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André Luiz C.
6 críticas
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0,5
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Como uma coisa que não existe pode estar morta? Não existe um ateu como descrito neste filme, pois um ateu jamais agiria como foi apresentado nesta trama(O professor).
Provavelmente um dos piores e mais estereotipados filmes que já assisti na vida. Basicamente o filme diz que quem não é cristão é arrogante e prepotente e quem é ateu, só o é pois sofreu algum trauma religioso em algum momento da vida. Péssimos argumentos tanto do lado cristão quanto do lado ateu. Um professor de filosofia que jamais veríamos em qualquer escola do mundo, tanto na postura didática quanto no modo de ensinar, impondo verdades absolutas sem argumentação alguma e punindo questionamentos em sua aula. Uma verdadeira piada pronta esse filme, até mesmo para cristãos. Não desperdice 1h e 50 min da sua vida com isso. Vá se admirar com a paisagem pela janela ou olhar as estrelas. Fará melhor proveito do seu tempo. A vida é muito curta para se assimilar esse tipo de conteúdo.
O filme DEUS Não Está Morto, é bem interessante, pois ele trás uma proposta de comprovação da existência de DEUS, ele simplesmente usa fatos científicos para comprovar a existência de DEUS e a ignorância das pessoas perante o assunto!
Um excelente filme para se assistir com a família, um drama bem planejado com enredo e história cativante. Personagens que tem as histórias cruzadas com um elo de ligação que é Deus. Emociante e despertador para a vida.
Excelente filme, mostra a atitude cristã de um estudante envolto no espírito de fortaleza, amor e moderação do Senhor para exortar aos infiéis com a Fiel Palavra que não pode ser negada nem mesmo pelas descobertas da ciência. Que sirva de exemplo a muitos estudantes, pois eu mesmo, no passado, em ambiente universitário, não tive o espírito de fortaleza necessário para defender minha fé diante de um orientador que nos dizia que a Bíblia estava ultrapassada. Esse filme suscita muitas discussões na vida real que podem ser altamente produtivas e importantes.
O filme, com licença, da expressão é uma droga. Tendencioso, falacioso, tecnicamente sofrível...Trata um tema tão importante complexo com a profundidade do espelho do Hubble. A depender dele nunca deixarei de ser agnóstico e, particularmente, abominar qualquer tipo de religião.
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