A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas - Página 2
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Nelson Jr
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3,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2021
O grande destaque deste filme é os efeitos visuais ,e a fotografia! muito bem feita , diferente.!!, a protagonista não é cativante.. e o roteiro é pobre..., previsível.,..poderia ser muito melhor trabalhado , pq a ideia é interessante., efeitos especiais bem feitos, boa trilha sonora.
Efeitos visuais interessante, o ponto abordado pelo filme também cativa quem assiste mas por algum motivo senti que faltou alguma coisa para ser mais, o filme não me prendeu tanto e espero rever em breve para tentar captar melhor tudo, gostei de algumas frases bem encaixadas da conexão entre os personagens de destaque. Vale a experiência!
não curti muito, com 50 minutos de filme já não via a hora dele terminar, mas isso tbm pode ser por conta de eu não gostar muito de filme futurísticos. Entretanto sempre existem suas exceções, mas esse não é o caso.
Uma história interessante, porem não gostei. Não é um filme envolvente, não nos deixa empolgados para assistir até o final, não gostei dos efeitos especiais.
Começo do filme divergem completamente do anime de 1995, principalmente no começo. Mas, mantém a estética visual do anime e é bem mais estiloso a cidade onde passa a trama que foi rodado na cidade Auckland. Diminuiu bastante a cena violenta que era retratado no anime de 1995 que era mais estética e sanguinolenta. Vilão apresentado no começo do filme é um hacker com motivação de acabar com o projeto do governo de criar robôs com implante de cérebro em máquina para ser inserida na corporação policial. Poder do primeiro vilão antes de ter aquela reviravolta é de usar poder da menta para comunicar com outras máquina igual a ele.
Baseado no mangá que inclusive teve uma adaptação em um anime no ano de 1995,Ghost in The Shell é uma história fictícia que se passa em um mundo pós 2029 onde os humanos são aprimorados pela tecnologia e a policial Major Mira Killian é vista como o futuro da tecnologia,pois ela é um caso raro de uma mulher que teve trasplantada o cérebro para um corpo 100% artificial,mas ao perceber problemas no seu sistema ela começa a ter visões do passado de quando ainda era uma humana.O flime tem a direção do Rupert Sanders que anteriormente havia dirigido o fraco Branca de Neve e o Caçador e aqui o trabalho dele é razoável,mas a culpa por grande parte se dá ao roteiro problemático.Vamos começar,o roteiro aborda de forma muito superficial o lado pensativo e a crise existencial da personagem principal que fica nas crises existenciais genéricas e sem identidade,assim como grande parte do elenco que tem pouco para trabalhar,inclusive o Michael Pitt que tem algo a dizer mas é mal aproveitado além do visual muito bacana,inclusive a criação de universo e caracterizações são boas assim como grandes cenas belas da cidade oriental.As cenas de ação quebram o galho mas o diretor exagera um pouco no uso de Slow-Motions.No elenco a maioria não tem boas atuações principalmente o Takeshi Kitano que tem atuação horrível e tem expressões tanto quanto uma pedra,e a Scarlett Johansson tem atuação genérica.
Excelentes cenas de ação e efeitos especiais. A ideia e proposta do filme são ótimas para quem gosta de ficção científica. No entanto, o desenrolar do filme é monótono e confuso diversas vezes. A atriz Scarlett Johansson está muito bem.
Fortemente inspirado pelo anime homônimo, A VIGILANTE DO AMANHÃ narra a futurista história protagonizada pela personagem Major (Scarlett Johansson), que é fruto de uma realidade na qual as pessoas se aproveitam da tecnologia que permite "ajustes" corporais para trazer melhorias funcionais ou estéticas. Major é o ápice dessa tecnologia, haja vista a utilização apenas de um cérebro humano em corpo cibernético, elemento este que cria uma narrativa que não só questiona as reais intenções dessa suposta evolução, mas como ela tem efetivamente sido divulgada em seu meio.
Não há dúvidas que como grande produção, o filme realça ricos elementos visuais, que saltam aos olhos pela qualidade soberba que carrega consigo, inclusive ao reproduzir cenas do anime em live action. Vale ressaltar que apesar dessa boa abordagem visual, a narrativa foi alterada para algo menos complexo, levando a crer que os produtores duvidavam das capacidades do expectador em aproveitar o enredo profundo desenvolvido originalmente. Apesar dos pesares o filme não pode ser tido como descartável, vale como passatempo módico e pela atriz principal que sempre entrega uma atuação notável.
O filme é futurista, com muitos efeitos visuais e cenas de ação. Mas isso não impediu o filme de ser monótono, faltou tempero nas cenas. É engraçado como a personagem tem uma elasticidade enorme correndo, saltando, mas pra andar parece está toda assada. Vale a pena dar uma conferida, mas longe de ser uma obra prima.
Um filme distópico de qualidade muito boa, excelente fotografia, mas que merecia ser mais bem desenvolvido - achei apressado a finalização dele, tendo em vista que não será sequenciado.
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