A Série Divergente: Convergente
Média
3,6
2866 notas

84 Críticas do usuário

5
14 críticas
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13 críticas
3
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20 críticas
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Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 120 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
O terceiro capítulo da saga Divergente, Convergente (Allegiant), é o ponto alto da narrativa e o melhor dos três filmes lançados. Foi arriscado dividir o final em duas partes, mas foi necessário. Partindo do final de Insurgente, vemos o caos se instaurar em Chicago e uma aparente busca por justiça vira uma exibição selvagem de vingança na qual o povo perde o controle. Diante de tal situação, não resta o que fazer a não ser fugir. O ponto de não retorno da história não poderia ser mais óbvio: ao ultrapassar o muro, eles deixam Chicago para trás e vão em direção do desconhecido.

As atuações são ótimas. Miles Teller vai além do satisfatório. Os demais atores e atrizes escalados demonstram maturidade em uma trama agitada. Os diálogos são magníficos e precisos. Ajudam a impulsionar a trama. “Alguém bagunçou com o mundo” pode não parecer um diálogo tão inteligente à princípio, mas é apropriado dentro da proposta da obra e do contexto em que os protagonistas se metem, já que estão em território inexplorado. Não estamos em um daqueles filmes elitistas indicados a Oscars com diálogos rebuscados e um tanto pomposos. Essa é uma distopia adolescente e um drama inovador, por isso o diálogo pontuado antes é sem dúvida interessante.

A direção de Convergente sem dúvida se destaca por ser dinâmica e inteligente, evitando ser invasiva e dando um ritmo acelerado, mas agradável à história. O grande trunfo de Convergente reside em sua temática. Afinal, não são muitos os filmes sci-fi que decidem abordar as consequências temerárias e potencialmente irreversíveis da engenharia genética. Isso traz mais sabor ao filme. No final das contas, os protagonistas descobrem que são meros “experimentos”, peças manipuladas por alguém bem mais poderoso e sombrio. É a tentativa de se libertar do experimento e do controle externo que faz de Convergente irresistível.

Os efeitos visuais são além de decentes. Realmente nos impressionam e nos convencem. Bem arquitetados! A rejeição do público talvez tenha vindo devido a uma espécie de sentimento frustrante quanto ao que acontece fora dos muros, já que passamos tanto tempo esperando e a espera parece não ter valido a pena. Talvez nos surpreendêssemos com o que viria depois, mas essa rejeição literalmente anulou qualquer possibilidade de continuação. Nos resta, agora, ir para os livros e nos contentar com isso.

Resumindo, Convergente é um filme instigante, que oferece soluções criativas para seus conflitos elementares e que desafia as expectativas mais básicas. E nada poderia revelar mais a sagacidade da história do que quando, no primeiro ato, somos apresentados as motivações dos protagonistas. Eles simplesmente querem sair de Chicago. E estão dispostos a tudo para pular o muro e descobrir o que tem lá fora. “Eu tô olhando, mas eu não vejo o que você vê”, Quatro tentando decifrar o mundo além dos muros. “Talvez, quando estiver bem diante de você, você verá”. E essa jornada, apesar de interrompida, mostra que eles conseguem. Eles se superam. E se tornam capazes de lutar contra todas as ameaças que vem do desconhecido.
ines avelar
ines avelar

2 seguidores 125 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Tal como no segundo filme, nao gostei tanto assim
Desta trilogía acho que apenas o 1º filme é mesmo bom, os outros 2 não acho nada de especial
Kleber Viveiros.
Kleber Viveiros.

2 seguidores 81 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de novembro de 2023
não tinha muita expectativa pra esse, mas nossa senhora, conseguiu ser pior do que eu esperava. muito arrastado, exagerado, mal explicado. uma pena, pq os dois primeiros foram bem legais
VSouza Souza
VSouza Souza

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de janeiro de 2020
História fraca, roteiro fraco, personagens e atores com atuações genéricas, é um típico filme de sessão da tarde que você assiste porque a TV está ligada e não tem nada pra fazer.
Bernardo T. Silva
Bernardo T. Silva

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de julho de 2019
Desnecessário dividir o último filme da série Divergente em duas partes, sendo que o livro adaptado em questão, "Convergente", não possui conteúdo o bastante para isso. A história ficou arrastada e os elementos adicionados para estender o filme não convencem. A atuação de boa parte do elenco é satisfatória, mas todos são prejudicados pelo roteiro mal escrito. Não surpreende que o filme não deu certo e a continuação não será produzida, uma pena.
Ramon R
Ramon R

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de maio de 2019
Convergente é o filme mais genérico de 2016. O longa começa com algumas reviravoltas, porém são jogadas no lixo no segundo ato. O desenvolvimento é uma bagunça enfadonha que é chata pra Caralh#. Ideias são apresentadas no primeiro ato são jogadas fora, personagens que saem da trama sem nenhum motivo, lutas mal conduzidas e um vilão babão. O triangulo amoroso finalmente apareceu quase nunca, pois a Tris e Four não apresentam nenhum tipo de química.O teceiro ato é tenebroso. A trilha sonora continua fraca, no entanto traz algumas coisas interessantes. 30% dos efeitos vizuais são caprichados, e os outros 70% são mal feitas. Shaleyne é melhor coisa da franquia.

Nota:2,0
Mar-vell
Mar-vell

5 seguidores 32 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Este 3° filme da saga Convergente é de longe o pior filme da franquia, previsível, medíocre e entediante.
João Carlos Correia
João Carlos Correia

19 seguidores 60 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2018
O gênero ficção-científica, seja na literatura ou no cinema, prima pelo pessimismo com os quais os futuros do planeta e da humanidade são vistos. Um bom exemplo é o clássico Blade Runner (1982, que ganhará uma sequência em breve), no qual clones – chamados de replicantes – têm poucos ou nenhuns direitos como cidadãos e são caçados como párias e, ao lado de muita tecnologia, vemos muita miséria. Uma das raras exceções é a saga Jornada nas Estrelas/ Star Trek, onde o futuro é visto de uma forma otimista.
O gênero literário para os chamados jovens adultos (que, em inglês, é young adults, e também é conhecido pela sigla YA) tem tido de uns anos para cá boa aceitação por parte dessa fatia do público por tratar de temas como a entrada de jovens para a vida adulta e, consequentemente, todas as responsabilidades que isto acarreta. Há quem prefira chamar esse público de pós-adolescentes.
Independente da definição desse público, o gênero também engloba a ficção científica, cujo título mais famoso é a série de romances em três volumes chamada Divergente, de autoria da escritora estadunidense Veronica Roth, ela mesma uma jovem adulta.
Para aqueles que ainda não conhecem a história, em um futuro próximo, a sociedade é definida por sua personalidade e filiação social, não admitindo livre arbítrio. Essa sociedade é dividida em cinco partes que são chamadas de facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Franqueza e Amizade. Uma jovem chamada Beatrice “Tris” Prior, nascida na Abnegação, transfere-se para a Audácia. Ela é uma Divergente, pessoa que apresenta aptidões para mais de uma facção. Divergentes são considerados uma ameaça pelo governo local, pois não podem ser manipulados ou persuadidos. Na Audácia, conhece seu instrutor, Tobias “Quatro” Eaton, por quem se apaixona. Ambos se revoltam contra o sistema local.
A trilogia Divergente, na verdade, não apresenta nada de novo. Pode-se perceber a influência da obra Admirável Mundo Novo, do escritor inglês Aldous Huxley (no que se refere a uma pessoa que não se encaixa no sistema local e é tida como uma pária ou ameaça. Foi adaptado para duas séries de TV, em 1980 e 1998); de Eu Sou a Lenda, do estadunidense Richard Matheson (esse pária ou ameaça começa a combater o sistema. Teve três adaptações para o cinema em 1964, 1971 e 2007); e de Logan’s Run, dos escritores estadunidenses William F. Nolan e George Clayton Johnson (a fuga do local onde impera o sistema para descobrir a verdade fora de lá. Gerou um filme em 1976 e uma série de TV em 1977).
Como na maioria das obras de ficção científica, o pessimismo impera. Ainda assim, a trilogia Divergente foi um sucesso de público e crítica e sua adaptação para o cinema foi inevitável.
Em A Série Divergente: Convergente, após a morte de Janine, a população de Chicago é governada por Evelyn Eaton (Naomi Watts, de Birdman). Johana Reyes (Octavia Spencer, de Histórias Cruzadas), outrora aliada se opõe aos julgamentos sumários de seguidores de Janine feitos por Evelyn e acaba por se retirar junto com outras pessoas que pensam como ela. Tris (Shailene Woodley, de Os Descendentes), que chegou a ser convidada a fazer parte do novo governo, assiste a tudo impassível. Ela e Quatro (Theo James, de Anjos da Noite: O Despertar) decidem cruzar o muro que cerca Chicago para não só descobrir o que há além dele, mas também um jeito de parar com a carnificina.
Para essa jornada, Quatro liberta o irmão de Tris, Caleb (Ansel Elgort, de A Culpa é das Estrelas) e são acompanhados de Peter (Miles Teller, de Quarteto Fantástico), Christina (Zoe Kravitz, da série de TV Californication) e Tori (Maggie Q, de Padre), que morre durante a fuga. Descobrem um cenário totalmente destruído e desolado, mas também uma cidade de sobreviventes com alta tecnologia que se dedica à pesquisa genética e tem com um de seus comandantes, o aparentemente amável David (Jeff Daniels, de A Rosa Púrpura do Cairo), que tenta convencer Tris a permanecer na cidade, pois, como seu cógigo genético é considerado puro, ela pode ser a salvação da humanidade. Mas, Quatro desconfia.
Assim como os romances que o originou, A Série Divergente: Convergente também não trás nada de novo, a começar pelo cenário pós-apocalíptico (influência direta da saga Mad Max), além de heróis que se rebelam contra o sistema, fuga do local, etc. A direção do alemão Robert Schwentke (Red: Aposentados e Perigosos) é muito burocrática, tanto na direção de atores quanto nas cenas de ação que, aliás, igualmente não trazem nada de novo e não emocionam quase nada.
Seguindo a tendência geral, a trilha sonora de Joseph Trapanese (Tron: O Legado) também não acrescenta nada. A agradável surpresa vai para a boa fotografia do também alemão Florian Ballhaus (O Diabo Veste Prada), principalmente nas cenas de terra desolada que chegam a lembrar do planeta Marte tal como mostrado em fotos da NASA.
O elenco decepciona. A estrela da série, Shailene Woodley, está muito fria, quase sem emoções, embora melhore um pouco no final. Seu par romântico, Theo James, é eficiente nas cenas de ação e como galã, mas é inexpressivo. Uma ostra tem uma postura dramática melhor do que ele.
Quem vê a atuação de Miles Teller começa a entender porque Quarteto Fantástico foi o maior mico de 2015. Ele é muito fraco e quando tenta bancar o engraçadinho, fica insuportável! Quanto a Ansel Elgort, Zoe Kravitz e Maggie Q, usando uma expressão popular, não cheiram nem fedem.
Quem acaba por salvar um pouco o filme são os coadjuvantes veteranos Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels. Naomi está bem como a líder que quer salvar seu povo a qualquer preço, mesmo que tenha que usar métodos pouco ortodoxos para isso. No mesmo nível está Octavia fazendo a líder ética e serena, só utilizando métodos violentos em último caso. Já Jeff, conhecido mais pelos papéis cômicos (como em Debi & Lóide) ou de bom moço (como em Totalmente Selvagem), está muito convincente como um vilão fingido e cruel.
Outro mérito do filme é o de tocar em um assunto muito atual no qual a vida acaba por imitar a arte: a separação da sociedade em grupos de “nós” e “eles”, os quais geram sentimentos de repulsa e ódio um pelo outro, que é um tema recorrente em várias obras de ficção-científica.
No filme, são os grupos rivais de Evelyn e Johana e os de genoma “puro” e “defeituoso”. Na vida real, vemos pessoas como o pré-candidato à presidência dos EUA, o magnata Donald Trump, querer proibir a entrada de muçulmanos e construir um muro na fronteira de seu país com o México. Na União Europeia, as reações xenófobas de vários europeus quanto á presença de refugiados em seu território. No Brasil, devido à grave crise política que passamos atualmente, temos a divisão de nossa sociedade em “coxinhas” e “petralhas” que, infelizmente, mostram uma intolerância e uma violência cada vez maior um para com o outro.
Assim como em Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último volume da trilogia Divergente foi dividido em dois filmes tanto para aumentar as expectativas dos fãs quanto para, inescrupulosamente, gerar maior lucro. O último filme da série se chamará A Série Divergente: Ascendente.
A Série Divergente: Convergente é um filme feito principalmente para os fãs da trilogia. Foram eles que garantiram até agora o sucesso de todos os filmes. Ainda assim, quem não é particularmente um fanático pela obra de Veronica Roth, pode assistir A Série Divergente: Convergente como em um filme da Sessão da Tarde em uma tarde chuvosa quando não se tem mais nada para fazer. Vamos torcer para que o último filme seja melhor, mas como dito anteriormente, em ficção-científica é o pessimismo que predomina...
Jef R.
Jef R.

3 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de novembro de 2017
Adorei o filme. A história é ótima e tem um bom roteiro. Vale a pena ver e recomendo. Esperando o próximo!
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de novembro de 2017
Meio sem sentido e confuso, o filme é arrastado e com pouca criatividade, não curti, espero que o próximo seja melhor...
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