O Hobbit: A Desolação de Smaug
Média
4,5
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271 Críticas do usuário

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Tio Gandalf
Tio Gandalf

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5,0
Enviada em 6 de abril de 2014
Já irei começar dizendo que eu NÃO LI O LIVRO(e sim usei maiúsculas, e pretendo usar mais, e foda-se as regras da redação, e sim acabei de usar linguagem grosseira, afinal a critica e minha, ou talvez isso não seja uma critica, ou talvez seja) portando, todas as minhas opiniões formadas serão apenas sobre o filme, apenas... Bom, O Hobbit: A Desolação de Smaug, como muitos sabem e o segundo filme da série O Hobbit, obra do aclamado J. R. R. Tolkien. Porem quem iria pensar em pegar UM livro, e transforma-lo em TRÊS filmes? Isso mesmo, nada mais nada menos que ele, Peter Jackson, que dirigiu também outras obras do grande autor, como a famosa trilogia de O Senhor dos Anéis, e O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Mas afinal, o que acontece nessa segunda parte da jornada de Bilbo (Martin Freeman), acompanhado de Gandalf, O Cinzento (Ian McKellen), Thorin Escudo-de-Carvalho(Richard Armitage) e os demais anões? Bom, o filme começa com um flashback de doze meses antes do ocorrido que mostra uma conversa entre Thorin e Gandalf em Bree, cidade que faz fronteira com o Condado, nesse dialogo entre os dois Gandalf diz ao anão que ele deve recuperar a Pedra Arken, pois só assim ele iria conseguir se tornar o rei de Erebor, e fazer com que os demais anões o sigam em direção a Montanha Solitária para combater o dragão e recuperar seu reino. É basicamente isso a historia, é a continuação da jornada rumo a Montanha Solitária, porém muitos perigos cruzaram o caminho deles novamente, muita aventura e ação, batalhas sensacionais, e até um pintação de um clima entre um dos anões com uma elfa. Sem duvidas o filme e bem empolgante do começo ao fim, principalmente pra quem gosta de filmes desse estilo, com aquela pitada de humor que os demais anões costumam trazer desde o primeiro filme. Efeitos visuais completamente espetaculares, paisagens que te deixam de boca aberta, é realmente muito bem feito, sem contar com o excelente elenco(que traz novamente Orlando Bloom como o elfo Legolas) , que se encaixa perfeitamente em cada personagem, efeitos sonoros então incríveis, um filme recomendado para aqueles que tem a mente aberta, que gostam de viajar por outros mundos e não busquem apenas a realidade. O filme tem cerca de duas horas e trinta minutos, e conta com um final que vai com certeza, deixar o telespectador super ansioso pelo desfecho final dessa aventura...
Aieser A.
Aieser A.

26 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de março de 2014
Pra quem ama o universo da Terra Média é um filme sensacional e grandioso...Possui claro algumas falhas mas nada que estrague essa experiência cinematográfica. Só senti falta da trilha dos anões que foi muito bem usada no primeiro filme mas nesse segundo foi esquecida... de resto.. filme brilhante!
Wilken V
Wilken V

13 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de março de 2014
Em relação ao primeiro superou um pouco, porém a muitas falhas a serém corrigidas, mais o segundo capítulo de O Hobbit é divertido...
Katia G.
Katia G.

10 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de março de 2014
Tá um pouco desgastada essas continuações do Senhor dos Anéis. Meio monótono essa coisa de Dragões, de pontes abissais, monstros deformes e coisas e tal, não varia muito do primeiro filme para este mais recente da saga. Para pessoas como eu, que adoram efeitos especiais e a magia que pode trazer a tecnologia digital, esse filme em especial foi repetitivo e sem novidades. Sei que é um adaptação dos livros da saga com o mesmo nome, mas então tá faltando um pouco mais de criatividade para o autor. Achei que saturou.......
Carlinhös F.
Carlinhös F.

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2014
Excelente filme.....3 horas de filme que não declinam, não precisa ser um amante de senhor dos anéis para assistir e gostar, filme com bastante ação do começo ao fim!!!
Rafael P.
Rafael P.

7 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2014
adorei!!! me deixou de queixo caído quando o "Necromante" era Sauron. e tbm eles até colocaram um dragão descente e melhor na saga. melhor que os dos Nazgûl
Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2014
Enfim estamos de volta à Terra-Média, após um longo e pesaroso ano, “ O Hobbit: A Desolação de Smaug “ chega aos cinemas para matar a saudade de todo e qualquer fã do universo criado por Tolkien e adaptado por Peter Jackson.

Comparando ao 1º filme, o Desolação tem algumas diferenças óbvias. Por se tratar de um filme que representa a metade de uma trilogia, a estória não tem um início e fim, o que alguns críticos apontaram como um erro, discordo. Não acho que alguém em sã consciência tenha ido conferir o filme sem ter visto a viagem inesperada, acho até que pouquíssimas pessoas que foram conferir o filme, ainda não tenham se familiarizado com a franquia do anel. Ou seja, o público sabe onde a trama parou, e que o seu fim só nos será apresentado em 2014.

Mas voltando ao assunto principal, Desolação tem aspectos muito mais sombrios do que seu antecessor, que buscava nos apresentar aos personagens e sua jornada. O clima se assemelha muito mais ao de Senhor dos Anéis. Com esse peso a menos, Peter absteve-se a trama e com isso teve muito mais liberdade para explorar os apêndices e relacionar o novo filme a trilogia do anel. Enquanto o arco principal(anões) se desenrola, nos é mostrado a missão secundária, mas não menos importante, de Gandalf para descobrir quem é o Necromante. Como temido, se tratava de Sauron, que continuava vivo, ao contrário do que Saruman defendia calorosamente. As cenas envolvendo Gandalf e a “sombra “ de Sauron são espetaculares, ali vemos claramente a clássica representação da luta bem x mal, ou luz x escuridão. E assim, já relaciona o filme com a antiga trilogia, mostrando como o poder de Sauron foi crescendo durante todo esse tempo em que o conselho branco o considerou derrotado.

Também temos a introdução de novos personagens, Beorn surge imponente e temível, apesar do pouco tempo em tela, o que impede de nos identificarmos mais com o personagem, mas quando o vemos como urso, fica claro que estamos diante de uma criatura extremamente poderosa. Mas se tratando de novas aparições, o destaque vai mesmo para os elfos, são graciosos, belos e esguios, mas isso em nada reflete em sua verdadeira natureza, perigosa e fatal. Orlando Bloom revive seu Legolas mais imaturo e perigoso, e ao mesmo tempo, mais “humano”, mostrando que mesmo os elfos, com sua imortalidade, beleza e força, podem sofrer desilusões e desejos carnais. Lee Pace vive com extrema dignidade o rei-elfo Thranduil, e através de gestos e roupas extravagantes, expõe sua vaidade e arrogância, mas com sua voz grave, deixa claro que apesar de tudo, possui um imenso poder.

Agora vamos a um ponto crítico, onde muitos fãs torceram o nariz, a elfa Tauriel, ausente no livro e acrescentada ao filme para Peter dar às mulheres alguém com quem se identificar. Confesso que nunca me mostrei receoso quanto sua escolha, pois “ In Peter We Trust “, mas se já estava confiante, sai do cinema maravilhado. Evangeline Lilly se sai maravilhosamente bem como elfa, é bela, poderosa, hábil e letal. Saí do cinema apaixonado pela personagem, e estou totalmente disposto a aceitá-la como se fosse uma personagem do livro. Posso dizer que essa invenção foi um ponto para o diretor, extremamente corajoso em sua escolha, afinal, contrariou muitos fãs, os principais geradores de bilheteria.

Assim como a Sociedade do Anel e quase todo início de trilogia com objetivo definido, “ Uma Jornada Inesperada “ sofreu com a falta de ritmo, problema que não vi neste segundo filme. Apesar de quase tão grande quanto o 1º, não senti o tempo passar, e isso se deve ao fato do ritmo irrefreável e da ação quase ininterrupta do filme, a paz parece inexistente. Só que ao contrário de Transformers, onde a ação simplesmente acontece para maravilhar o público com efeitos digitais, desolação nos brinda com algo crível e tenso. A ação acontece em prol de algo, a história anda pra frente e para atingir certo objetivo, os personagens tem de passar por obstáculos.

Após a esplendorosa fuga nos barris(espetáculo visual protagonizado por Legolas e Tauriel), chegamos a cidade lago e somos apresentados a outro personagem: Bard. Sendo muito mais explorado e desenvolvido do que no livro, e interpretado magistralmente por Luke Evans, Bard surge como um anti-herói ambíguo, que luta pelo bem do povo, mas que não hesita em aceitar barganha dos anões e assim os colocar na cidade sem nem ao menos pedir suas intenções.

Mas é na hora final do filme que vemos as melhores cenas, tudo que acontece do lado de fora da montanha é fiel ao livro, e então chegamos ao antológico encontro entre Bilbo e Smaug. O dragão, aliás, é um dos grandes feitos já realizados pela indústria de efeitos visuais, justificando seu título de magnífico. Smaug surge não apenas imponente, mas, através do vozeirão do Benedict Cumberbatch, inteligente, de certa forma até sábio, e emana uma áurea de medo. Todas as suas cenas são de grande tensão.

Assim, “ Desolação de Smaug “ é um deleite visual, Howard Shore cria uma trilha linda e emocionante(destaque para músicas élficas), e além de tudo tem-se um roteiro crível e sucinto, nos brindando com um grande filme. Agora nos resta aguardar pelo seu capítulo final, Peter faz da cena final um termômetro de ansiedade para aguardarmos “ There and Back Again “.

Obs: Como de praxe, evite o 3D, os óculos escurecem demais a tela, o que não beneficia em nada um filme em que a maioria das cenas se passa em ambientes já pouco iluminados. O 3D também prejudica muito a belíssima fotografia e o criativo figurino, além das estonteantes locações.
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2014
O Hobbit- A Desolação de Smaug

Mais um filme sobre as histórias da Terra Média chega cinemas. Depois do sucesso estrondoso da trilogia "O Senhor dos Anéis". Em 2012 uma nova aventura chega aos cinemas com " O Hobbit: Um Jornada Inesperada", que arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. O filme é baseado no livro de mesmo nome, só que o diretor Peter Jackson (responsável por levar a trilogia do anel aos cinemas) e os roteiristas responsáveis resolveram fazer uma nova trilogia, afinal o livro daria apenas um filme, por isso resolveram criar cenas e alguns personagens para dar mais emoção e assim fazerem três novos filmes.

A continuação do filme de 2012 chegou nos cinemas na última sexta-feira (dia 13). "O Hobbit: A Desolação de Smaug" se mostra superior ao seu antecessor, com cenas de ação muito bem elaboradas, assim como ótimos efeitos especiais e o elenco ainda mais afiado e entrosado. Diferente do anterior, esse novo filme o destaque são para os anões, reduzindo um pouco a participação do mago Gandalf (Ian McKellen, que mais uma vez está magnífico). O personagem título, Bilbo Bolseiro se mostra cada vez mais forte e seguro, sendo o mais racional e analisando os detalhes que ninguém é capaz de perceber, ajudando bastante os anões em sua jornada, mas isso não seria possível graças a grande interpretação de Martin Freeman ( o doutor Watson no seriado "Sherlock"). Os anões foram muito representandos pelos seus devidos atores, de maneira excelente.
No filme temos o terrível dragão Smaug, que além de contar com a voz magnifica de Benedict Cumberbatch ( o Sherlock do seriado "Sherlock"), é representando magnificamente na tela, sendo uma dos maiores pontos positivos do filme, já que a computação gráfica e os efeitos especiais fora de primeira qualidade para dar vida ao dragão.
Além de anões, temos os elfos da floresta. O rei deles é interpretado por Lee Pace, que apesar da curta participação se mostra bastante seguro em seu personagem. No filme temos a volta do ator Orlando Bloom como o elfo Legolas, o ator evoluiu bastante em sua interpretação, mostrando um Legolas mais rígido com si mesmo, diferente daquele do "O Senhor dos Anéis". Temos um personagem feminino criado exclusivamente para o filme, a elfa Tauriel, interpretada por Evengeline Lilly ( série "Lost"), que deixou sua aposentadoria de lado só para atuar no filme e acabou se mostrando uma ótima escolha, já que a atriz tem talento. Luke Evans interpreta o humano Bard que ajuda os anões até sua jornada as Montanhas Sombrias.
O filme conta com excelentes cenas de ação, principalmente a fuga dos anões em barris, sendo essa umas das melhores cenas do filme. Peter Jackson se mostra mais uma vez competente ao comandar mais um filme baseado na obra de Tolkien. Recomendo.

Nota:10/10
Lucas T.
Lucas T.

12 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Filme sensacional, sem dúvidas.. ver o Legolas lutando foi demais, apesar do final ser bem fraco a história é espetacular!
Thiago D.
Thiago D.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Filme muito arrastado, com muitas incoerências e cenas inúteis para o desenrolar da história. O filme em si é bom, mas a maior parte do filme fugiu demais da história, fora o fato de que nenhuma história desse filme teve conclusão nele próprio, tudo foi deixado em aberto para o terceiro e último filme da trilogia.
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