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Kelly P.
3 críticas
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4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2025
O filme é lindo de ver, mas pesado de engolir. Mostra que fugir do mundo não é liberdade, é risco. A natureza não romantiza ninguém. No fim, fica a lição que muita gente aprende tarde: felispoiler: cidade só faz sentido quando é compartilhada.
Este filme foi o que me motivou a criar uma conta neste site e escrever esta avaliação. Eu realmente não entendi a nota alta nem as boas recomendações que ele vinha recebendo.
Na minha opinião, trata-se de um filme chato, entediante e excessivamente longo, daqueles que dão sono. A narrativa arrastada não prende, não envolve e, ao longo do tempo, torna a experiência cansativa.
Além disso, não consegui enxergar nenhuma mensagem positiva. O filme se resume à história de um jovem mimado e estúpido, vindo de uma família com boas condições financeiras, que lhe dava tudo à sua maneira. Sim, a família tinha defeitos como qualquer outra, mas nada que justificasse uma reação tão extrema, irresponsável e egoísta por parte do protagonista.
No fim, o que deveria ser uma jornada de autoconhecimento soa mais como uma sucessão de decisões imaturas, que afetam não só ele, mas também as pessoas ao seu redor.
Experiência horrível. Minha sugestão é simples: não percam tempo com esse filme.
Esse filme retrata como é a vida na selva sem romantização. É uma história real de uma pessoa que largou tudo e quis viver de forma diferente do sistema atual capitalista, o que admiro muito e já quis fazer várias vezes. Foi importante ver a benção de ele ter vivido, porém não teve uma longa vida.
Uma história real , um filme muito poético, muito lúdico , contemplativo! a fotografia do filme é esplendorosa , fantástica !! uma história muito bem contado , bem dirigido , boa trilha sonora., a história de Cris , é muito difícil de ser entendida .., é difícil captar a ideia dele , viver daquela forma , é difícil entender o objetivo que ele tinha.., uma história muito exótica! E as vezes melodramática ..., mas o mais interessante é o valor que ele dava pra solitude! Sem apego a nada.., somente a busca pela liberdade , auto descoberta, amizades , conexões humanas! e em relação aos pais , um tanto de raiva e vingança, e porque não , crueldade.
Na natureza selvagem foi dirigido e roteirizado por Sean Penn e foi baseado no livro Into the Wild, de Jon Krakauer. O filme recebeu 4 indicações ao oscar de 2008: melhor montagem, melhor ator coadjuvante ( Hal Holbrook) e melhor música. Na trama, acompanhamos Christopher McCandless (Emile Hirsch), filhos de pais ricos, que após se formar, decide abrir mão de sua carreira e dinheiro para viajar rumo ao Alasca. O livro em que o filme se baseia conta a história real de Christopher McCandless que abre mão de sua sociedade para ir em busca de autoconhecimento. A direção é certeira ao mostrar a inocência e contemplação do protagonista diante de uma natureza selvagem. O roteiro tbm é eficiente em seu primeiro ato, ao ir dosando aos poucos os motivos que levaram o Chris sair de casa: sua família tradicional falida. Ao longo da trama, acompanhamos arcos narrativos com personagens secundários que servem de apoio a jornada de Chris. Podemos aqui citar a participação discreta de Kristen Stewart e a ápice com certeza foi do saudoso Hal Holbrook, que teve um passado trágico, porém enxerga Christopher como alguém para lhe passar suas experiências de vida. O filme merecia ate ser indicado na categoria de fotografias, pois as paisagem foram algo deslumbrante. As composições de Eddie Vedder, do Pearl Jam foram algo perfeito para o filme. No mais, é preciso enxergar a obra com um prisma além de um joven mimado burguês que cansou da vida boa e quis se aventurar no mundo. E para isso é necessário enxergar Christopher não como uma pessoa totalmente certa de suas escolhas. No final, percebe-se que ele estava errado em sua busca por isolamento, pois precisou o tempo todo de contato e ajuda de outros seres humanos. A sua inocência e busca pelo bom selvagem lhe custou muito caro.
O filme tem uma bela fotografia e só! A ingenuidade riponga, alienada e sem conexão com a realidade de sua mensagem, uma coisa bem classe média, que diz amar a natureza mas não quer abrir mão de conforto nenhum que o capitalismo malvadão coloca à sua disposição, me irrita, e demais!!!!!!!Na Natureza Selvagem serve ao menos para escancarar uma verdade: a natureza é bela e a humanidade poderia desaparecer que para o planeta Terra não faria a mínima diferença...
Horrível filme mal feito , atores patéticos e superficiais no meio do filme aparece dois retardados pelados igual dois doentes mentais , um cara rico tudo de bom deixa de viver a vida maravilhosa pra estar perto de retardados é um doente mesmo deveria nem existir essa merda ridícula
É bem interessante a história real de Christopher (Alex). Fico imaginando se todos os bilhões de pessoas no mundo forem procurar a felicidade na natureza selvagem. Mas, prova a total imaturidade do jovem. Há meios menos perigosos para buscar a tal felicidade, é só lembrar que ela existe apenas em momentos.
"Na Natureza Selvagem" é um filme de uma beleza estonteante e de uma tristeza igualmente profunda. A narrativa, baseada em uma história real, é um paradoxo emocional: nos encanta com imagens de paisagens majestosas e nos fere com a solidão visceral do protagonista, Christopher McCandless.
A trilha sonora, composta e executada magistralmente por Eddie Vedder, é a alma do filme. Suas canções melancólicas e reflexivas não apenas acompanham a jornada, mas a definem, ecoando o anseio por liberdade e a dor não dita que Christopher carrega consigo. A música é a ponte que nos conecta com seu mundo interior.
No entanto, é impossível assistir sem uma sensação crescente de melancolia. O tom do filme é este: spoiler: uma busca poética, porém fatalista . A jornada em busca de liberdade pelo isolamento radical e pelo contato puro com a natureza revela-se, em suas camadas mais profundas, como spoiler: a crônica de um possível suicídio inconsciente . A fuga de McCandless não é apenas uma rejeição ao materialismo da sociedade; é um isolamento de tudo e de todos—afeto, comunidade, amor e até de sua própria identidade. Esse afastamento total parece menos uma escolha filosófica e mais a consequência de uma profunda depressão não diagnosticada, uma ferida interna que ele tenta, em vão, curar com a aventura da natureza.
O filme, portanto, encanta com sua fotografia deslumbrante e sua trilha inspirada, mas também entristece profundamente. É a celebração de um ideal de liberdade que se confunde com a tragédia de um jovem que, tentando encontrar a vida em sua forma mais crua, spoiler: encontrou apenas uma solidão esmagadora e a morte . É uma obra bela e dolorosa, que permanece conosco justamente por seu amargo paradoxo.
O filme é lento e arrastado, porém essa é a ideia dele e traz uma moral de vida que te faz refletir. Um filme que tenta passar a visão de um andarilho que busca a felicidade além de bens materiais ou relacionamentos pessoais. No fim passa uma mensagem de que a vida não se vive sozinha, de que não se deve procurar a verdade da vida e além disso, a verdadeira felicidade só acontece quando ela é compartilhada com alguém.
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