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Thiago Igor
2 críticas
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3,5
Enviada em 18 de março de 2024
Um filme bom. Uma leitura diferente de Moisés. Dá para assistir de boa, mas não cometa o erro de comparar com 10 Mandamentos (1956). Mas acho que agrada sim as novas gerações.
Ao mostrar "Moisés Guerreiro" entre o amor de uma sua família adotiva e a libertação de seu povo.É um filme objetivo com belíssimas cenas de ação e efeitos lógicos de castatrofes divinas,que os mais religiosos podem sentir falta de alguns elementos bíblicos.
Não tive problemas com esse filme.Esperava menos,mas a boa presença do elenco me fez assistir até o fim.Com bons efeitos visuais o filme se segura.Ridley Scott comanda bem a ação.
O filme reinterpreta a história do Êxodo com base nos livros antigos da cultura judaica (como Midraks) e na versão hebraica da Torá, que pode explicar melhor os hebreus egípcios liderados por Moisés do Egito A história registrada também é registrada no Êxodo. Essa história é contada de acordo com as escrituras mencionadas por cada religião. Moisés, que já foi o príncipe do Egito, escondeu-se na terra distante, temendo que caísse nas mãos daqueles que estavam ansiosos por vingança. Após uma temporada cheia de diferenças e conflitos sagrados, Moisés foi qualificado para levar os hebreus a evacuar do território egípcio.
O filme é bom porque nos passa uma visão mais cética e realista de como Deus poderia ter exercido seu poder nessa passagem do Mar Vermelho, todas as pragas tem uma base cientifica, até a entrega dos DEZ MANDAMENTOS tem uma visão mais realista, que ele foi inspirado por Deus e escrito por Moises, emfim o filme não segue a risca os acontecimentos nem a ordem bíblica mas mesmo assim é um bom filme, religiosos fanáticos e de mente fechada não vão gostar, óbvio. Mas um excelente filme para expandir a mente e enxergar Deus e os acontecimentos sem tanta fantasia e sim mais racionalmente, sem deixar de lado a fé convicta.
Por se tratar de uma historia baseada na fé sempre resultará em obras impactantes. O filme é bom a começar pela duração 150 minutos, boa fotografia, bom figurinos e uma proposta que foge ao jargão mágico que as outras histórias monstram. Por outro lado acaba sendo batido pois nos já devemos o final de historia.
Versão de Ridley Scott da longa jornada de Moisés se inteira de ser bela e monumental, mas não há muito a acrescentar quando se apela para o didatismo.
No blockbuster Êxodo: Deuses e Reis, Ridley Scott usou da mesma forma usada no seu brilhante Gladiador (2000). Só que agora, não sei, não deu liga com o filme. Essa versão guerreira de Moisés não pegou.
É visível que essa produção tenha grandes falhas no decorrer da história. Mas,ainda assim,não vi um péssimo filme.É algo que Ridley Scott sempre se dá bem,uma produção grandiosa,que envolve muito o trabalho de figurantes,e explora detalhes de maquiagem e figurino. Christian Bale se envolve em mais um belo personagem em sua carreira.Me admirei com Joel Edgerton.Faz algo bem seguro,e demonstra isso a todo momento na história.
-Filme assistido em 20 de Dezembro de 2015 -Nota 7/10
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