Êxodo: Deuses e Reis
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3,7
2054 notas

300 Críticas do usuário

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Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de dezembro de 2014
O filme é dividido em duas partes, a primeira parte que mostra como os poderosos se acham deuses e escravizam o povo e é muito chata, já na segunda parte onde entra a fé e como ela pode mobilizar as pessoas a lutar contra o que está estabelecido, o filme melhora muito, e as cenas das pragas e a abertura e fechamento do Mar Vermelho foram muito bem elaboradas e sacadas. Independente da sua religião e do que pensa sobre os personagens bíblicos, este filme é bem interessante. Vale a ida ao cinema.
Cido R.
Cido R.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2014
Não me entusiasmou. Ao meu ver, uma história mau contada com alguns efeitos especiais que não foram suficientes para salvar o projeto. Superficial. Os 10 mandamentos filme antigo de quando eu ainda era criança, me entusiasmou mais.
Aguinaldo G.
Aguinaldo G.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Inspirar-se nas histórias da Bíblia para escrever um roteiro de cinema não foi e nunca será das tarefas mais fáceis. Certamente despertará a ira, o questionamento e a admiração em proporções que desconhecemos. Não é diferente com Êxodo: Deuses e Reis, nome para a atual versão da saga de Moisés.
O roteiro escrito por Adam Cooper, Bill Collage e Steven Zaillian tem o mérito de apresentar uma faceta diferente de Moisés: profundo conhecedor das artes da guerra e general à altura de Ramsés, futuro faraó do Egito. O faraó Seti (John Turturro), embora desconfie da capacidade do filho em sucedê-lo, não poderá mudar a ordem natural das coisas. Após a ascensão de Ramsés, descobre-se que Moisés é hebreu. Ele é exilado e a história já conhecida não cai na mesmice porque, ao reconhecer-se líder dos hebreus, Moisés não espera a ação divina e busca por ele mesmo as formas de libertar seu povo.
Ensina e aplica táticas de guerrilha para desestabilizar a ordem instituída, algo bem diferente do filme Os dez mandamentos, de 1956, dirigido por Cecil B. DeMille, em que a personagem Moisés é um mensageiro quase em êxtase que se limita a comunicar as determinações do Onipotente. DeMille captura o público pela emoção, ao passo que Ridley Scott instiga pelo aspecto racional, representado em seu Moisés, homem que não entende as ações da divindade e se permite o direito da dúvida, assim como o homem contemporâneo, repleto de incertezas.
E, se a produção grandiosa de DeMille será sempre lembrada, o diretor Ridley Scott também tem seu lugar garantido na memória do cinema. Scott estudou fotografia no Royal College of Art e sua experiência como designer de cenário para a BBC, nos anos 60, garante um precioso cuidado com a produção de arte. Belíssimos cenários e majestosos enquadramentos se ligam a sequencias de tirar o fôlego. Esse é mais um trunfo do filme. Ao recriar com imenso realismo as cenas em que Deus manda suas pragas ao povo egípcio, o diretor coloca o público no ponto de vista de Moisés, que dúvida da coerência das ações divinas, ao causar tantas desgraças ao povo egípcio apenas para dobrar o faraó Ramsés.
O elenco conta com a convincente interpretação de Christian Bale (Batman), que compõe um Moisés muito humano. O ator australiano Joel Edgerton cria um Ramsés inseguro, como o roteiro provavelmente exigia - porém, o faz sem brilho. Embora o casting tenha boas atrizes, como a israelense Hiam Abbas (Bithiah), a iraniana Golshifteh Farahani (Nefertari), a espanhola María Valverde (Séfora) e a veterana Sigourney Weaver (Tuya, mãe de Ramsés), o elenco feminino não tem a mesma força dramática e importância na trama, conduzida pelas personagens masculinas.
Apesar disso, Êxodo: Deuses e Reis é um bom programa para a sala escura, e aqueles que optarem pela versão 3D não se arrependerão do espetáculo visual. Confira na telona!
Marcus T.
Marcus T.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Uma história milenar que inspira o nacionalismo, fundamenta a conformação cultural, alimenta e renova a espiritualidade de milhares de pessoas quanto à fé na intervenção divina frente às adversidades da vida. “Êxodos: Deuses e Reis” é uma proposta desafiadora que revolta as mentes mais rigorosas e exigentes quanto à fidelidade dos textos originais, assim como agrada um público que continuamente anseia por estórias fantásticas, vibrando com cada etapa da renovada adaptação. Mas, é sem dúvida por invocar os valores e sentimentos, conflitos e reflexões da relação de dois povos e seus deuses através da releitura de uma época remota, que o filme torna-se tão atrativo.

Ridley Scott se lança corajosamente na árdua empreitada de recontar a épica narrativa bíblica e encontra nas paisagens da Espanha, Marrocos e Inglaterra os cenários ideais para reviver o imponente Egito, com toda sua opulência e organização matemática ditada por uma estética divinizada, bem como os vales enegrecidos a retratar a miséria e penúria da escravidão imposta aos hebreus. As jornadas do libertador do Egito tomam forma nos vales e montes empoeirados e rochosos, nos transportando para as páginas de um passado grandioso.

Scott nos apresenta um Moisés belicoso (Christian Bale), adornado pelo ouro egípcio e instruído para dominar os campos de batalha e até mesmo o trono. Crescendo ao lado do filho do Faraó (Joel Edgerton), e ignorante a respeito de sua origem indigna, encontra-se em conflito após conhecer a origem trágica, fortuita ou predestinada de seu nascimento. O Moisés de Scott desconhece a fé e em algum momento da trama vai se encontrar com o Criador, num misto de onírico e alucinação, tendo sua identidade fortemente alterada a cada encontro com a entidade, em meio a diálogos acalorados onde o que está em questão é o valor da vida de milhares de escravos e posteriormente a vida dos Egípcios.

O personagem vai sendo construído ao longo das revelações e sucessões de eventos, fazendo surgir um caráter ambíguo, pois se percebe possuidor de uma missão outorgada pelo Divino, porém utiliza-se de meios terroristas e táticas de guerrilha para efetuar sua incumbência. Há discrepâncias evidentes entre a história bíblica e a construção cinematográfica. Biblicamente Moisés é o maior profeta do Judaísmo, que realiza feitos sobrenaturais e é considerado pelo próprio Deus como sendo o homem mais manso da terra, é um homem de palavras e gestos coerentes entre si, ao passo que nos é apresentado nesta superprodução como um sanguinolento, que não se submete voluntariamente à divindade.

O filme, embora transgrida os relatos primitivos é envolvente, do contrário o público não permaneceria por 151 minutos atentos a cada mudança repentina, paisagens deslumbrantes ou mesmo simples diálogos. Em “Êxodos: Deuses e Reis”, Ridley Scott parece tentar desmistificar a narrativa bíblica. Extraindo aspectos messiânicos do antigo profeta e Imprimindo no universo religioso as agitações da psique do homem moderno, a questionar a deidade, a moralidade da sociedade, o valor do humano. Ao invés da fé é a dúvida que em alguns momentos irá conduzir a trama, tornando-a mais próxima das inquietações do presente que das certezas do passado.
Otaliernes M.
Otaliernes M.

3 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Não é o melhor filme de ridley scott mas prende vc até o fim sem ser cansar
Alex L.
Alex L.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
O filme já começa com Moíses adulto,quem já assistiu filme e sabe da hístoria vão perceber que não aparece a coluna de fogo parando o exército de Faraó enquanto o povo hebreu atravessa o mar vermelho!mas o filme e bom gostei.. spoiler:
Francesca R.
Francesca R.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2014
A qualidade desse filme se deve principalmente ao brilhantismo de Ridley Scott. A partir de uma trama conhecidamente longa e muitas vezes abordada de forma pesada, conseguiu fazer uma versão original e na medida certa, tornando-a leve. Leve não pelo conteúdo trágico, mas pela fluidez com que é apresentado.
Um dos grandes acertos da produção são as cenas de guerra, feitas com muita precisão e verossimilhança, sem erros esdrúxulos aparentes (como aquelas cenas em que aparecem uma muvuca de figurantes ao fundo realizando movimentos não coreografados),muito bem produzidas e de qualidade inigualável. Os efeitos visuais, fotografia e figurino também estão incríveis.
Apesar de ter em comum com "Noé" o pano de fundo religioso, "Êxodo" etá muito acima, não só pela qualidade da produção em geral, como pela abordagem nada fantasiosa (sem estragar o filme com pedras falantes). Aí está outro grande acerto: o mestre dos épicos tratou de um tema religioso com muito respeito, tornando-o atual e sem se comprometer politicamente. Por fim, Christian Bale foi uma excelente escolha, está impecável.
Não acho que "Êxodo" seja o novo "Gladiador", pois são propostas diferentes e cada produção tem seu valor. A questão é que atualmente ninguém faz épicos com tal maestria como faz Ridley Scott e qualquer produção que ele se proponha a fazer nesse âmbito será marcante para a história do cinema. Se os outros diretores e produtores seguissem seus passos não existiriam épicos fracassados e mal cotados pela crítica.
Rogério V.
Rogério V.

17 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de dezembro de 2014
Ridley Scott transforma Moisés em um revolucionário bolivariano.
Ebenézer F.
Ebenézer F.

23 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Decepciona por excluir pontos importantes dessa história bíblica como: O cajado (a única arma dada por Deus para um Moisés que era inseguro). A coluna de fogo foi outro detalhe sobre os milagres que não é apresentado. Houve uma clara tentativa de transformar os prodígios divinos em uma cadeia de eventos naturais ordenados por Deus. Que infelizmente é apresentado de forma infantil e perversa, seguido por um povo fanático. Depois de "Gladiador" o diretor não soube construir um filme apaixonante. Sem dúvida "O Príncipe do Egito" foi o melhor desse genero e de um respeito teológico e artístico. Essa história não é mais considerada um mito por questões de achados arqueológicos e pela importância religiosa carecia de maior originalidade na tela. Os efeitos especiais foram interessantes mas o filme só irá impressionar ouvintes da bíblia, jamais os leitores ou estudiosos.
niceia r.
niceia r.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
“ÊXODO – DEUSES E REIS”.
Todo mundo tá cansado de saber que filmes bíblicos fogem da história contada na bíblia,Êxodo:Deuses e reis não fica de fora.
As 2 horas e 31 minutos do filme,monstra um filme cansativo e chato.Porém não é isso que vemos quado assistimos o filme.Se você gosta de filmes bíblicos vale a pena essas horas,mais se você é aqueles que não gostam,não queiram assistir.
A narrativa do filme é um pouco desajeitada,não uma narrativa empolgante.Em algumas cenas vemos interações de personagens mal feitas.
Um ponto do filme se olhamos bem é que para chegar as partes boas do filme,temos que aturar a narrativa um pouco sem sentido(desinteressante).
Também no decorrer do filme,temos um outro tipo de retrato do personagem Moisés(Christian Bale).Na bíblia Moisés é retratado como o profeta pastor de ovelhas,já no filme ele pareça mais como um líder militar.
Temos cenas maravilhosas de Moisés,como a entrega da tábua dos mandamentos e a abertura do Mar Vermelho.Também várias cenas de ação empolgantes,isso deixa o filme um pouco melhor.
Não temos muitos efeitos emocionais,que fazem pessoas chorar ou outra coisa do tipo.O filme em si se concentra em um outro Moisés,um pouco diferente do que é falado na bíblia.
Os diálogos entre os personagens é bom e tem sentindo.
Se você quer assistir o filme pode ir ao cinema, é um filme legal e vale a pena assistir.Mais não espere em longo de 2 horas e 31 minutos um filme maravilhoso.Sim,o filme tem cenas legais,mais algumas chatas.Um ponto chato é a duração do filme,mais não é um tédio.A história foge um pouco da história contada a bíblia isso é claro.Mas é um filme bom,que para mim tem uma nota de 3,0 em uma escala de 0 a 5.
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