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    Festival de Brasília 2018: O mineiro Temporada, de André Novais Oliveira, é o grande vencedor
    Por Bruno Carmelo — 24 de set. de 2018 às 01:30
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    O filme levou cinco prêmios, incluindo melhor atriz para Grace Passô.

    O 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim na noite de domingo, 23 de setembro, quando foram anunciados os vencedores das mostras competitivas e paralelas. A longa cerimônia foi marcada por potentes discursos políticos em defesa das leis de fomento ao audiovisual, das escolas e universidades gratuitas, da proteção às minorias etc.

    Na mostra principal, os prêmios foram bem distribuídos entre os filmes. Mesmo assim, o grande vencedor foi o drama mineiro Temporada, dirigido por André Novais Oliveira. O projeto traz um olhar carinhoso aos moradores de periferia através da figura de Juliana (Grace Passô), mulher que acaba de se mudar para Contagem, deixando o marido para trás. Leia a nossa crítica.

    Temporada levou os prêmios de melhor filme, atriz, ator coadjuvante, fotografia e direção de arte. O terror A Sombra do Pai também se destacou com três prêmios. Entre os curtas-metragens, vitória do engajado Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, sobre coletivos sociais que lutam por moradia.

    Confira os principais prêmios da noite:

    Competição de longas-metragens

    Melhor filme: Temporada, de André Novais Oliveira
    Melhor direção: Beatriz Seigner, por Los Silencios
    Melhor ator: Aldri Anunciação, por Ilha
    Melhor atriz: Grace Passô, por Temporada
    Melhor ator coadjuvante: Russo Apr, por Temporada
    Melhor atriz coadjuvante: Luciana Paes, por A Sombra do Pai
    Melhor roteiro: Ary Rosa e Glenda Nicácio, por Ilha
    Melhor fotografia: Wilsa Esser, por Temporada 
    Melhor direção de arte: Diogo Hayashi, por Temporada
    Melhor trilha sonora: Cláudia Priscilla e Kiko Goifman, por Bixa Travesty
    Melhor som: Gabriela Cunha, por A Sombra do Pai 
    Melhor montagem: Karen Akerman, por A Sombra do Pai

    Júri Popular
    Melhor longa-metragem: Bixa Travesty, de Cláudia PriscillaKiko Goifman

    Prêmio Especial do Júri
    Longa-metragem: Torre das Donzelas, de Susanna Lira

    Menção honrosa do Júri
    Bixa Travesty, pelo posicionamento e impactante apresentação da dupla Linn da QuebradaJup do Bairro

    Competição de curtas-metragens

    Melhor filme: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camla Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito
    Melhor direção: Nara Normande, por Guaxuma
    Melhor ator: Fábio Leal, por Reforma
    Melhor atriz: Maria Leite, por Mesmo com Tanta Agonia
    Melhor ator coadjuvante: Uirá dos Reis, por Plano Controle
    Melhor atriz coadjuvante: Noemia Oliveira, por Eu, Minha Mãe e Wallace
    Melhor roteiro: Fábio Leal, por Reforma
    Melhor fotografia: Anna Santos, por Mesmo com Tanta Agonia
    Melhor direção de arte: Nara Normande, por Guaxuma
    Melhor trilha sonora: Normand Roger, por Guaxuma 
    Melhor som: Nicolau Domingues, por Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados
    Melhor montagem: Gabriel Martins e Luisa Lana, por Plano Controle 
    Menção honrosa de atriz coadjuvante: Rillary Rihanna Guedes, por Mesmo com Tanta Agonia

    Júri Popular
    Melhor curta-metragem: Eu, Minha Mãe e Wallace, dos irmãos Carvalho

    Prêmio Especial do Júri
    Curta-metragem: Liberdade, de Pedro Nishi e Vinícius Silva

    Prêmio Abraccine

    Melhor curta-metragem: Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
    Melhor longa-metragem: Los Silencios, de Beatriz Seigner

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