Êxodo: Deuses e Reis
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Henrique M.
Henrique M.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Não sou crítico de cinema. Sou apenas um espectador que gosta de assistir a um bom filme e comentar o que achou a respeito. Pois bem, o longa metragem Êxodo: Deuses e Reis, de Riddley Scott, nos remete a toda a suntuosidade do Egito antigo com belas tomadas panorâmicas da cidade de Memphis. A caracterização e fotografia também não ficam para trás. Tudo é muito exuberante e caprichado, embora se torne um pouco exaustivo devido a sua longa duração.

Christian Bale dá vida a Moisés, herói do Velho Testamento bíblico, sem exagerar nas tintas e/ou cair na pieguice. Seu Moisés é mais sensível e humano, demonstrando nuances interessantes dentro do enredo; inicialmente renegando sua origem hebreia até passar, gradativamente, para o lado do povo escravizado pelo Egito. Embora a atuação de Joel Edgerton como Ramses não tenha sido bem recebida pela crítica, considero que ele conseguiu cumprir bem o papel de dar vida ao faraó tirano e inseguro.

O filme conta também com várias mensagens que criticam claramente o cristianismo. A começar pela personificação de Deus na pele de um garotinho. Eis a metáfora de que Ele é, na visão de Riddley Scott, como uma criança mimada, vingativa e impiedosa. Há outro momento em que este posicionamento fica ainda mais explícito quando Ramses, diante da praga que tirou a vida de todas as crianças egípcias incluindo o seu filho, pergunta a Moisés: “Que povo é este tão fanático a ponto de idolatrar um Deus assassino?”.

Visualmente falando, é um filme agradável. Há erros e acertos em sua execução, mas quem for ao cinema irá sair da sessão satisfeito. Vencendo as comparações com o terrível “Noé”, Êxodus consegue aproveitar bem as passagens bíblicas como as pragas que assolaram o Egito e a travessia do Mar Vermelho. Acredite, são os melhores momentos deste épico.
Beatriz B.
Beatriz B.

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3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Para começar,vou falar da duração do filme que são cerca de 2 horas e 31 minutos,para algumas pessoas o filme pode ser cansativo.Já que o filme não tem uma narrativa muito empolgada,mais sim uma narrativa desajeitada .
As interações dos personagens algumas vezes são sem sentido,um pouco mal feitas.Para chegar as partes boas do filme(poucas partes)temos que aturar partes que não são muito interessante.
O visual de Êxodo:Deus e Reis,é um épico exagerado do Velho Testamento.
O elenco do filme conta com participações boas,como a de Christian Bale(Moisés).Bale tem cenas legais,que para mim deixam o filme um pouco melhor...
A história do filme,foge um pouco da história contada na bíblia,mais isso não é novidade em filmes bíblicos.
Os efeitos são maravilhosos,mas que não despertam muita emoção.Se você espera assistir esse filme e chorar,pode esquecer...
Para mim o filme Êxodo:Deuses e Reis é um pouco melhor do que o filme Noé.
No filme também outro ponto que precisa um pouco de atenção é que Moisés é retratado como um líder de guerra,diferente da bíblia onde ele é retratado como um profeta pastor de ovelhas! Isso faz que o filme perca um pouco o sentido da história da bíblia,em outras palavras o filme se torna um pouco CHATO!
Eu recomendo o filme é mais ou menos,mais vale assistir.Como eu falei o filme é longo e os efeitos da pro gasto,mais nada maravilhoso.De uma escala de nota para o filme de 0 a 5,eu fico com a nota 3,5.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Não é de hoje que Hollywood tem virado os olhos para produções com “temáticas” bíblicas. O filme de Aronofsky , Noé, foi o primeiro deste ano a fazer uma releitura do patriarca da arca. O novo filme do Sr. Ridley Scott (Blade Runner, Alien, Gladiador, Prometheus) foi criticado por ter um elenco caucasiano para levantar 140 milhões de dólares para a produção. Êxodo não é um filme de origens, ele retrata um Moisés (Christian Bale) adulto, vivido em combates, além de ser recheado de críticas pontuais ao cristianismo, sua interpretação de Moisés está pautada em estratégias militares, ele faz do patriarca (homem mais manso da terra) um verdadeiro guerrilheiro, distorcendo a figura de Profeta e Pastor de ovelhas. Scott preferiu fazer uma releitura do livro de Êxodo de forma mais politizada do que, propriamente, a saída do povo do Egito. Em seu filme, “Êxodo – Deuses e Reis”, os egípcios são o império vigente e os hebreus os terroristas, daí usar de vários recursos digitais para aproximar as flechas incendiárias que os judeus atiram contra as embarcações no Nilo, as imagens que se veem nos noticiários dos mísseis do Hamas cruzando os céus de Israel. O diretor e seus 4 roteiristas (Adam Cooper, Bill Collage, Jeffrey Caine, Steven Zaillian ) utilizam de todo os subsídios alegóricos para explicar uma possível origem dos conflitos entre Israel e Palestina.
Voltando para o lado bíblico, Scott faz uma representação da “Sarça ardente”, apenas como um fogo mítico, uma das passagens mais respeitadas pelos cristãos em Êxodo 3, onde Moisés tem seu encontro com Deus no monte Horebe e vê uma pequena árvore em chamas. Nesse momento temos a visão do diretor sobre Deus, para ele (Ridley Scott) Deus é a figura de uma criança birrenta e petulante, que muitas vezes se mostra impaciente e vingativo. Nesse ponto o longa destila sua critica as religiões, através de um Moisés perturbado por visões, a ponto de deixar sua família e “lutar com Deus” (significado de Israel), dessa forma, ele questiona "Acredita-se em Deus porque Ele existe ou Ele existe porque se acredita n'Ele?".
Mesmo distorcendo o texto e contexto bíblico, Scott faz uma grandiloquente “Dez Pragas do Egito”, ou seriam 8 (Para o diretor), baseadas cientificamente em uma série de calamidades ambientais, onde as “águas em sangue” não passam de grandes e ferozes crocodilos que atacam os egípcios tingindo a água em sangue e puxando as outras pragas de forma concatenada.
Apesar de questionar o divino e partir para o Sionismo, Scott faz um bom filme seguindo sua tendência, com belas batalhas campais e coreografias afiadas, além de um figurino pomposo da época. Pode ser frustrante para algumas pessoas a entrega da tábua dos 10 mandamentos e a abertura do Mar Vermelho, pois são encenados com a sobriedade de um ateu, diante dos quais os exageros de Cecil B. DeMille em “Os Dez Mandamentos” parecem verdadeiros milagres da imagem.
João Paulo B.
João Paulo B.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
ÊXODO: DEUSES E REIS
A grande expectativa para quem não viu o filme ainda não se o filme é bom, se os atores são bons ou se os efeitos são legais. O que lotou a sessão de estréia de ÊXODO: DEUSES E REIS é a dúvida de se o filme seria ou não fiel à Bíblia, já que NOÉ, uma das grandes estreias de 2014, praticamente deixou o Livro Sagrado de lado, usando a história do primeiro livro do Pentateuco como pano de fundo e optando por dar ainda mais fantasia e conflitos do que a história original trazia.
O diretor Ridley Scott também escolheu mudar alguns (tantos) fatos escritos, mas ao contrário de Aronofsky (Noé), tentou diminuir um pouco a magia dos milagres e nos entregar uma obra mais palpável, talvez em consideração também aos mais céticos. Enfim, não se sabe qual a razão de tais decisões mas a verdade é que a maioria das pessoas que conferem um trabalho baseados em fatos supostamente reais não fica a vontade em ver algo que está escrito ser gratuitamente mudado, seja por qual motivo for.
Falemos do filme: EXODO é um filme ótimo no aspecto técnico, mas bem mediano no quesito enredo. Suas interpretações são interessantes quando falamos dos principais, mas temos vários bons atores fazendo verdadeiras pontinhas pois suas presenças no filme são questionáveis.
A trama não perde tempo nenhum contando a história de Moisés em cenas. O início já se dá bem clichê, com aquelas ambientações escritas discorrendo sobre a condição do povo Hebreu, cativo há 400 anos, mas uma frase de efeito bem interessante encerra a abertura e cria uma boa expectativa sobre o que virá.
O que vem a seguir é uma sequência de ação que lembra um pouco o seu maior sucesso, GLADIADOR, onde um contexto político de expansão do império egípcio deflagra-se em uma batalha com cenas boas mas bem comuns quando falamos dos filmes de Scott, como também CRUZADA e ROBIN WOOD com seu predileto Russel Crowe.
É aí que vemos os já entrosados irmãos adotivos Moisés (Christian Bale) e Ramsés (Joel Edgerton), filhos de Faraó (John Turturro), cumprindo os propósitos do pai e defendendo um ao outro em sangrentas batalhas.
Moisés é o preferido de Faraó, mas, impossibilitado de herdar o trono, desperta a inveja do irmão que não partilha da mesma confiança.
O que se sucede não está de acordo com as Escrituras mas é semelhante. Moisés conhece sua história, sua real identidade e a razão de sua existência, e não só ele mas toda sua "família" egípcia, o que o leva ao Exílio e ao momento do seu chamado para a missão que Deus separou para Ele.
Falando em Deus, é bem curiosa a escolha de uma criança para personificar a imagem do Criador, a qual une-se a sarça ardente e passa a acompanhar e dialogar com Moisés durante todo o filme.
Moisés por sua vez não aceita tudo com facilidade. É questionador, impaciente, um tanto desobediente e não esconde o sentimento pelos egípcios que o criaram, a medida que as pragas vão se agravando sobre o reino.
Christian Bale faz um bom Moisés, mas pesa sobre ele a responsabilidade não só de posicionar-se como líder e salvador mas também de cativar, pois seu texto é por vezes ralo e tomado por algumas frases inacreditáveis, em particular quando está com sua mulher Zípora. Os momentos de romance e amor são destruídos por diálogos de novela e acabam deprimentes.
Já Joel Edgerton, apagado em papéis secundários em outros filmes, surpreende com seu Ramsés. Apesar de ser às vezes inexpressivo, talvez devido à pesada maquiagem, consegue interpretar um vilão bem interessante, imponente e marcante. Não é um Joaquim Phoenix em GLADIADOR mas faz um ótimo trabalho.
Temos outros atores bons como Sigourney Weaver e Ben Kingsley em papéis de samambaia. Quase um desrespeito ao potencial dos mesmos.
A trilha de Alberto Iglesias é bela, presente e bem colocada, trazendo a nuances dos épicos bíblicos e filmes que se passam nessa região.
Os efeitos são ótimos, em particular na excelente sequência das pragas e do Mar Vermelho. O mesmo dos outros itens técnicos como figurino, fotografia, som, direção de arte e montagem. Esta última tem um grande momento na cena em que Ramsés persegue os recém libertos hebreus.
Pra quem espera muito a fidelidade à Bíblia, o filme decepciona, pois muda coisas essenciais e desnecessárias, para pior, como a abertura do Mar. A vontade de não ser muito fantástico roubou do filme a chance de arrebatar como fez OS DEZ MANDAMENTOS.
Ridley Scott consegue mais uma vez trazer um grande filme, bem produzido, caprichado e tecnicamente impecável, depois de bobagens como PROMETHEUS e CONSELHEIRO DO CRIME, mas já não consegue mais acertar a mão como fez em GLADIADOR.
Curiosamente, Scott consegue não resistir à vontade de inverter fatos e versões em prol de um motivo desconhecido, assumindo o risco de estragar seu filme, podendo ter optado pelo caminho fácil de pegar o texto pronto, colocar efeitos e toda a emoção, essa última tão escassa e esquecida. Quem acha que vai se emocionar, pode esquecer o lenço sem problemas, pois não vai precisar.
Felipe Moura
Felipe Moura

8 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de dezembro de 2014
O filme retrata uma perspectiva diferente da abordagem religiosa, onde a fé e os interesses econômicos se entrelaçam ao longo da história dos povos. A história retrata Deus através de um menino autoritário, o que pode não agradar aos religiosos. Fica no meio do caminho entre médio e bom!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de janeiro de 2015
A carreira de Ridley Scott é uma montanha-russa. Logo em seus primeiros filmes, já escreveu seu nome na história do Cinema. Em 1979, a ficção científica alcançaria outro patamar quando o diretor britânico apresentou ao mundo um conto de terror ambientado no espaço, entrelaçando para sempre esses dois gêneros, com os conceitos inovadores que estabeleceu em Alien – O Oitavo Passageiro. Seu longa seguinte, o igualmente cultuado Blade Runner – O Caçador de Androides (1982), instituiu um visual urbano-futurista até hoje referenciado em inúmeras obras. O road movie Thelma & Louise (1991), com um dos finais mais corajosos e polêmicos já feitos em Hollywood, comprovou a ousadia do eclético cineasta. E Gladiador (2000), vencedor de cinco Oscars, trouxe os épicos de volta. Ele mostrou ainda a delicada questão da retomada de Jerusalém pelos muçulmanos no século XII no também grandioso, porém menos celebrado Cruzada (2005), que merece uma revisitação. O anúncio de que Scott faria uma releitura da história bíblica de Moisés, portanto, gerou um misto de entusiasmo e desconfiança, uma vez que, como a primeira frase deste parágrafo denuncia, os quase 40 anos de carreira do diretor são preenchidos também por vários filmes medianos e até alguns fracassos retumbantes de público e crítica. Qual Ridley Scott, então, dirigiria este aguardado longa: o inspirado ou o equivocado?
Boas e más notícias: como experiência cinematográfica, o filme satisfaz. No quesito fidelidade, contudo, poderá decepcionar àqueles que guardam na memória a imagem de Charlton Heston com o cajado na mão no clássico Os Dez Mandamentos (1956), de Cecil B. DeMille. É sempre válido lembrar, contudo, que o cinema é uma forma de expressão de arte, na qual o autor é livre para criar uma outra versão de fatos já narrados, históricos ou não, e incrementá-los com novos elementos. Do contrário, de que valeria contar de novo a mesma história? O cineasta que conduz a empreitada, portanto, precisa (ou deveria) estar ciente das controvérsias que suas escolhas podem gerar. Que o diga Darren Aronofski, cuja polêmica releitura da história de Noé, lançada em 2014, causou a revolta de diversos grupos religiosos de doutrinas distintas, além de ter decepcionado grande parcela do público, que não identificou naquele patriarca cheio de inquietações vivido por Russell Crowe o bom velhinho que construiu, por ordem de Deus, uma arca para salvar sua família e os demais seres viventes do dilúvio enviado por Ele para ‘lavar’ a Terra. Êxodo – Deuses e Reis, esse mais novo olhar sobre a história de Moisés, também já sentiu o amargo gostinho da rejeição, pois algumas liberdades provocaram inevitáveis discordâncias. A escolha de atores ocidentais para representar egípcios encontrou certa resistência, e a maneira imperialista como o Egito foi retratado fez com que o filme fosse banido por lá. Nestes tempos em que a discussão acerca da intolerância diante da liberdade de expressão está tão em voga, seria ótimo se o simples conceito de diversão e entretenimento fosse levado em conta na hora de se apreciar a um filme, a despeito de suas incongruências. O fato de um longa ser (livremente) baseado nas Sagradas Escrituras torna tudo mais delicado, e só o senso crítico de quem o assiste pode definir sua aceitação ou não. Assim sendo, se você não implicar com as (muitas) incoerências, poderá se deleitar com o deslumbre visual que este novo épico proporciona.
A trajetória do príncipe do Egito, filho adotivo do Faraó, que é exilado pelo próprio irmão – quando este assume o trono e descobre a verdade – e retorna para libertar seu povo, os hebreus (futuros judeus), escravizados por cerca de 400 anos, ganha contornos ainda mais heroicos quando vemos o protagonista como um valente general versado na arte da guerra. Além de hábil em batalhas campais com espada em punho, o Moisés de Christian Bale é austero, decidido e irredutível em suas convicções, alguém que só fará algo se realmente acreditar, do contrário não hesitará em contestar, atitude que toma tanto antes quanto depois de sua conversão. Já seu irmão, Ramsés, vivido com certa sonolência por Joel Edgerton, mantêm durante quase todo o tempo um comportamento similar ao de uma criança mimada. Por falar em criança... a representação visual que Ridley Scott idealizou para Deus é, digamos... singela, deixando aberta a interpretações. Contudo, intrigante mesmo foi ver Moisés só começar a falar com o Criador após ter batido com a cabeça. O cineasta ainda propõe um curioso paralelo: os atentados a bomba (isso mesmo) promovidos pela resistência formada por escravos que Moisés passa a treinar, só desencadeiam represálias por parte do exército liderado por Ramsés. Fica clara a mensagem, que atravessa séculos, de que a violência só gera mais violência, além da clara alusão ao eterno conflito entre judeus e muçulmanos na Palestina.
O elenco conta ainda com grandes nomes, porém pouco aproveitados (Sigourney Weaver mais parece uma figurante de luxo, quase não fala). O embate do longa se dá mesmo entre os dois irmãos (a exemplo de Gladiador, que é focado na rivalidade entre Maximus e Commodus), dos minutos iniciais até o esperado desfecho no Mar Vermelho. Antes de chegar lá, porém, o espectador terá visto as pragas lançadas sobre o Egito de uma maneira visualmente interessantíssima, com o acréscimo da especulação gerada pelo roteiro de que haveria explicações científicas para cada um daqueles fenômenos da natureza. Há a sugestão de que uma praga geraria a outra, que geraria a outra... até chegarmos ao ponto em que argumentos racionais não fazem mais sentido, e não haja outra alternativa para Ramsés senão reconhecer o sobrenatural, e conceder a tão sonhada liberdade ao povo hebreu. E, se há quase 60 anos, no clássico Os Dez Mandamentos, o mundo ficou maravilhado com a abertura do Mar Vermelho, chegou a vez da nova geração se impressionar com o fechamento deste mesmo mar, com efeitos visuais ‘tsunâmicos’.
Equivocado em algumas liberdades que tomou no roteiro e na edição que prejudicou o desenvolvimento de personagens secundários vividos por grandes atores, mas inspirado em certas analogias que fez, e na construção de cenários grandiosos dignos de serem emoldurados e expostos em uma galeria de arte, tamanha a beleza de suas imagens, Ridley Scott concebeu mais um épico memorável em sua carreira, com esta versão que fez para a famosa, bela e profética história de Moisés. Se já faz algum tempo que temos visto mais baixos do que altos nesta montanha-russa que tem sido a carreira do cineasta, pode ter chegado a vez de, quem sabe com uma ajuda divina, subir novamente a montanha.
Gustavo S.
Gustavo S.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2015
O filme tem cenas muito bem feitas. E possui bastante racionalidade.
Jeniffa S.
Jeniffa S.

9 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
O filme é muito bom mas ficou sem emoção. uma triste realidade, mas ainda sim, um bom filme.
Alan S.
Alan S.

19 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Excelente filmagem, efeitos e cenas. Mas não é muito fiel a história bíblica, menos pior que Noé mas também distorcido.
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