A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas - Página 4
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Luiz Antônio N.
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2,0
Enviada em 3 de maio de 2017
Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.
Eu particularmente Achei um filme meio cansativo e confuso e Acho sim que como muitas críticas estão falando, acredito que todos os personagens deveriam ser orientais acho que não combinou muito A Escolha dos personagens
Fui ver o filme por indicação, a história é um pouco bobinha, o enredo é interessante e a temática da alta tecnologia criando super humanos não é novidade. É uma boa diversão e certamente verei o próximo quando e se for produzido. A escolha da Scarlett Johansen para o principal papel também me motivou a ver o filme, gosto muito dos filmes dela. Motivado pela indicação também comprei a HQ mas não consegui ler. De qualquer forma para quem gosta de ficção científica vale a pena ver.
Este filme de ação tem um roteiro fraco e atuações previsíveis, não conhecia a história e fico sem entender o sucesso da personagem depois de ter assistido. Scarlett Johansson tem a mesma expressão de todos os seus filmes e isso faz perder a graça, parece a Viúva Negra em outra situação. O elenco está cheio de figuras conhecidas, mas que não ajudam a melhorar as coisas. É um Matrix com Blade Runner bem piorado.
Bem honesto, cenas fiéis ao anime dos anos 90, relação máquina x humana bem trabalhada. A essência cyber punk está ali, e está repleta de ação. Atenção ao Chefe que fala apenas japonês - e fica claro que, com tamanha tecnologia, todos tem um "tradutor simultâneo" para o idioma comum (inglês). Sobre a principal ser japonesa em um corpo ocidental? Fica em segundo plano, considerando que, nesta realidade, as pessoas usam e abusam de tecnologia em seus corpos (apenas um da equipe era 100% humano).
Linda estética. Efeitos ok. Vc fica "voando" boa parte do filme, mas dá para ir preenchendo o quebra-cabeças. O tema de fundo é muito interessante, mas o diretor não conseguiu criar um clímax no filme que o tornasse mais interessante. "Vilão" sem graça. Você fica esperando que em algum momento o filme vai decolar, o que não acontece. Bocejei em vários momentos. Fraco.
Um filme que deixou a desejar ( e muito ), por se tratar de criar um mundo futurista. Em várias partes dele o espectador sente vontade de levantar e ir embora.
O design de produção, fotografia, trilha sonora é os pontos legais do filme. Mas infelizmente a história é meio chata, tem duas cenas de ação bacana, uma no início e a outra no final mas dura pouco. Nota 6
Super efeitos visuais e uma discussão sobre o que nos torna humanos. Uma mulher rebelde é morta e seu cérebro é utilizado para animar um androide, mas as suas memórias não foram totalmente apagadas e ela em algum instante vai querer saber da sua origem. Estilo Robocop, com uma grande corporação tentando ter o monopólio da segurança.
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