Um filme com ótima premissa e grandes qualidades técnicas. Apenas o final incoerente deixou a desejar. É realmente estranho o “verdadeiro Joe” voltar e agir normalmente diante de tudo aquilo, e mais estranho ainda é Susan compreender o que estava acontecendo sem sequer questionar, embora isso talvez possa ser explicado ao imaginar que a Morte, em seu último diálogo com Susan, tenha permitido que ela sentisse e entendesse tudo o que ocorreu sem expressar verbalmente.
Em uma época em que o óscar não premia mais filmes que realmente merecem a estatueta, esse filme é de uma reflexão memorável. Que filme bom! Simples assim.
spoiler: Gosto da ideia do filme onde o romance vence, mas não concordo com o pai da personagem principal morrer, sendo ele um homem honrado e realmente amável, em espírito e em verdade. Acredito que, para o final ser realmente feliz, Joe Black deveria firmar o bem que ele proporcionou à família - a devolução do senso de valor - com mais longevidade e paz, e realmente tratar com morte aqueles que queriam a sua queda.
Com o romance vencendo ao mesmo tempo que os vilões tbm escapam, abre-se espaço para mais conflitos entre o casal e ao redor deles.
Achei o filme bem meia boca, muito mais interessante pela beleza dos protagonistas jovens do que pelas suas atuações (bem medianas). A história não faz muito sentido, é esquisita, e o final decepciona. É um passatempo válido, mas não é uma grande obra.
Encontro marcado, com Brad Pitt, trás uma forma diferente de relacionamento, abordando temas importantes como confiança e transparência. O filme trás um sentimento único, após termina-lo. Um Filme de 1998 que assisti em 2025, porém mesmo assim parece algo novo, diferente dos filmes de romance que vemos.
"Because the truth is, honey, there's no sense living your life without this. To make the journey and not fall deeply in love, well, you haven't lived a life at all."
Brad Pitt interpreta Joe Black, um homem possuído pelo espírito da morte, que veio ao mundo dos mortais para vivenciar a experiência humana.
A fotografia e cenografia da produção são impecáveis. Porém, eu acredito que o diretor, Martin Brest, falhou ao construir o personagem de Anthony Hopkins, William Parish, como um magnata excessivamente admirado e quase perfeito, ignorando seus defeitos como pai e como pessoa.
Outra falha foi a supervalorização dos assuntos profissionais de William na narrativa, afinal, ele deveria preocupar-se em aproveitar o tempo restante com seus entes queridos. Ademais, a obra deveria apresentar valores menos materialistas e mais éticos, a fim de ressaltar que a verdadeira plenitude está na simplicidade da vida.
Como fã de The Sandman, obra de Neil Gaiman, é difícil acreditar que o conceito personificado da Morte se apaixonou pela personagem de Claire Forlani. Por isso, como um fã de Supernatural, criação de Eric Kripke, compreendi que a entidade de Joe Black é um psicopompo, como, por exemplo, o Ceifador da mitologia celta, as valquírias da mitologia nórdica, os Shinigami da mitologia japonesa, e o Anjo da Morte da mitologia judaico-cristã.
Por fim, o filme revela a beleza da ordinariedade e das conexões que se formam durante a vida. Lembrando que nossa única certeza é a morte, mas podemos aproveitar enquanto estivermos vivos.
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