A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas - Página 6
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Vitor S.
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5,0
Enviada em 7 de abril de 2017
Gostei bastante do filme, ele trouxe a mensagem de como o trans-humanismo pode prejudicar a humanidade, não só isso, mas, como também vemos que governo tem menos poder que uma empresa e dá o panorama para um futuro próximo. Achei legal eles colocarem negros e outras etnias ( acho que foi algo do filme já que na versão original não aconteceu algo do tipo ) a mensagem que o filme passa é: Até onde podemos ir com a tecnologia e até que ponto ela nos beneficia ou nos destrói. Gostei do design da cidade ficou parecida com Tóquio mesmo sendo Hong Kong ( reconheci alguns prédios ) a atuação da Scarlett estava ótima como Major .
A inteligência artificial é um tema bastante rotineiro em Hollywood, mas Ghost in the Shell veio para mudar esse panorama no cinema. A adaptação do Mangá, o Anime de Masamune Shirow de 1995 (O Fantasma do Amanhã) é muito presente no filme de Rupert Sanders ( Branca de Neve e o Caçador) é quase um live action por inteiro da obra de Shirow. Em sua sinopse temos a empresa Hanka que visa melhorar humanos a partir de peças robóticas, e começa a fazer experiências para ter um modelo que tenha apenas um cérebro humano e seja 100% robô, assim nasce Major. Usada como uma arma pela equipe de segurança do Setor 9, uma das regiões mais violentas da megalópole. Muitas cenas remetem ao anime de 95, desde o salto de Major (Scarlett Johansson) na cena de abertura, as camuflagens termo-ótica, a filosofia técnica, a semelhança do antagonista Kuze (Michael Pitt) com o vilão Mestre dos Fantoches e o Tanque-aranha. A Vigilante do Amanhã é um filme surpreendente no quesito visual, o design de produção é impecável, desde os hologramas nos arranha-céus até os Neons presente em toda a película, em momentos lembra até um filme de Michael Mann, pura representação do anime, tanto no roteiro de William Wheeler e Ehren Kruger, quanto na estética, belíssimo! A relação da filosofia é iminente quando se trata de corpos aperfeiçoados (Cibernéticos), os próprios questionamentos da Major em relação a sua alma e sua vida passada remetem a isso, será que existe apenas um Fantasma dentro de uma carcaça robótica? O longa bate muito nessa tecla, mas o que é bem mais interessante é a relação da humanidade com a tecnologia que o filme aborda, é algo simbiótico, humanos mecanizados, conexos neurais, Hackeamento cerebral, pensamentos compartilhados em rede que lembra muito Matrix (filme que bebeu de Ghost in the Shell) ou até mesmo Blade Runner. As criações digitais também são bem legais, com destaque para a Gueixa-Aranha que é fantástica! A Vigilante do Amanhã não é só um filme onde a presença de Scarlett Johansson brilha, através de sua interpretação de olhar vazio ante os saltos característicos de Major, mas também um material fiel a obra original.
Que baita mês de Março para os cinéfilos, não? Uma enxurrada de filme bom !! É quase uma alta temporada em apenas 1 mês!! Depois de Logan, A Vigilante do Amanhã (Ghost in the Shell) diretor Rupert Sanders, era o filme que minha expectativa estava lá em cima para ver!!
É um filme baseado no anime de mesmo nome de 1995 aonde somos apresentados a uma Tokyo futurista e cyber punk! Major Mira Killian (Scarlett Johansson) e seu parceiro Batou (o dinamarquês Pilou Asbaek) são ciborgues que combatem o crime incontrolável da capital do futuro Tokyo em 2029.
Major é a primeira humana com cérebro transplantado para um corpo de ciborgue. Mas será que tudo o que ela sabe sobre sua origem é verdade?
A trama não é nada novo, já vimos antes, mas o que ficou bacana aqui é uma adaptação bem fiel ao estilo do anime. O visual, as musicas, o ambiente punk e até a maneira como a história segue, a cena de perseguição do caminhão de lixo, ficou idêntica (puro fã service rs), ficaram ótimos. Há um estilo gore no filme, parecido com Robocop do José Padilha.
Não é um filme fácil, o anime já não era, então se você não é fã de cultura pop japonesa talvez vá se decepcionar. Nota 8,0.
Houve uma polêmica mimimi sobre a Scarlett encarar um papel que seria de uma asiática mas o diretor soube contornar isso malandramente no filme rsrs.
Essa adaptação me deixou esperançoso para uma já anunciada adaptação do filme Akira. Se tiver essa pegada com certeza vou ver! ^^
Gostei bastante do filme principalmente as partes da história de ação, tomara que tenha sequencia e Scarlett Johansson interpretou bem a personagem, nota dez para o filme..
Uma única mudança na motivação do vilão acaba fazendo com que a escolha feita seja mesmo a saída mais fácil, e menos corajosa. Algo que não se podia esperar diferente de uma remake norte-americano. Aqui os grandes temas da trama se reduzem a uma motivação vingativa tola, que sintetiza, de forma rasa, todo o conteúdo em uma simples e também genérica frase de efeito, naquilo que só pode ser definido como uma casca sem alma.
"...O live-action de Ghost in the Shell é autêntico e auto-suficiente no conjunto da obra, as boas atuações são fruto do roteiro que sabe muito bem para onde ir com essa história..."
Produção e imagens deslumbrantes, além de uma dedicada Scarlett Johansson no papel principal, não conseguem esconder a crise de identidades narrativas da adaptação do mangá de 1995. Na sua dúvida entre ser um filme de ação ou um drama introspectivo, o filme surpreende pelo seu visual fiel e agora revigorado, além de pares de sequências de luta.
como fã de Gits, fui para sessão com aquele medo de pecarem com uma obra tão importante como Ghost in the Shell, no final do filme sai feliz e aliviado com o resultado.
Ghost in the Shell fez um grande sucesso com o anime de 1995, principalmente pelas questões profundas e filosóficas existenciais. Porem para quem conhece toda a obra sabe que o manga também não se compara ao anime nesse quesito, e nem a serie de tv. O filme também não se compara ao anime neste ponto, apesar de tratar deste tema. Porem não podemos falar que o filme pecou neste ponto já que ele não é baseado do anime de 1995 e sim na obra toda.
O enredo foi muito bem trabalhado, em minha opinião a trama do filme foi superior ao do anime. As cenas de ação foram satisfatórias e as muitas cenas do anime mostraram o cuidado e respeito com os fãs. A todo momento meus olhos brilhavam ao identificar um verdadeiro remake de uma cena do anime, e isso acontece o tempo todo. O cenário, principalmente a cidade futurística ficaram perfeitas em 3D.
Scarlett Johansson foi um brilho a parte, uma ótima escolha para personificar a Major Mokoto. Aliais o nome da Major foi muito bem explicado além é claro de o porque de ela não ter um corpo asiático, acho que não resta nem uma reclamação quanto a isso.
Ao assistir os trailers e a divulgação na fanpage do facebook tive uma ideia tontamente diferente do que seria o roteiro, a Major parecia simplesmente uma pessoas com sede de vingança, esse pensamento me deixou com muito receio. spoiler: No entanto a Major não é uma pessoa revoltada em uma busca solitária e pessoal por vingança. Ela realmente foi uma vitima e busca por justiça não só para ela e sim para todas as outras vitimas como ela, e esta busca por justiça contou com a ajuda de todos seus colegas do Setor 9, inclusive do seu chefe Aramaki
Não emplaca. O roteiro, por mais interessante que seja, não tem originalidade e a protagonista não possui o poder icônico para cativar. É uma mistura coerente de "Minority Report - A Nova Lei" com "Repo Men - O Resgate de Órgãos" que não arrasa multidões e se não posse pela atriz, provavelmente iria passar despercebido.
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