Média
3,6
2026 notas
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Filme tendencioso que objetiva a imposição da crença cristã por meio da perpetuação de preconceitos que envolvem tanto outras crenças quanto a falta de qualquer uma delas. A intenção do filme fica clara no primeiro debate entre o professor e o “grande herói” da película, não se trata de uma discussão a respeito da existência ou não de deus, mas, sim, uma forma de propaganda da doutrina cristã, com preferencia explícita pela religião católica.
Os argumentos do calouro contra seu professor ditatorial e pedante ( um estereótipo utilizado para simbolizar o ateu ) mostram – se pouco aprofundados e, em determinados momentos, até confusos. Acredito que o melhor de todos, cômico, caso não fosse trágico, é o de que deus seria necessário para que houvesse uma moral no indivíduo, consideração que despreza a tese defendida pela obra, ou seja , a condenação à imposição de uma crença individual ao outro.
Além disso, o debate já aponta para uma vitória de nocaute do pobre aluno injustiçado que teve sua fé contestada. O professor é um “ateu de meia tigela”, uma vez que se contradiz em seus ideais por apenas odiar o que ele diz não existir, fato determinante para que a cena forçada do debate final entre os dois fosse possível.
Estes fatores são apenas os mais alertantes da trama fraca e parcial que nos é apresentada, pois existem nuances que também chamam a atenção, como por exemplo a relação entre o personagem muçulmano e sua filha. Prefiro porém terminar por aqui dizendo que o filme nada mais é que um comercial que busca a sobreposição da ideologia cristã sobre todas as outras e, o que é pior, de maneira inescrupulosa e discriminatória.
Os argumentos do calouro contra seu professor ditatorial e pedante ( um estereótipo utilizado para simbolizar o ateu ) mostram – se pouco aprofundados e, em determinados momentos, até confusos. Acredito que o melhor de todos, cômico, caso não fosse trágico, é o de que deus seria necessário para que houvesse uma moral no indivíduo, consideração que despreza a tese defendida pela obra, ou seja , a condenação à imposição de uma crença individual ao outro.
Além disso, o debate já aponta para uma vitória de nocaute do pobre aluno injustiçado que teve sua fé contestada. O professor é um “ateu de meia tigela”, uma vez que se contradiz em seus ideais por apenas odiar o que ele diz não existir, fato determinante para que a cena forçada do debate final entre os dois fosse possível.
Estes fatores são apenas os mais alertantes da trama fraca e parcial que nos é apresentada, pois existem nuances que também chamam a atenção, como por exemplo a relação entre o personagem muçulmano e sua filha. Prefiro porém terminar por aqui dizendo que o filme nada mais é que um comercial que busca a sobreposição da ideologia cristã sobre todas as outras e, o que é pior, de maneira inescrupulosa e discriminatória.
No filme, todos os cristãos são bons e todos os não cristãos (ateus, muçulmanos e chineses) são ruins.
O professor ateu é arrogante e obriga a classe para fazer o que ele quer. E é rude com a esposa cristã, humilhando-a na frente de seus amigos ateus.
Em 18 minutos, uma mulher repórter entrevista um casal. O cara barbudo (Willie Robertson) justifica a caça à animais e ganha dinheiro vendendo objetos para caçar. spoiler: Após isso, a mulher que defende os animais tem câncer.
Eu procurei e descobri "Esse homem é real e é conhecido por suas aparições na série Dynasty Duck reality TV em A&E". Ou seja, além de tudo, eles usam o filme para que esse cara se defenda das críticas pela matança de animais por diversão.
O professor ateu é arrogante e obriga a classe para fazer o que ele quer. E é rude com a esposa cristã, humilhando-a na frente de seus amigos ateus.
Em 18 minutos, uma mulher repórter entrevista um casal. O cara barbudo (Willie Robertson) justifica a caça à animais e ganha dinheiro vendendo objetos para caçar. spoiler: Após isso, a mulher que defende os animais tem câncer.
Eu procurei e descobri "Esse homem é real e é conhecido por suas aparições na série Dynasty Duck reality TV em A&E". Ou seja, além de tudo, eles usam o filme para que esse cara se defenda das críticas pela matança de animais por diversão.
OK, eu não sou ateu (sou catolico... em teoria, minha familia não vai a igreja mas acreditamos em Deus) e mesmo assim eu acho esse filme ofensivamente hilário, toda a trama é uma propaganda cristã sem vergonha, a premissa é que um professor ateu desafia seu estudante cristão a provar a existência de Deus para a classe mas o filme nem sequer é aberto ao debate, desde o começo é estabelecido que os cristãos são bom, humildes e felizes que enfrentam a dificuldades da vida de cabeça erguida e os ateus são tão maus, egoistas e arrogantes que é dificil de acreditar que eles sejam humanos, o filme não diz isso diretamente, mas os 3 personagens ateus no filme são: um professor arrogante que se casou com uma de suas estudante e humilha ela na frente dos seus amigos intelectuais, um homem de negocios extremamente ganancioso que larga sua namorada porque ela tem cancer e mais tarde zoa a sua mãe por ter demência, uma jornalista fracassada que desenvolve cancer não-específico e fica solitria depois que seu namorado a deixa (o ateu anterior)... ah, e também tem um pai mulçumano que é retratado como abuivo e controlador. Normalmente eu colocaria isso como spoiler, mas nem precisa, o enredo desse filme é só uma ferramenta para condenar o ateismo, os personagens não tem nenhum personagen ou valor individual, eles são só representações extremamente simplistas de "bem" e "mal", tem uma jovem muçulmana que se converte para o cristianismo, mas o personagen dela é completamente vazio, ela deve ter somente umas 10 falas durante o filme todo e só serve para mostrar como o cristianismo é a unica crença verdadeira e que as pessoas devem se converter a ela pois outras religiões são falsas e forçadas, existem outro personagens secundarios que servem para o mesmo propósito, mostrar o como a vida das pessoas melhora com a fé e o cristianismo. Mas a atração principal do filme é o debate entre aluno e professor, que também é a parte menos interessante do filme, os argumentos são orquestrados para que sejam iguais a um filme de luta, primeiro o mocinho perde feio ai eles começam a empatar e no final o mocinho detona o vilão completamente, foi tudo bem formulado é convenientemente dividido em 3 debates no filme, mas o engraçado é que no final todos agem como se o estudante tivesse provado para todos que Deus existe, quando na verdade ele só provou que o professor odeia Deus... e aqui eu concordo com o professor, ele não provou nada, o professor virou ateu por que a mãe dele morreu de cancer e Deus não salvou ela, ignorando que isso é um estereótipo de "ateuzinho revoltado", não é dificil de imaginar que ele odeia o fato de que Deus deveria ser benevolente e poderoso para salvar a mãe dele mas que não fez isso, por isso ele questionou se Deus realmente existe e chegou a conclusão de que não e que isso é traduzido para "eu odeio Deus", e o aluno age como se isso invalidasse a falta de crença do seu professor, eu não concordo com o professor mas vejo o por que isso levaria ele a ser ateu. Francamente, tudo nesse filme é muito dificil de se acreditar, desde o começo, onde o professor chega na sala e fala sobre como a universidade "é coisa seria" e logo em seguida decide simplesmente pular uma parte inteira do curso e dar nota de graça para os alunos por ser um "ateuzinho revoltado" até o final onde
spoiler:
ele é atropelado, morre lentamente e aceita Jesus em seu coração no ultimo minuto de uma forma humilhante e covarde
... do jeito que esse personagen me é apresentado eu acho dificil de acreditar que ele é um professor em uma universidade, ele parece mais um "ateu de fedora eufórico" que passa o dia todo no reddit debatendo religião e compartilhando imagens ofensivas no seu facebook tirando sarro dos religiosos, a vida do cara gira em torno de ser ateu, é como se fosse um estilo de vida para ele, quando ele não está na escola dizendo para seus alunos que Deus está morto ele está discutindo com seus amigos a MESMA COISA... e quanto ao "herói" do filme, ele é simplesmente o polar oposto do professor, tudo na vida dele é Deus Deus Deus Deus, os dois personagens são extremos tão absurdos que a não ser que você seja defensor militante de um dos dois lados você vai acabar odiando os dois e a trama perde qualquer valor espiritual ou intelectual que ela pudesse ter
... do jeito que esse personagen me é apresentado eu acho dificil de acreditar que ele é um professor em uma universidade, ele parece mais um "ateu de fedora eufórico" que passa o dia todo no reddit debatendo religião e compartilhando imagens ofensivas no seu facebook tirando sarro dos religiosos, a vida do cara gira em torno de ser ateu, é como se fosse um estilo de vida para ele, quando ele não está na escola dizendo para seus alunos que Deus está morto ele está discutindo com seus amigos a MESMA COISA... e quanto ao "herói" do filme, ele é simplesmente o polar oposto do professor, tudo na vida dele é Deus Deus Deus Deus, os dois personagens são extremos tão absurdos que a não ser que você seja defensor militante de um dos dois lados você vai acabar odiando os dois e a trama perde qualquer valor espiritual ou intelectual que ela pudesse ter
Um filme voltado para os cristãos que ridiculariza a ciência usando dois prostagonistas principais, o estudante cristão e o professor universitário de filosofia, ambos muito mal interpretados. Estes dois protagomistas debatem sobre acreditar em deus citando a biblia e obras de famosos ateistas. O problema está nos argumentos fracos e sem bases sólidas usados por ambos, isto desmonstra a falta de conhecimento cientifico que filme possui. O seminário do estudante que fala sobre Darwin com sua frase "Natura non facit saltus” é um exemplo da ignorância extrema do autor(s) e diretor(s) do filme ao utilizar contextos cientificos errôneos. Este tipo de manipulação das ideias cientificas a favor do crsitianismo faz com que as pessoas ignorantes que não tem o devido conhecimento acreditam nas baboseiras que o estudante fala. O que ocorre neste filme é simplesmente um ato de agressão. A ciência sempre vai ser objetiva e atéia, que cumpre o papel de permitir a geração de novos conhecimentos em prol de toda a humaninade, independente da fé das pessoas. Neste filme, há uma clara agressão dos autores contra os ateistas, até o próprio ateista (professor) interpretado é um ser ignorante desprovido do verdediro conhecimento cientifico. Sabe-se que é intriseco do ser humano acreditar em algo superior, e sempre possuir um lider que guie todos, este comportamento aliado ao fundamentos preconceituoso a morte milhoes de pessoas desde o advento da igreja católica. Sabe-se que a medicina poderia ter evoluido muito mais do que se apresenta se não fosse o impedimento imposto pela igreja católica durante a idae das trevas. Resumindo, para aqueles que não possuem o devido conhecimento cientifico vão adorar o filme, já as pessoas com conhecimento cientificos corretos não conseguirão assistir os 20 minutos do filme.
Logo quando se vê o título (Deus Não Está Morto), percebe-se que é um filme destinado a favor do cristianismo. O filme tem ótimos momentos e bons personagens, e claro, a questão dos debates são interessantes e continua até mesmo depois do filme. Só que ao decorrer do filme, dava pra ver que muitos personagens poderiam ser facilmente descartados. E também podemos dizer que Deus Não Está Morto não teve um final digno. Os personagens ficaram sem fins, exceto o professor que morreu. Faltou mais.
O filme é bom. Sem grandes pretenções. A crítica, entretanto, volta-se contra si mesma: por ser feita de maneira negativa e destrutiva, desconstrói sua propria afirmação do filme ser vertical e direcionado. Ora, toda opinião, filme, toda obra, é feita pelo ponto de vista de quem quer demonstrar sua ideologia e crença. Infelizmente o crítico olhou somente através das suas lentes de míope. Que pena... sua falta de visão poderia se estender a sua língua, ou melhor, caneta!!!
Pessoal vi muitas opiniões aqui e fiquei preocupado!
O critico simplesmente deu a opinião dele e afinal de contas para que servem os críticos de cinema, está é a visão dele. E Jesus respeitava a opinião de todos. O que eu vi aqui me deixou muito preocupado, porque as pessoas que se dizem Crentes ou Cristãos parecem não entender que o Amor de Deus se estende para todos até mesmo para aqueles que não acreditam nele.
Pessoal só é um filme e nada mais, vamos todos nos preocupar em levar o evangelho a toda criatura, depois disso só o Espirito Santo pode trabalhar nos corações das pessoas. Jesus pregou o evangelho do Amor e não da obrigação ou o do medo.
Gostei do filme porque já enfrentei algo parecido, como eu o enfrentei, simples coloquei tudo na mão de Deus.
O critico simplesmente deu a opinião dele e afinal de contas para que servem os críticos de cinema, está é a visão dele. E Jesus respeitava a opinião de todos. O que eu vi aqui me deixou muito preocupado, porque as pessoas que se dizem Crentes ou Cristãos parecem não entender que o Amor de Deus se estende para todos até mesmo para aqueles que não acreditam nele.
Pessoal só é um filme e nada mais, vamos todos nos preocupar em levar o evangelho a toda criatura, depois disso só o Espirito Santo pode trabalhar nos corações das pessoas. Jesus pregou o evangelho do Amor e não da obrigação ou o do medo.
Gostei do filme porque já enfrentei algo parecido, como eu o enfrentei, simples coloquei tudo na mão de Deus.
MAIS QUE APROVADO!!!!!!!!!!!!! AMO ESSE FILME RSRSRS
O filme não passa de uma clara apologia ao cristianismo. Para os cristãos será uma verdadeira glorificação de sua religião... Já para os ateus convivtos parece até um filme de comédia.
o filme defende a tese q Deus ñ esta morto mas nem todos os ateitas odeia Deus e cm explica isso se o professor odiava Deus
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