A Série Divergente: Convergente: Críticas - Página 4
A Série Divergente: Convergente
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Pati G
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5,0
Enviada em 30 de março de 2016
Não sou crítico de cinema, não fiz faculdade de cinema, mas sou apaixonada por filmes e seus efeitos dentro de uma sala de projeção e posso dizer que o filme é ótimo pela série de ações que existem. A história pode parecer confusa para alguns, mas é a linguagem tão única do filme que não te deixa cochilar. Você não sente o tempo passar, porque tudo acontece em cadeia. Eu sou divergente da opinião dos críticos de cinema e achei o filme simplesmente maravilhoso!!!! A ideia de convergente sempre existirá, porque somos diferentes e únicos. É a moral do filme/livro.
Nos filmes anteriores da saga Divergente, o mundo que existia além da Chicago na qual Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James) e seus amigos viviam era um verdadeiro mistério, quase uma fronteira proibida, que eles nunca poderiam ultrapassar. Isso deixará de existir a partir do momento em que A Saga Divergente: Convergente, filme dirigido por Robert Schwentke e que introduz o capítulo final dessa franquia cinematográfica, começa, na medida em que boa parte do longa se passa do outro lado, retratando o que existe após a cerca que delimita Chicago e esse mundo desconhecido.
Convergente começa a partir do momento em que Insurgente nos deixou, quando Evelyn (Naomi Watts), a líder dos insurgentes, assumiu o papel de referência política maior da Chicago destruída na qual as diversas facções viviam. Quando Evelyn se revela uma líder não muito diferente de Jeanine (Kate Winslet), Tris toma a arriscada decisão de ir em busca do outro lado, até mesmo para continuar a sua saga em busca do seu papel como salvadora do mundo.
Entretanto, o grande problema de A Saga Divergente: Convergente é não saber equilibrar a dicotomia existente entre o mundo que se apresenta pelas mãos de Evelyn (e que reforça todos os conceitos contra os quais Tris, Quatro e seus amigos lutaram nos dois filmes anteriores da saga) e a realidade que Tris conhece quando entra em contato com David (Jeff Daniels) e sua cidade futurista, porém repleta de incongruências.
Desta maneira, Robert Schwentke não consegue imprimir a tensão necessária para nos fazer compreender que Tris está chegando no ponto mais importante de sua jornada como um ser divergente e que não se encaixa, na verdade, em nenhum dos rótulos que querem imprimir para ela. Além disso, chega a ser cansativo ver as personagens dessa série cometendo os mesmos erros, seguidamente – vide o caso da personagem irritante interpretada por Miles Teller.
Convergente trouxe consigo o que Insurgente deixou escapar . Com um roteiro muito mais acertado e uma história envolvenge, Convergente trouxe o que os fãs da série esperavam tanto . O início do filme te deixa com várias expectativas do que se pode encontrar além dos muros . E a Tris está mais capacitada e decidida nesse filme . Esse filme da mais destaque ao Four interpretado pelo Theo James . Alguns o consideram inespressivo e com uma atuação difícil de engolir . Minha visão é diferente . Theo consegue trazer todas as aflições que o Four passou em relação a sua família e o que o levou para a Audácia . A trilha sonora do filme traz um tom de descoberta . A música Scars leva a você se libertar da opressão das suas cicatrizes mais profundas e faz você pensar no que deve ser feito sobre a vida . É como o filme traz . Ultrapasse os limites do seu mundo . Jeff Daniels como David ficou genial . O ator sabe interpretar um vilão que ao mesmo tempo pode ser bonzinho e as vezes não . Os efeitos funcionaram mesmo não sendo muito bons mais conseguiram passar a ideia futurista do filme . A história dos Geneticamente Danificados e puros ficou muito bem explicado e faz agente pensar o que nos tornamos hoje em dia . Ser humanos orgulhosos . Com uma trama ótima e um enredo muito bem amarrado . Convergente supera os seus antecessores com uma temática que cai em descarrego sobre nós .
Um lixo, destorce muito o livro, decepciona quem não leu e ainda mais quem leu! Os acontecimentos são apenas jogados, simplesmente não vale o ingresso. Não assista, vá ver batman, pelo menos não Eh tão ruim
Muito Ruim. Essa Beatrice e o Quatro só querem saber de treta. Nada pra eles está bom. Arrumam confusão em todo lugar para onde vão. Todo mundo é vilão e só eles são mocinhos.
Terceiro filme da série Divergente, em que os personagens principais saem da cidade de Chicago para verificar o que há além dos muros, descobrindo os segredos sobre a formação da sociedade em que se encontram. Os fãs da série literária de Veronica Roth, no qual os filmes são baseados, fizeram duras críticas. O roteiro tem certa originalidade, com algumas cenas de ação e efeitos especiais interessantes, mas apresentando atuações fracas, com a longa duração do filme cansando o público. A divisão do final da série em duas partes é desnecessária para o desenvolvimento da história, tendo como finalidade única de arrecadar mais dinheiro.
Bom filme enrolando o tempo até que passa rápido parece que a saga botou o pé no freio e até deu um passo atrás vamos ver o próximo para ver se progride mas foi um bom entretenimento
Muito ruim, fizeram cagada dessa vez. Comprometeu a franquia, pois os dois primeiros foram bons, mas esse foi um fracasso toral de conteúdo e de história.
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