Não recomendado para menos de 14 anos
Afshin Ghaffarian (Reece Ritchie) é um iraniano rebelde que desafia as leis e ignora o clima constantemente tenso fazendo aquilo que mais gosta: dançar. Ele forma uma companhia clandestina com amigos próximos e ensaia em casa assistindo vídeos de Michael Jackson, Pina Bausch e Gene Kelly na internet. Como dançar em público é proibido no país, ele planeja uma performance do grupo no meio do deserto.
2,0
Fraco
O Dançarino do Deserto
Irã “for dummies”
por Renato Hermsdorff
Baseado em uma história real, O Dançarino do Deserto, longa de estreia do jovem inglês Richard Raymond, de 37 anos, é o tipo de filme para inglês – ou norte-americano ver: o diretor deita sobre uma outro cultura (diferente da sua, oprimida, no caso a iraniana) um olhar carregado de compaixão, o que resulta em uma produção demasiado açucarada.
O filme é centrado na figura de Afshin Ghaffarian (Reece Ritchie), um iraniano cuja maior paixão, dançar, é simplesmente proibida em seu país. Na universidade, ele conhece Ardi (Tom Cullen), um tipo revolucionário que o apresenta aos amigos “das artes” e logo logo eles estão montando uma companhia clandestina de dança. Quando Afshin conhece Elaheh (Freida Pinto), ele descobre que seu país nem sempre foi arredio à sua arte, e a moça o estimula a dar um passo além: se apresentar publicamente, um ato que requer coragem.Assim, o filme se constrói metafo
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Quando se espera para se um filme com maior número de danças, O Dançarino do Deserto não se arrisca em fugir do padrão convencional de "biopics", ainda que seja um manifesto contra a falta de liberdade de expressão artística no Irã.
No início achei o filme meio arrastado, explorando situações difíceis de encarar quando se está procurando uma diversão leve e descontraída... mas ele vai nesse rítmo até envolver você de um modo que não dá para deixar de ver e afinal admirar o trabalho do ator Reece Ritchie, no papel do dançarino Afshin Ghaffarian. E mesmo sem querer as lágrimas vêm e confesso que valeu a pena assistir a esse filme tão diferente do que eu ...
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Fui ver sem querer ... Um filme delicado e contemporaneo , com bonitas cenas de expressao corporal.
Filme com cenas emocionantes e muito bem trabalhadas. Retrata um contexto interessante da história contemporânea, mesmo que seja de uma maneira simplificada.
Grafia incorreta
Há uma palavra escrita incorretamente na grande bandeira que os manifestantes carregam em sua frente.
Nacionalidade
Reino Unido
Distribuidor
PARIS FILMES
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
4 000 000 USD
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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