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Assuero Breckinridge
1 seguidor
36 críticas
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4,0
Enviada em 7 de abril de 2026
Os aliens são mais humanos do que os próprios super heróis. São mais sentimentais e compassivos. Mais humildes e sinceros. Dispostos a se sacrificar pela Terra, de fato. Seja bem-vindo a Eternos, um filme onde a Chloe Zao brilha e triunfa através de uma direção impecável. Chloe transformou o filme numa obra de arte irresistível e indizível. Adicionou altas doses de adrenalina e dinamismo que simplesmente prendem você o tempo inteiro. De fato, ela é uma artista fabulosa. A direção da Chloe dá a Eternos os contornos e as propriedades que fazem do filme o que ele realmente é: uma obra brutal e insana que encerra uma era. Até que enfim. Parabéns para a Marvel. Estávamos esperando.
Efeitos especiais duvidosos, figurino estranho e poderes óbvios faz a parte ação da história parecer uma mistura de X-man com Power Rangers. Quando vemos as outras partes da história, vi que fui generoso com a parte da ação. Raso, com furos e incoerente. Interpretações comuns. Nada encanta.
Ele era o vilão mais poderoso daquele universo. Não “um dos mais fortes”. O mais forte. Sem fraquezas, sem limites, sem rivais reais. Mas isso nunca importou. Porque, apesar de ser do mal, ele vivia preso à regra invisível do roteiro: não matar ninguém importante. Podia destruir cidades, mas nunca o protagonista. Podia vencer todas as lutas, menos a final. Seu poder existia apenas até o ponto em que a história se sentia confortável. Quando devia agir, discursava. Quando devia finalizar, recuava. Quando devia vencer, esperava. Enquanto isso, os heróis sobreviviam a golpes que deveriam apagá-los da existência, levantavam-se com frases prontas e descobriam “força interior” exatamente quando o roteiro precisava. No clímax, o inevitável acontecia: o mais poderoso era derrotado não por lógica, estratégia ou consequência, mas por palavras vazias com música épica ao fundo. — “Você não entende o verdadeiro poder.” — “Nós lutamos juntos.” — “Isso acaba agora.” E acabou. Não porque fazia sentido. Não porque o vilão falhou. Mas porque histórias assim não suportam um vilão que realmente usa o próprio poder. No fim, a crítica é simples: se o mal é absoluto, mas nunca pode vencer, então ele nunca foi realmente perigoso — apenas forte o bastante para parecer ameaça, fraco o bastante para perder do jeito esperado.
Gosto muito do filme. Já assisti várias vezes e recomendo. Gosto dos atores, da estória, da música, da fotografia, enfim... Não entendi porque cancelaram o Eternos 2. Ainda estou na esperança de continuarem a estória em outro filme da Marvel
Infelizmente Eternos é uma bela decepção. O pior do filme sem sombra de dúvida são os efeitos, seguidos de roteiro fraco, enredo que não decola e elenco que não conhece os personagens que interpretam. O bom do filme é simplesmente o final, porque é um filme bem arrastado. Decepcionante não ter um aproveitamento decente para o Cavaleiro Negro, porque poderia enriquecer o filme. De necessário, apenas a origem dos Eternos e a implantação mais específica dos Celestiais.
eternos acaba pecando muito por causa da quantidade de personagens, é difícil um filme com tantos personagens conseguir fazer uma bom aprofundamento de todos, se acaba não tendo tanto apego aos personagens, nem se quer lembra o nome deles, fora que me deu um sono tremendo
Eternos é um filme ambicioso que tenta sair um pouco da fórmula marvel; o que pode deixar alguns fãs contentes e outros nem tanto" mas ainda está a um passo longe do ideal
Eternos de Chloé Zhao e um filme bom mais não chega a ser uma produção espetacular da Marvel, o Vigésimo Sétimo Filme Da Marvel em ordem cronológica tem como história principal Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.
Porcaria de filme sem coesão na história, de faixa etária 12 para induzir as crianças na lacração. Puro ativismo das minorias, pior filme da Marvel, se é que dá para chamar de filme.
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