Péssimo! Maniqueísta, machista e preconceituoso! É a definição para esse filme. Um dos personagens principais, teoricamente o vilão, é extremamente anti-ético, um professor jamais poderia ter essa atitude em sala de aula e mesmo que tivesse, deveria ser contestado pelos alunos, uma vez que uma universidade tem obrigação de respeitar as crenças de cada um. O roteiro compõe uma visão unilateral sobre o cristianismo, expõe todos os ateus como se fossem pessoas sem caráter apenas por contestarem a existência de Deus. A personagem feminina, namorada de Josh é egoísta, é superficial, e é representada como se a mulheres dependessem do homem para tecer seu futuro. O personagem principal é colocado num pedestal, pelo simples fato de ser cristão, é como se a crença dele o tornasse melhor que os outros personagens, até em questões de intelecto. A religião muçulmana é mais uma vez distorcida e analisada de forma preconceituosa. O filme é raso, constrói diálogos superficiais, relacionamentos superficiais entre os personagens. Um tema que teria tudo para gerar uma grande discussão sobre respeito à diversidade de crenças no mundo, se torna apenas uma visão equivocada dos cristãos. Quem escreveu esse filme devia aprender uma simples lição de vida: sua crença não te torna melhor que os outros, não te faz ter mais caráter.
Esse filme é uma tortura de A Paixão de Cristo em um só take. Uma direção horrível, as atuações são ruins demais demais,a história que não tem começo,e um fim,que é até interessante mais não faz o menor sentido. Esse filme tem um estilo do tipo 'Crash-No Limite e Relatos Selvagens, são pequenas historinhas que se cruzam,ou não,o filme até tenta mais não consegue fazer de uma forma normal. Nota: -1(Negativo porque até o título do filme é muito ruim,o pior filme de todos os tempos).
Horrivel Horrivel Horrivel - dialogos pessismos. Uma realidade de ateus que nao existe como se todos ateus fossem crueis, frios, desumanos. Situações que não existem tais como: A sena que o empresário terminou seu relacionamento porque sua namorada estava com cancer, QUEM FAZ ISSO - nem Hitler hauhauhauha. Bizarro - um filme com intelectuo de quem realmente acredita nessas pastores falastrões. Outro fator que me irritou profundamente nesse filme é que o filme não é sobre DEUS e sim sobre CRISTIANISMO. Eu sou ateu, nao defendo nenhum deus especificamente, mas ao criar a personagem Ayisha, o filme coloca o Deus mulçumano como uma idéia cruel da mesma forma que colocou os ateus.
Esse filme reforçou ainda mais minha idéia de nao querer fazer parte de qualquer igreja ou culto.
Só um dado para compartilhar: Paises com mais incidencia de religião sao os mais violentos do mundo, os paises com menos relevancia da religiao sao os mais evoluidos. Procure na exame paises mais religiosos e menos religiosos
Li a crítica e achei um pouco ofensiva, possivelmente o crítico deve ser ateu. Olha eu faço Geografia, um curso que estuda muitas correntes filosóficas e sei por experiência própria que não há respeito nenhum à religião cristã, os ateus são os que mais atacam, em seus discursos pregam igualdade, respeito às religiões e as culturas, mas não respeitam coisa alguma, só criticam e difamam. E o filme é sim muito bom.
Apesar de ser um tanto quanto manipulador, o filme traz uma ideia interessante, que talvez em seu decorrer se perca um pouco, mas não deixa de ser encantador. Deixando de lado as discussões religiosas (política e religião são discussões intermináveis e vale enfatizar que NEM TODOS TÊM A MESMA OPINIÃO), a ideia central do filme é ótima: fé. A fé vêm se perdendo com muita força nos dias de hoje e com o filme repensamos coisas que estão sendo, infelizmente, deixadas de lado. Poderia, sim, ser infinitamente melhor se não fosse tendencioso e manipulador, mas, como já dito, a ideia central é excelente.
O filme “Deus Não Está Morto”, dirigido por Harold Cronk, parte da seguinte premissa: um professor de Filosofia (Kevin Sorbo), na primeira aula de sua disciplina, desafia os seus alunos a preencher um papel em que eles escreverão a seguinte frase: “Deus Está Morto”. Simples assim, sem questionamentos! Entretanto, um de seus alunos (Shane Harper) se recusa a assinar o papel. A partir desse confronto, o professor desafia o seu aluno a provar para os seus alunos a existência de Deus.
O filme se apoia nesse contraponto, no confronto entre duas visões completamente diferentes. Em paralelo à cruzada do aluno para provar a existência de Deus, acompanhamos várias histórias paralelas que nos mostram a relação de diversos personagens com Deus e com a fé cristã.
É importante analisar “Deus Não Está Morto” de duas maneiras: como filme, a obra é muito fraca, especialmente do ponto de vista estético; entretanto, a mensagem que eles nos quer passar, a reflexão que a obra faz é importante, especialmente ao nos mostrar que a fé é algo muito pessoal e parte do princípio de cada experiência humana, dentro das particularidades de cada um de nós.
Filme tendencioso que objetiva a imposição da crença cristã por meio da perpetuação de preconceitos que envolvem tanto outras crenças quanto a falta de qualquer uma delas. A intenção do filme fica clara no primeiro debate entre o professor e o “grande herói” da película, não se trata de uma discussão a respeito da existência ou não de deus, mas, sim, uma forma de propaganda da doutrina cristã, com preferencia explícita pela religião católica.
Os argumentos do calouro contra seu professor ditatorial e pedante ( um estereótipo utilizado para simbolizar o ateu ) mostram – se pouco aprofundados e, em determinados momentos, até confusos. Acredito que o melhor de todos, cômico, caso não fosse trágico, é o de que deus seria necessário para que houvesse uma moral no indivíduo, consideração que despreza a tese defendida pela obra, ou seja , a condenação à imposição de uma crença individual ao outro.
Além disso, o debate já aponta para uma vitória de nocaute do pobre aluno injustiçado que teve sua fé contestada. O professor é um “ateu de meia tigela”, uma vez que se contradiz em seus ideais por apenas odiar o que ele diz não existir, fato determinante para que a cena forçada do debate final entre os dois fosse possível.
Estes fatores são apenas os mais alertantes da trama fraca e parcial que nos é apresentada, pois existem nuances que também chamam a atenção, como por exemplo a relação entre o personagem muçulmano e sua filha. Prefiro porém terminar por aqui dizendo que o filme nada mais é que um comercial que busca a sobreposição da ideologia cristã sobre todas as outras e, o que é pior, de maneira inescrupulosa e discriminatória.
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