, interpretando Aramaki, confere uma presença sólida, embora seja subutilizado. Já Michael Pitt, como Kuze, apresenta um vilão com potencial, mas que não é devidamente desenvolvido.
A escrita de Ghost in the Shell é um de seus maiores problemas. A superficialidade da narrativa reduz a complexidade da obra original a um conto convencional de vingança e redenção. O roteiro também falha em desenvolver a Seção 9 como uma unidade coesa, deixando personagens como Togusa e Saito sem destaque. Além disso, a resolução da história é abrupta, encerrando os conflitos de forma apressada e previsível.
Visualmente, o filme é deslumbrante. A direção de arte recria com fidelidade a paisagem cyberpunk de Neo-Tóquio, combinando neon vibrante, hologramas monumentais e uma atmosfera futurista opressora. Muitas cenas são diretamente inspiradas no longa animado de 1995, com composições visuais impressionantes. No entanto, a direção de Rupert Sanders prioriza a estetização em detrimento da profundidade, tornando a experiência visual impactante, mas emocionalmente rasa.
A trilha sonora de Clint Mansell e Lorne Balfe é funcional, mas não memorável. Embora traga elementos eletrônicos que evocam o ambiente cyberpunk, falta a grandiosidade e o misticismo da trilha original de Kenji Kawai. A decisão de não incluir a icônica música Making of a Cyborg na abertura foi uma oportunidade perdida.
O final do filme busca uma resolução catártica ao fazer Mira Killian aceitar sua verdadeira identidade como Motoko Kusanagi. Contudo, essa revelação não tem o impacto esperado, pois a construção emocional da protagonista é superficial. Além disso, a decisão de eliminar Cutter de maneira abrupta enfraquece o climax.
Ghost in the Shell (2017) é um filme visualmente impressionante, mas narrativamente decepcionante. Sua falha em aprofundar os temas filosóficos do material original e o roteiro simplista comprometeram seu potencial. O polêmico casting de Scarlett Johansson gerou um debate sobre whitewashing, o que não apenas prejudicou sua recepção, mas também refletiu uma desconexão com a essência cultural da obra original. Ainda assim, para aqueles que buscam uma experiência visualmente rica e entretenimento leve, Ghost in the Shell pode ser apreciado, desde que não se espere a profundidade da animação de 1995 ou do mangá de Shirow.
A Vigilante Do Amanhã: Ghost In The Shell é um filme que talvez possa ser uma das poucas adaptações de anime pra Live action que funciona perfeitamente, apesar de não ser perfeito é visualmente incrível e bem estruturado em narrativa.
A Vigilante do Amanhã é um espetáculo visualmente, fazia tempo que não via um design de produção tão refinado. As cenas de ação achei ok e o roteiro é bem simples e previsível, mas consegue nos entreter facilmente num ritmo agradável. Vale destacar a excelente trilha sonora, já a atuação de Scarlett Johansson, acho que faltou mais carisma para cativar o público, sinceramente, achei bem sem sal, na verdade, todos os personagens da trama são bem sem graça. Mas no geral, é um bom filme.
Minha opinião: Gostei muito filme. Ele remete muito ao #anime que fez sucesso, para criação do #filme Gostei do papel para Scarlet. Só sinto tristeza por não fazerem ainda o 2, 3, 4,... sendo que no anime há vários filmes. O mundo que traz no filme é muito parecido com o anime e os personagens também. Não conhecia ao anime, mas depois do filme já assisti a series e filmes (animes). Torço para que haja continuação. O filme lembra muito o mundo Cyrber Punk. E que entramos realmente neste mundo parecido com #Bladerunner Harrison Ford, #oquintoelemento com Bruce Willis. Este filme aborda a nova geração de seres que tem a cérebro de humano e o corpo totalmente cybernético. E o confronto com um rebelde que esta invadindo o sistema além de os cyberobos com virús. Mas até que se vai descobrindo quem é o verdeiro vilão da #estoria. Uam boa atuação do japonês Takeshi e de outros atores do filme. Super Recomendo Roteiro: parece meio confuso no ínicio, mas ao decorrer do filme as peças vão se encaixando. Vale apena assistir? Sim Nota: 9
Inovador. As pessoas não gostam desse filme e tacam muito hate na Scarlett Johansson e na produção do filme porque escalaram uma atriz americana para interpretar uma personagem asiática. Sinceramente, eu não vejo problema nisso, o filme ficou ótimo e Scarlett Johansson é uma atriz ótima, não tem motivo para tanto ódio. Adaptaram a história muito bem, eu gostei muito. Simplesmente incrível. Uma lição fantástica ao final do filme, e que vai te fazer refletir.
Se assistir sem lembrar do anime (ou melhor ainda, sem nem saber que o anime existe), o filme é excelente. Isso porque, como é derivado no anime, a comparação é inevitável. Mas eu acho que não dá pra comparar. São duas obras totalmente diferentes. Cinco estrelas com louvor! Scarlett Johansson nunca decepciona.
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