Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Luciano Da Paz
1 crítica
Seguir usuário
0,5
Enviada em 23 de abril de 2023
A premissa de um julgamento é a busca pelo o quê é justo. Partindo desse ponto, é necessário que as partes conflitantes tenham a sua disposição a igualdade e o respeito as normas da lei garantindo-lhes a imparcialidade do júri na tomada de decisão. O que vimos em "Deus não está morto" indaga aos telespectadores menos fanáticos da religião cristã, justamente a imparcialidade do autor ao desenvolver o tema. A história que apesar de retratar um embate aos moldes de um julgamento da suprema corte, é ambientada em uma universidade onde o jovem Josh têm suas aulas de filosofia ministradas pelo professor Jeffrey, e aí está nossos dois personagens centrais. Ora, você não achou que era Deus não é mesmo? Até porquê não haveria lógica um filme que discutisse a existência de Deus ter ele como um personagem físico. E aqui é necessário usar a interpretação de texto, e compreender que ele não está presente como personagem físico, logicamente o filme perderia o seu ponto de discussão central, entretanto, Deus está presente o tempo todo como ideia, força, fé ou o sobrenatural. No enredo dirigido por Harold Cronk, o jovem estudante Josh ver sua fé colocada em xeque ao ingressar na faculdade, logo de cara o filme joga para o público a possível perseguição religiosa que o cristão sofrerá em sua vida acadêmica, a câmera foca na cruz estampada na camisa de Josh enquanto o rapaz que faz uma espécie de cadastro do jovem a observa e o orienta a trocar de professor. O professor em questão é o ateu Jeffrey, que ministra as aulas de filosofia. Em sua primeira aula o professor após uma breve introdução sobre suas dúvidas quanto a Deus, sem cerimônias pede para quê seus alunos escrevam em um papel “Deus não existe”. Algo que nem Froid explica, ora, a fé e a crença é parte da filosofia de vida de cada um, estranho essa incoerência filosófica partir de alguém que é mestre em filosofia. Dá-lhe se alí o embate central, Josh se recusa a tal ato, e o professor lhe propõe um debate nas aulas decorrentes do curso, Josh aceita, e exige os colegas de classe como o júri. Daí o filme se desenrola e enrola. Com uma adaptação interessante, filmagens bem dirigidas, e atores com interpretações suaves e sem emoções, o filme segue a linha High School gospel sem Músic, claramente endereçada ao público jovem cristão, o filme é raso e parcial. Colocando o Josh como um rapaz honroso e doce, enquanto os outros personagens desabonam em alguma moral. A ideologia política conservadora é abordada de forma sutil o suficiente para caracterizar a repórter de esquerda que aborda de forma maquiavélica o casal patriótico conservador americano que caça animais e faz orações de agradecimento, nesse ponto é de se considerar a inteligência do autor ao passar a mensagem do casal good vibes enquanto a repórter “esquerdista” atenta contra os bons cristãos. Em resumo, o filme é ideológico conservador americano, se preocupa muito mais com o marketing da perseguição da fé cristã, forçando situações desgastante e fora do comum no contexto atual da nossa realidade civil religiosa, levando o público a visões preconceituosas de outras religiões, sem entregar de forma honesta o debate principal abordado. Certamente é desnecessário tamanha manipulação, sabendo que o quê o público buscava era exatamente contrapontos fortes que instigassem sua cede na busca pela a razão. Afinal, Deus existe? Pessoalmente tenho certeza que sim, não como é amplamente disseminado. Um ser inexplicável, dotado de bondades, sem definições, ninguém explica Deus. Porém, se ele assistiu esse filme, provavelmente ficou constrangido, e arrisco dizer que no final ainda usou a expressão jovial “Morri”.
esse filme é tão ruim que chega a irritar. se Deus não estava morto esse filme conseguiu matar ele viukkkkkk só serve pra reafirmar a visão que muitos crentes tem de ateus e fazer eles acharem que deus existe sim e a de vc se opinar. se pelo menos fosse um filme sério onde a galera debate, mas o cara nem ateu é, como vc odeia deus se Deus não existe? ele sendo evangelizado antes de morrer, meu deus que cena ridícula. parabéns por falar que só sua religião salva e fazer a porrrra de um longa metragem só pra glorificar sua fé ao invés de fazer um filme bonito que inspira e passa a mensagem boa da religião
Não sou ateísta e não irei avaliar o filme pela mensagem que ele passa (já que de boas intenções o inferno está cheio) e sim pelos quesitos técnicos, ou seja; roteiro, atuações, edição, direção e etc... E pelos quesitos técnicos esse filme é horrível!
O filme é parcial e representa somente um empenho não menos que esdrúxulo de criticar negativamente, por meio de arquétipos irrisórios, expondo os ateístas como indivíduos amargurados, melancólicos e respaldados no ódio por Deus, tese que não se sustenta. O jovem estudante a contestar o professor esguicha uma torrente de argumentos falaciosos, que atacam mais o professor do que o argumento, ademais de a premissa se suster em uma sentença de Nietzsche, que, pelo que se nota, foi mal-interpretada tanto pelo professor quanto pelo aluno — o que é lógico, visto que todas as personagens derivaram da mente degenerada de um único ser humano que é o autor desse livro. Ao filme, reitero, parafraseando o professor no fim do debate, "você não provou nada".
Mais que defender a posição de crença ou não em um Deus, o que mais assustada é ver que esse tipo de professor existe e está aí nas escolas e faculdades também no EUA. Aqui os professor de sociologia, filosofia, Pedagogia, dentre outros, estão intimidando opiniões da mesma forma.
Se presta a uma narrativa para satisfazer um alto ego religioso e uma falsa dicotomia infantil: "ateus são maus", "cristãos são bons".
Trama e enredo raso demais, que presta um grande desserviço ao próprio debate filosófico a respeito da existência de Deus. Os argumentos são muito rasos (como se apenas alguns argumentos ridículos poderiam causar alguma inquietação filosófica) ao passo que o professor ateu apenas assiste resignado à argumentação do aluno sem tentar um contra-argumento, algo que é totalmente sem sentido, já que sem dúvida nenhuma um professor universitário iria rebater a tais argumentos.
Além de demonstrar uma tamanha infantilidade do próprio cristianismo, caricaturizando como uma religião infantil, piegas e sentimentalóide. algo que sem dúvida nenhuma não o é.
Se o objetivo do filme foi de passar uma imagem mais séria aos ateus e/ou demonstrar alguma atração, seriedade, racionalidade e lógica do cristianismo, com certeza teve um efeito contrário. Até uma criança de 5 anos acharia este filme cafona.
Ainda pior é a classificação como drama. A classificação correta deveria ser comédia infantil.
Em minha opinião este filme é horrivel, não tem logica nenhuma é um filme que promete ´´desafiar os ateus`` mas ele é apenas um filme que idolatra o Deus cristão e coloca os mulçumanos e ateus como os ´´maus´´ e além disso o filme pega frases de filósofos como Stephen Hawking e Nieztche e as distorce completamente. Ou seja é uma mera propaganda religiosa e um insulto a comunidade atéia, deista, agnóstica, satanista e etc Obrigado Alex
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade