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Sergio J.
1 crítica
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
O filme é muito ruim! Não vale a pena ser assistido. Tipico filme de sessão da tarde. No nível daqueles filmes que o cachorro é um agente secreto. Seja você ateu ou religioso não perca seu tempo. O Filme é tendenciosamente feito para os cristões, porém até eles vão desistir de assistir o filme pela metade. Muito ruim.
Não acho que um filme como este precise de muitas palavras para ser analisado. Julgando somente o filme em si, a produção é somente razoável. Nota 2/5. Julgando a intenção do roteiro, é um filme para ser colocado na mesma prateleira em que se colocam aqueles filmes de estórias bíblicas de qualidade razoável, feitos para ser exibidos em igrejas, colégios religiosos, na sessão da tarde ou na Rede Record. Bem longe da prateleira dos filmes com de temática religiosa que são realmente bons, como Ben Hur. Não é um filme que faça um debate honesto, com alguma profundidade filosófica sobre a existência de Deus. Não espere um debate intelectualmente interessante. É somente um filme feito para inflar o orgulho de cristãos, onde estes são retratados como pessoas melhores e outros, não cristãos e ateus, retratados como ressentidos, intolerantes e perdidos. Li algumas críticas positivas dizendo que o filme é recomendado para ateus e antiteístas. Só se for para reforçar suas opiniões...
Vejam , filosofia não é impor uma idéia. mas é antes um exercício de reflexão e especulação. O filme mostra um exemplo a não ser seguido, ou seja, a imposição. No mais o fita agrada pela trilha , pelo bom ritmo e pelos atores... enfim, bom pra sessão da tarde!
Sou espirita Kardecista, e assistir o filme com uma ótica, que é independente de religião, crença , ou algo que nem seja, não faço criticas a religião ou a falta de crença , o que importa é amor, o bem que temos e isso esta em cada um de nós e não é religião. Achei o filme com a ótica gospel claro porque esta é a linha seguida mais se procurarmos ver de uma forma para passar a frente um filme que mostra a capacidade da fé de cada pessoa seja ela de que forma seja.
Filme fraco,roteiro péssimo, as pessoas apenas "gostaram" desse "filme" porque fala sobre Deus, a ingnorancia de uma aceitação de algo ruim por apenas medo de um credo, isso, na minha opnião, é ridiculo, filme ruim para caramba
“Deus não está morto” atrai por discutir a existência de Deus do ponto de vista de um cristão, e pode-se dizer que até certo ponto cumpre bem essa proposta. Por outro lado, mostra-se problemático ao apresentar como antagonistas personagens que naturalmente não exerceriam esse papel, como nos casos do professor ateu e do pai muçulmano. spoiler: O primeiro morre tragicamente, mas, antes, ganha um presente divino, a chance de se converter ao Cristianismo (como Deus é bom, não?); o segundo obriga a filha a utilizar determinada vestimenta e, ao descobrir que esta é cristã, a agride e a expulsa de casa...um verdadeiro monstro!!1 Os roteiristas esqueceram-se dos protestos que aconteceram na França quando o uso da burca foi proibido ou então das tentativas de Franz Boas, do final do século XIX, de acabar com o etnocentrismo. Enfim, dispensável a demonização dos não-cristãos e por pouco não se tornou dispensável também esse filme.
Um dos piores filmes já feitos, LIXO³! O filme é patético, mal feito, previsível, ridículo em todos os aspectos. Tanto os personagens como os atores são horríveis. A discussão filosófica sobre a questão nem sequer é abordada de forma aceitável (sou professor de Filosofia, o interessante é primeiro definirmos bem o conceito "deus", depois questionar se tal ser é necessário), se trata apenas de uma pregação descarada do dogma cristão. Todas as frases são tiradas do seu respectivo contexto e/ou tema, não dizem absolutamente nada. A famosa frase de Nietzsche "deus está morto" é tão somente uma análise que o personagem Zaratustra faz da sociedade, onde ninguém mais coloca de fato deus presente para resolver seus problemas (livro "Assim falou Zaratustra"). O criador de tamanha bosta de filme não conhece minimamente o que diz a teoria do Big-bang, pois nela nada fora criado, tudo sempre existiu comprimido em um único ponto, a "Singularidade", com o Big-bang houve apenas a expansão de tal. Sim, é uma questão em aberto o que motivou de fato tal expansão, mas pode ser qualquer coisa, átomos autônomos, multiverso e efeito de outras dimensões, a Esfera de Parmênides, hipóteses semelhantes à Matrix, inclusive tudo pode ser apenas fruto da nossa mente, e claro, como pode ser tudo, deuses e deusas. Ora, mas nada temos para afirmarmos se tratar dos últimos. A ciência atual não é uma verdade absoluta para compararmos com qualquer possível "veracidade" coincidente das crenças mitológicas, é tão somente as melhores teorias que temos, o melhor para nos guiarmos no mundo; mas é "ciência" da coisa conforme nos aparece, não da "Coisa em si" (Kant), não existe ciência pura, sempre a contaminaremos com a nossa perspectiva. O Agnosticismo é "abordado" em segundos, como se fosse uma posição boba e ingênua, que piada! Boa parte dos filósofos mostrados no quadro do início não são ateus propriamente ditos, não acreditar em deus não implica afirmar cabalmente a inexistência de tal. A posição cética não permite tais passos metafísicos. Não há como provar que Jesus não é deus assim como não há como provar que o Zeus não o é, Hume já dizia, a princípio tudo pode ser tudo, só não temos razões para acreditar em tais, já que nosso melhor guia é a experiência e as questões de fato, através delas não temos subsídios para levar minimamente a sério tais hipóteses. spoiler: Ligar a não crença no cômico deus cristão aos sofrimentos pessoais foi o cúmulo, só perdeu mesmo pra todo mundo convertendo no final, que merda!
Galerinha, tome cuidado com esse filme! Em primeiro lugar não é pelo fato de ser um filme religioso que o filme é ruim - e altamente alienador! Quer assistir filmes que falam sobre o propósito e o espirito cristão assista Prova de fogo, ou Um anjo em minha vida. Deus não está morto é um filme baseado no fato de muitos cristãos abrirem processo por acharem que seus preceitos foram violados em sala de aula. Mas apesar disso o filme está longe de expor a realidade tal como ela é. O filme é tendencioso, faz, em algumas vezes, da galera que não é cristã, quase que uma caricatura. Como são frágeis e errantes os ateus e a galera de outras religiões! No fim, constroem um espantalho para bater. O filme parece surgir duma ancia de dar o troco, parece surgir dum ressentimento. Assisti o filme achando que ia presenciar uma discussão interessante sobre religião, mas nisso, que é um dos propósitos do filme, se vê uma discussão pobre, envolto a argumentos que um bom religioso (ou um bom filósofo) sequer se preocupa - só para esclarecer, o eixo do enredo são as discussões entre um professor de filosofia e um aluno. Resumindo, as discussões do filme não são filosóficas e sequer transparecem o verdadeiro espirito do cristianismo. O filme pode levar facilmente uma pessoa que não compreende os fundamentos de outras religiões e que não entende de filosofia a ter mais preconceito, preconceito este camuflado, fantasiado de compaixão e receptividade cristã. Por isso digo que o filme é alienante. Quer um exemplo de que o filme não tem a mínima preocupação de esclarecer e debater? A frase que dá titulo ao filme se contrapõe a uma frase bem conhecida de um grande filosofo, mas essa ideia do "Deus está morto" se quer é superficialmente falada (estou longe de dizer discutida). Pessoas pouco esclarecidas podem terminar de assistir o filme pensando que todo filósofo e professor de filosofia é ateu, que todos eles são ressentidos com Deus, que todos as religiões são escrotas e impiedosas (e que o cristianismo não tem disso! ha!). O professor do filme é uma anta, existem professores assim, todavia, existem muitas antas cristãs que acham que não devem aceitar estudar algo que sejam contra seus preceitos. A anta não pode dizer na prova, "segundo fulano..." Fulano pensava que...". Gente, não estou generalizando, por favor, amigo... Não há mal nenhum em ser cristão, talvez seja até o certo. Mas esse filme é mera propaganda. E como propaganda tem por força a burrice do espectador.
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