Não recomendado para menos de 14 anos
Esta é a história de três artistas: Edward (Gael García Bernal), vaidoso diretor de cinema que precisa refilmar o final de um longa contra sua vontade e de repente começa a ter problemas sexuais. Michelle (Mariana Ximenes), modelo brasileira que deixa namorado e carreira nos Estados Unidos para voltar ao seu país e escrever um livro. E Emma (Alison Pill), que, desesperada para retirar seus implantes de silicone, recorre a meios duvidosos para ganhar um dinheiro extra.
4,0
Muito bom
Zoom
A “culpa” não é do diretor. Ou é.
por Renato Hermsdorff
A história por trás de Zoom começa quando o produtor canadense Niv Fichman se ofereceu a Pedro Morelli para dirigir o primeiro longa-metragem solo do jovem diretor com a condição de que o brasileiro entregasse algo “original” – ambos trabalharam juntos em Ensaio Sobre a Cegueira (2008).O que Morelli (codiretor de Entre Nós, de 2013, ao lado pai, Paulo) traz agora, em parceria com o roteirista estreante Matt Hansen (com passagem pela editora Marvel canadense), é um filme que mistura animação em rotoscopia (processo em que se desenha a partir da imagem filmada do ator) com live-action de um multiplot de três histórias paralelas.
A parte técnica é semelhante ao processo que foi popularizado em Waking Life (2001); já o enredo é declaradamente inspirado pelo trabalho do roteirista Charlie Kaufman. Como consequência, temos Edward (Gael García Bernal), um cineasta promissor, que tem que lidar c
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Zoom... o filme conta três histórias: Edward (Gael García Bernal), um diretor de cinema que refilma o final de seu filme mesmo contra a sua vontade e começa a ter problemas sexuais. Michelle (Mariana Ximenes), uma modelo brasileira que deixa seu namorado nos Estados Unidos para voltar ao seu país e escrever um livro. E por fim, Emma (Alison Pill), que precisa retirar implantes de silicone e recorre a meios duvidosos para ganhar um dinheiro ...
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[[[PARÁGRAFO]]]Exibido no 40º Festival Internacional de Toronto e concorrendo ao Canadian Screen Awards 2016 (o Oscar canadense), o longa-metragem Zoom (2016), estreia esta semana no Brasil e mesmo que não seja um dos lançamentos mais esperados deste início de ano, certamente é um dos mais criativos. Ainda que passe longe de ser uma produção perfeita é um filme que não tem medo de se arriscar, com um roteiro escrito pelo estreante Matt ...
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Filmes independente sempre tendem a surpreender, e zoom não decepciona.
Entrega uma obra totalmente original,( pelo menos eu nunca vi nada parecido Kkkķk)
Tem animação quadrinhos, um vai contando a história do outro, como um ciclo vicioso, o excelente nisso tudo, e que é tão original tão novo.
Aí você se pergunta "como não fizeram isso antes? Como?"
Agora no que diz respeito a roteiro, e um pouco confuso, mais o diretor encontra uma ...
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Definitivamente, toda e qualquer pessoa já passou ou ainda passara por uma crise existencial, seja porque você acha que esta na profissão errada, ou porque você é um incrível galanteador que pega qualquer "vadia" que encontra na frente pois precisa disso para manter sua suposta autoestima nas alturas ou você simplesmente não esta satisfeita com seu corpo e isso desencadeia pensamentos fora dos padrões emocionais e por fim te leva a ...
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Brasil - Canadá
A empresa brasileira O2 Filmes e a canadense Rhombus já tinham trabalhado juntas antes, na co-produção Ensaio Sobre a Cegueira (2008).
Nacionalidades
Brasil,
Canadá
Distribuidor
PARIS FILMES
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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