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Opinião: Erik Killmonger merecia outra abordagem em Pantera Negra
Por João Vitor Figueira — 21/02/2018 às 13:41
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O melhor vilão do Universo Cinematográfico Marvel teve o destino que mereceu? Atenção: este artigo contém spoilers.

Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, já afirmou que Pantera Negra é o melhor filme já feito pela companhia que ele comanda. O chefão de uma das maiores forças de Hollywood na última década não está sozinho nesta opinião. Com 96% de aprovação, o recente longa-metragem registra a maior taxa de aprovação entre a imprensa especializada no site agregador de críticas Rotten Tomatoes entre os lançamentos do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês). Além disso, o filme tem alcançado marcas impressionantes nas bilheterias de todo o mundo, especialmente nos Estados Unidos, mas no Brasil também.

O consenso é que a obra dirigida por Ryan Coogler é repleta de méritos, sendo o principal deles a forma como a história supre as necessidades de fãs de cultura pop cada vez mais ávidos a consumirem filmes sobre personalidades que vão além do arquétipo do herói branco, aos quais o Universo Cinematográfico Marvel dedicou 17 de seus 18 filmes.

Em Pantera Negra, o espectador faz uma viagem para o reino de Wakanda, uma nação que carrega vastas reservas de vibranium. Presente no escudo do Capitão América, o valiosíssimo metal fictício rende ao país incrustado no coração da África Central a matéria prima para o desenvolvimento de avançadas tecnologias que fariam de Elon Musk um menino amador em uma feira de ciências da escola. A nação, isolada do resto do mundo, é sinônimo de excelência negra e está prestes a ser regida por T'Challa (Chadwick Boseman), mas — há sempre um mas — o herói é confrontado pelas intenções de Erik Killmonger.

Disney/Marvel Studios
Michael B. Jordan e Chadwick Boseman em Pantera Negra.

A performance de Michael B. Jordan, em mais uma parceira com Coogler, como Killmonger cativou corações e mentes porque, além de histórias sobre heróis mais diversos, a Marvel necessitava urgentemente de bons vilões. "Uma grande crítica feita a nós é que nós focamos mais nos heróis do que nos vilões, e eu penso que isso provavelmente é verdade", já assumiu Kevin Feige.

Um passo fundamental para se "embarcar" em uma narrativa enquanto espectador é se importar com os personagens e o que eles representam. Isso geralmente inclui torcer pelo mocinho, mas é fundamental saber o que motiva o antagonista e que leituras podem ser feitas a partir das ações do vilão. Para encontrar um ótimo exemplo disso, basta pensar naquela que foi a grande performance de um ator em um filme de super-heróis neste século: o retrato degenerado concebido por Heath Ledger para o Coringa em Batman - O Cavaleiro das Trevas com base no roteiro dos irmãos Christopher e Jonathan Nolan.

No MCU, há, é claro, uma série de histórias divertidas e repletas de significados com ênfase nos heróis. Entretanto para além do carisma de Loki e das motivações tangíveis do Abutre (Homem-Aranha: De Volta ao Lar), muitos outros antagonistas foram esquecíveis. Sabíamos que eles queriam derrotar os heróis, mas quais os porquês? Os motivos realmente importavam? Ao longo de 10 anos a Marvel soube entregar filmes com alto potencial de entretenimento, mas alguns deles trazem vilões mal desenvolvidos e unidemensionais, vide Malekith (Thor: Mundo Sombrio), Ronan (Guardiões da Galáxia) e Chicote Negro (Homem de Ferro 2).

Disney/Marvel Studios
Michael B. Jordan em Pantera Negra.

Pantera Negra estabeleceu um novo patamar de relevância quando se fala de vilões instigantes em filmes de heróis. O trabalho de Coogler traz o antagonista mais importante que a Marvel já apresentou nos cinemas desde o início da franquia com o primeiro Homem de Ferro, em 2008. Erik Killmonger é um personagem tão complicado que é inevitável nos perguntarmos se não passamos o filme inteiro torcendo para o herói errado.

(Mais uma vez: lembramos que esta matéria contém spoilers importantes de Pantera Negra)

Ryan Coogler apresentou em Pantera Negra a sua própria versão para o universo criado por Stan LeeJack Kirby na década de 1960, um momento em que o movimento negro nos Estados Unidos estava mobilizado para enfrentar séculos de injustiças na luta por direitos civis. Na eclosão em grande escala do movimento conhecido como Black Power, as páginas da Marvel Comics celebraram um herói que representa as virtudes de uma população muitas vezes era estereotipada pela mídia de massa.

Wakanda, tanto nas HQs quanto no filme de Coogler, é uma utopia afrofuturista que desenrola uma premissa instigante. A ultradesenvolvida nação representa o que seria da África se não fossem os séculos de colonialismo, pois o país de T'Challa nunca foi tocado por potências europeias e, para toda a comunidade internacional, não passa de um país de terceiro mundo com uma fraca economia agrária. Ao pontuar os males que Wakanda não tem — fome, pobreza, miséria — é inevitável pensar nos males que a ganância branca provocou na terra que foi o berço da humanidade e hoje contém 10 dos 10 países mais pobres do mundo.

Disney/Marvel Studios
Wakanda.

T'Challa está destinado a assumir o trono de Wakanda após a morte de seu pai. O rei T'Chaka (John Kani) foi morto em um ataque a bomba mostrado em Capitão América: Guerra Civil, em um evento definidor para a vida do detentor do traje do Pantera Negra. Após retornar para a casa, o herói, que em sua terra natal é mais visto entre a realeza do que entre o povo, é desafiado pela presença de Eric Killmonger, que alega fazer parte da linhangem real e reivindica o trono.

Aos poucos, o filme revela que Killmonger é, na verdade, primo de T'Challa. Erik foi criado nos Estados Unidos e passou pelo momento mais traumático de sua vida quando encontrou o cadáver de seu pai em sua casa em uma região pobre de Oakland. Não por acaso, trata-se da mesma cidade californiana onde Oscar Grant, um homem negro desarmado que tomou um tiro nas costas quando já estava deitado no chão, rendido pela polícia. A história de Grant foi levada para os cinemas em Fruitvale Station - A Última Parada, estreia de Coogler como cineasta estrelada por Jordan. Foi na mesma Oakland que o Partido dos Panteras Negras, organização revolucionária que visava defender negros da brutalidade policial, foi fundado.

No ano de 1992, o pai de Killmonger, N’Jobu (Sterling K. Brown), era um dos Cães de Guerra de Wakanda, um dos espiões da nação africana que estava instalado nos Estados Unidos à serviço do rei T'Chaka, seu irmão de sangue. Quando o monarca descobre que N'Jobu estava roubando vibranium, o rei usa uma de suas naves para viajar à América e cometer o fratricídio que tanto impactou a vida de Killmonger, que na verdade se chama N'Jadaka. T'Chaka matou seu próprio irmão em nome do isolacionismo de Wakanda.

Vivendo nos Estados Unidos, N'Jobu percebeu na pele que o mundo não era fácil para os negros que não viviam em Wakanda. O irmão do rei conheceu a dura realidade que os afro-americanos enfrentam. Exclusão social, encarceramento em massa e brutalidade policial eram a ponta de um iceberg chamado racismo estrutural. Ele pretendia usar seus conhecimentos na ação direta pela liberação de pessoas negras contra a supremacia branca, mas foi visto como traidor por T'Chaka. Quando T'Challa descobre as ações passadas do pai, um segredo guardado por Zuri (Forest Whitaker), o protagonista lamenta por saber que o rei abandonou o próprio sobrinho, o primo do herói, em um país distante, longe de tudo o que Wakanda poderia oferecer.

Disney/Marvel Studios
Michael B. Jordan em Pantera Negra.

Ao longo da vida, Killmonger se esforçou para digerir sua própria tragédia pessoal da maneira que conseguiu. Ao contrário de seu primo, que viveu rodeado por privilégios, cresceu em uma vizinhança pobre e se brutalizou. O personagem entra para um time de elite do exército dos Estados Unidos, luta nas guerras do Afeganistão e Iraque e carrega um corpo marcado com uma cicatriz para cada morte que causou, marcas que também representam os traumas pessoais que ele enfrentou na vida. Ele poderia muito bem parafrasear o ativista Malcom X: "Eu não vejo nenhum sonho americano, eu vejo um pesadelo americano."

O roteiro do filme nos força a contrastar a personalidade de Killmonger com a de T'Chaka. Killmonger é violento. T'Chaka é ponderado. Killmonger não sabe liderar. T'Chaka tem sempre a atitude de um "verdadeiro herdeiro do trono". O fato é que Ryan Coogler não precisava ter antagonizado os dois personagens e o filme poderia ter encontrado uma maneira de conciliar as duas visões e ter um discurso muito mais revolucionário.

Muito antes de T'Chaka decidir reavaliar o protecionismo de Wakanda ao término do longa-metragem, Killmonger já havia identificado que a supremacia branca oferece uma ameaça às vidas negras nos Estados Unidos em todo o mundo — e ele não estava errado. Ainda assim, o roteiro faz questão de incluir traços reprováveis no comportamento do antagonista mesmo quando suas motivações são corretas. Sua raiva assume formas moralmente questionáveis, como quando ele não hesita em matar pessoas inocentes, como sua própria companheira amorosa, e enforca uma sacerdotisa em Wakanda. Ah, e claro, ele matou (na verdade pensou ter matado) T'Challa. Mas foi diante das regras pré-estabelecidas do duelo pelo trono.

Disney/Marvel Studios
Chadwick Boseman em Pantera Negra.

Nos quadrinhos, Killmonger estudou no prestigioso MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e é conhecido por suas habilidades como estrategista. No filme, o vilão é apenas destemperado. A única estratégia que ele parece conhecer é a violência. Seus planos não são consistentes o suficiente para que suas ideias, justas, tomem forma.

Mesmo correto, o filme insite em explorar as incorências de Killmonger. Em determinado momento, o personagem de Jordan diz que sua intenção é criar um império negro onde o sol jamais se põe, ecoando um antigo jargão do Império Britânico. A mensagem é perigosa e dá a entender que a luta por igualdade racial esconde um desejo de vingança, não de justiça, como se a intenção fosse sujeitar brancos ao domínio negro, visão que reflete bem o pensamento reacionário da chamada alt-right nos Estados Unidos.

O desfecho do filme assume significados simbólicos. Após Killmonger ascender temporariamente ao trono de Wakanda, T'Challa é resgatado por M'Baku (Winston Duke) e luta para voltar ao trono. Depois de uma luta corporal, T'Challa conseve encravar um punhal no peito de Killmonger. O personagem mais rico do MCU — sabe quanto custa um grama de vibranium? — mata o vilão que conheceu os males da pobreza e se revoltou com isso.

Disney/Marvel
Michael B. Jordan e Chadwick Boseman se enfrentam na luta final de Pantera Negra.

É importante ressaltar que, sim, embora Killmonger tivesse premissas corretas, ele era um personagem repleto de falhas. Temos de ressaltar que essas falhas não são inerentes a um sujeito-personagem autônomo, mas sim a escolhas do roteiro.

Porém, a postura conservadora de eliminar o único personagem de Pantera Negra que queria, desde o início, ajudar as pessoas negras de todo o mundo atenuou os possíveis significados do longa-metragem. Após ser ferido, Killmonger é carregado por T'Challa para observar o pôr do sol de Wakanda na cena mais triste do filme. É especialmente cruel para Killmonger observar a beleza do crepúsculo da nação africana que ele tanto ouviu falar por intermédio de seu falecido pai. T'Challa oferce um tratamento com a avançada (e milagrosa) medicina de Wakanda, mas Killmonger rejeita a proposta com a linha mais forte do roteiro: "Enterre-me no oceano com meus antepassados que pularam dos navios porque sabiam que a morte era melhor do que a escravidão", ele diz, antes de morrer.

Killmonger sabia que não haveria redenção para ele. Pantera Negra, o filme, não T'Challa, poderia ter oferceido uma chance de reconciliação. No final, a parte mais triste é saber que a "escravidão" a qual Killmonger se referia era uma alusão ao destino de encarceramento que ele enfrentaria por ter ousado abalar a ordem das coisas em Wakanda. Os criadores do longa-metragem poderiam ter investido em um final mais moral do que este no qual T'Challa e seu primo não precisam lutar até a morte. Dois homens negros lutando até a morte porque um deles queria ajudar as pessoas negras de todo o mundo. O erro de Killmonger foi pensar em buscar redenção e justiça através da violência, mas, não é isso que praticamente todos os heróis fazem? Todos eles sabem que por vezes é necessario usar a força para enfrentar um mal maior.

Como disse o filósofo negro americano James Baldwin, tema do ótimo documentário Eu Não Sou Seu Negro, "qualquer mudança real implica na ruptura com o mundo tal como sempre o conhecemos". Baldwin versava sobre o fim do privilégio branco.

Disney/Marvel Studios
Andy Serkis e Martin Freeman em Pantera Negra.

O filme poderia ter usado como vilão principal o mercenário Ulysses Klaue (Andy Serkis), que nos quadrinhos é neto de um criminoso de guerra nazista e carrega no sangue uma ideologia que representa um dos males que afetaram a vida de Killmonger, a supremacia branca. Claro, as diferenças entre os dois personagens teriam de ser exploradas, mas ambos poderiam coexistir, como Magneto e Professor Xavier nos filmes da franquia X-Men.

O destino de Killmonger é ainda mais trágico quando comparado com o retrospecto do Universo Cinematográfico. O Loki de Tom Hiddleston foi responsável por um rastro de caos, mortes e destruição tão grande que chega a ser ofensivo comparar suas ações com os erros cometidos pelo personagem de Jordan em Pantera Negra.

Loki coordenou uma invasão alienígena na Terra em Os Vingadores - The Avengers. Loki causou a morte de Odin. Loki tentou matar Thor diversas vezes. Ainda assim, Loki conseguiu até ter seus momentos de heroísmo em Thor: Ragnarok. Loki estará em Vingadores: Guerra Infinita, mas Killmonger deve nunca mais aparecer no MCU (exceto, talvez, em flashbacks ou quando T'Challa faz contato com as almas das pessoas que já morreram) porque ousou enfrentar injustiças raciais.

Disney/Marvel Studios
Loki entre os heróis de Thor: Ragnarok.

A própria cena pós-créditos de Pantera Negra é uma prova da disponibilidade da Marvel Studios de tratar e curar seus vilões mais carismáticos ao exibir um Bucky Barnes (Sebastian Stan) aparentemente regenerado das ações que cometeu quando estava debaixo de lavagem cerebral em Capitão América 2 - O Soldado Invernal.

Ainda mais é complicada é a maneira como até mesmo um agente da CIA é redimido por seus erros em Pantera Negra. Vale lembrar que o agente Everett Ross (Martin Freeman) aparece no filme disposto a colocar as mãos, ilegalmente, em vibranium roubado de Wakanda, mesmo motivo que leva T'Challa, Nakia (Lupita Nyong'o) e Okoye (Danai Gurira) para a Coreia do Sul na tentativa de recuperar o material roubado por Ulysses Klaue. Ross, que se torna um aliado de Wakanda após proteger Nakia, ainda é curado de um ferimento grave por Shuri, que brinca sobre estar acostumada a "consertar garotos brancos".

Ross costuma falar de Killmonger para posicioná-lo como um sujeito que ajudou o governo dos Estados Unidos a desestablizar países estrangeiros, mas a grande ironia desta posição é que o próprio Ross representa uma agência que praticou uma política externa imperialista. Vide a ação da CIA na Síria (1949), Irã (1953), Brasil (1964), Chile (1973) para desestabilizar os governos destes e de dezenas de outros países. Não sabemos ainda se há internet em Wakanda, mas com uma breve consulta na página "Ações de mudanças de regimes patrocinadas pela CIA" na Wikipedia, Shuri teria descoberto o que a CIA já fez no continente africano no mundo real, fora do MCU. A agência americana apoiou o golpe militar na República Democrática do Congo (1960) que derrubou o primeiro presidente eleito da ex-colônia belga.

O longa-metragem ainda faz o espectador torcer para que Ross, pilotando remotamente uma nave de Wakanda, ajude a destruir um carregamento de armas enviadas por Killmonger para ajudar pessoas negras ao redor do mundo.

Nada do que foi escrito neste texto anula os evidentes méritos de Pantera Negra. É importantíssmo que na Hollywood de hoje haja espaço para um filme de grande orçamento que celebre na direção, roteiro e elenco grandes talentos negros, incluindo um time de atores e atrizes nascidos no continente africano.

Disney/Marvel Studios
Chadwick Boseman, Lupita Nyong'o e Letitia Wright em Pantera Negra.

Outro avanço notável foi o retrato das heroínas de Wakanda, que são tão importantes, habilidosas e moralmente firmes quanto o herói principal. Apesar do trono pertencer a um homem, são as mulheres de Wakanda que servem de reserva ética para o herói e passam a léguas de distância dos retratos condescendentes e sexistas reservados para mulheres em Hollywood.

Na era do movimento Black Lives Matter, também é muito simbólico acompanhar um herói que carrega um corpo a prova de balas, especialmente quando se lembra dos inúmeros casos — Eric Garner, Michael Brown, Freddie Gray, Philando Castile — de pessoas negras desarmadas que foram vitimadas pela violência policial nos Estados Unidos.

O legado de Pantera Negra pode e deve ser celebrado. O filme serve como ponto de partida de conversas mais importantes do que as apresentadas nos demais filmes da Marvel e representa a inserção de uma obra fundamental sobre a cultura negra na cultura pop mundial.

Ainda assim, a figura de Erik Killmonger em um filme sobre empoderamento negro merecia uma abordagem mais mais revolucionária em Pantera Negra.

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