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    The Handmaid's Tale
    Críticas dos usuários
    Críticas da imprensa
    Média
    4,7
    922 notas e 76 críticas
    distribuição de 76 críticas por nota
    47 críticas
    16 críticas
    7 críticas
    4 críticas
    5 críticas
    4 críticas
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    Carol P.
    Carol P.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 27 de junho de 2017
    Melhor série do ano até agora! A história se mostra completamente inovadora desde o primeiro minuto, te provocando para conhecer um pouco mais daquele mundo e de tudo que nele está envolvido. O ritmo da série também é muito bem introduzido, levando cuidadosamente, através de flashbacks, a uma imersão pontual na vida de cada personagem, prendendo a pessoa que está assistindo a um mundo de questionamentos, que não terminam com o ultimo capitulo, pois a série vai além de uma simples distopia, ela leva a um dilema pessoal e social que finda na grande questão que é: ´´até onde o mundo pode chegar?´´. A palavra provocante pode definir todos os 10 episódios desta primeira temporada, que é feita com muito cuidado, atenção aos detalhes, um pequeno toque de humor (bem colocado), drama, sentimento de revolta, incômodo, claustrofobia essenciais e bem colocados. A estética está impecável, fotografia sensacional, um figurino que, além de muito bem elaborado, é parte essencial de toda a narrativa; atores muito bons e, para um bom fã de série, prepare-se para maratonar! Recomendo muito. (cuidado para não entrar em desespero quando terminar, pois a próxima temporada só em 2018!).
    Vivi Meirelles
    Vivi Meirelles

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 18 de agosto de 2018
    Comecei a assistir e gostei logo de cara, não apenas por ser uma série que foge totalmente do padrão que estamos cansados de ver na Netflix e sim por expor o quanto o ser humano pode ser podre por dentro e nem notar. Vou continuar assistindo 😉
    Juliana M.
    Juliana M.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 19 de junho de 2017
    Uma 'viagem' em cima de uma louca, mas possível futura realidade; o que a torna assustadora! Emocionante, excelentes atuações e espero que reflexivamente frutífera para os moralmente mais radicais.
    Liliana G.
    Liliana G.

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    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 2 de abril de 2018
    Sou a única pessoa que achou a série ridícula e uma bosta?? Completamente sem sentido, aborrecida.. Muitas coisas que não batem certo. Não gostei nada mesmo.
    emmecarrd
    emmecarrd

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 9 de agosto de 2018
    Instigante e muito bem produzida! Boas atuações, música, fotografia e enredo. Recomendo. Uma série imperdível.
    Diogo L.
    Diogo L.

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    Crítica da 1 temporada
    5,0
    Enviada em 6 de setembro de 2017
    Série fantástica, melhor produção de 2017, enredo, história filmagem impecável! Um historia que te faz refletir, pirar com os personagem e acima de tudo repensar a forma com que nossa sociedade caminha e qual o preço que devemos pagar para termos um futuro. Simplesmente linda!
    Marcio A.
    Marcio A.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 6 de janeiro de 2019
    O coração desta série está na interpretação magnífica de Moss e no clima claustrofóbico da trama que transforma esta série numa séria candidata a uma das melhores séries de todos os tempos. A fotografia e figurino são um primor; trilha sombria.... assim como o clima que permeia esta película imperdível. As analogias com a nossa sociedade atual são muitas... e uma das falas da nossa Aia heroína: - "Eu não quero ser a boneca da caixa!" Torna-se a tônica da conexão da personagem com o expectador. Mesmo diante das difíceis concessões de um universo com regras absurdas e que deve incomodar muito mais as mulheres, a experiência em acompanhar o drama da personagem da excelente atriz Elisabeth Moss, conquista... mas choca e cria com competência a essência de todo este sucesso da série. Estupros, torturas físicas e psicólogicas e opressão - que deveriam ser características abomináveis e repugnantes são culturalmente impostas como sagradas se utilizando da própria bíblia como uma ferramenta de interpretações que são produtos de uma conveniência par a manutenção do controle. Enfim, faz pensar, envolve através de uma experiência imperdível através da arte. Sensacional!
    Enilson S.
    Enilson S.

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 26 de agosto de 2018
    Que série e que atriz cada episódio só faz você querer ver mais e mais. Muito boa e bem direcionada, ótima ação e a idéia principal é maravilhosa.
    Lisiane M.
    Lisiane M.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 18 de junho de 2017
    Amei esta série. Com uma história fictícia não muito distante de ser uma realidade onde a organização mundial, valores, ditaduras facismo nos cercam. Interpretações maravilhosas ❤️
    Taisa A.
    Taisa A.

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 10 de janeiro de 2018
    Muito boa,assistir tudo em um dia porque comecei a ver e não consegui parar..Ansiosa pela segunda temporada!
    Denis M.
    Denis M.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 19 de fevereiro de 2019
    Série com tema importante e que precisa ser assistida pela sociedade. Sem duvidas umas das melhores séries que já assisti.
    Isa G.
    Isa G.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 17 de dezembro de 2017
    MELHOR SÉRIE DO ANO !!! sem mais palavras pra essa série fenomenal, se estiver em dúvida se deve assistir faça o favor a você mesmo e assista essa maravilha, vai mudar sua vida !!!
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    Crítica da 1 temporada
    4,5
    Enviada em 8 de janeiro de 2018
    Ótima 1° Temporada! Para muitos a melhor série de 2017, eu coloco com uma das melhores. Temos aqui Elizabeth Moss e Joseph Fiennes estrelando esse drama de 1° qualidade, com uma história cheia de reviravoltas e suspense, com atuações fantásticas, principalmente de Moss que lhe rendeu o prêmio máximo, Globo de ouro 2018, merecidamente, pois sua atuação é uma das mais incríveis de 2017. Roteiro é impecável, tem alguns pequenos clichês, mas são praticamente não visto, pelo tamanho e crescimento da série durante os episódios. Uma série que merece muito ser vista e revista.
    Drih S.
    Drih S.

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    Crítica da 1 temporada
    5,0
    Enviada em 21 de junho de 2019
    THE HANDMAID'S TALE - O Conto da Aia (season 1 The Handmaid's Tale é uma produção da MGM com parceria da HULU (um serviço de streaming), sendo lançada em 26 de abril de 2017. A série foi criada por Bruce Miller, baseado no romance homônimo de 1985 da escritora canadense Margaret Atwood sobre a distopia de "Gileade". A história se passa em um futuro distópico onde os Estados Unidos se transformaram na República de Gileade, sendo dominada por uma facção católica, cujo governo impõe um regime totalitarista, onde as leis são baseadas no antigo testamento. Dentro desse universo as mulheres estão quase todas inférteis, por causa da poluição e das doenças sexualmente transmissíveis. As poucas mulheres férteis que restaram são aprisionadas em um regime e passam a serem denominadas por "AIA" (uma mulher cuja sua única função é procriar). Nesse contexto está Offred (Elisabeth Moss), que é entregue ao Comandante para ser a nova Aia (Handmaid) da casa. The Handmaid's Tale é a coisa mais magnífica e esplendorosa que eu já assisti na vida, também é a coisa mais triste, repugnante e odiosa que eu já vi na vida. Uma série forte, pesada, incômoda, doentia, que nos causa repulsa e nos confronta diretamente com temas atuais, como o caso da colocação da mulher na sociedade, se tornando uma série muito importante e que precisa ser vista por todos atualmente. Somos apresentados para uma sociedade completamente machista, em que as mulheres são usadas apenas como meios de reprodução, como o tema de uma celebração. Inclusive, as roupas das Aias – como o chapéu de longas abas e a roupa vermelha que cobre o corpo inteiramente – é um dos símbolos de repressão dessa sociedade distópica representada na trama. A série mostra um governo em guerra que quer impor uma teonomia cristã com o intuito de restaurar a paz, se baseando inteiramente na Bíblia (com várias citações a passagem Bíblica de Jacó com sua esposa que não podia engravidar, e sua irmã). Uma sociedade dominada por líderes sedentos pelo poder, ditando regras sobre um governo militarizado, hierárquico e fanático, cuja as mulheres são brutalmente subjugadas, onde não possuem o seu direito do livre-arbítrio, como trabalhar, possuir suas propriedades, controlar o seu dinheiro e até mesmo ler. Uma interpretação do mais alto escalão do machismo e do extremismo, onde as mulheres são impostas às casa dos líderes de governo unicamente para servi-los, sendo submetidas a espantosos "estupros ritualizados" com a intenção de gerar um bebê para seu mestre e consequentemente para as suas esposas inférteis (uma das cenas de maior perversidade humana que eu já vi). Outro ponto que me deixou completamente incomodado, o fato das mulheres não poderem usar os seus próprios nomes, sendo obrigadas a usarem codinomes que representavam os seus atuais Comandantes ("patronímico"), como um símbolo da posição sagrada delas. É uma coisa completamente absurda e doentia, eram como se quisessem apagar todo passado das mulheres, como no caso da June (nome original da Offred), que tinha uma vida com seu esposo e sua filha antes de tudo isso acontecer. The Handmaid's Tale é uma pérola, uma obra de arte, uma obra-prima das séries, com um roteiro absurdamente inteligente e bem feito, uma narrativa da Elisabeth Moss primorosa e muito objetiva, e um enredo que aguça e desperta a curiosidade e a compaixão de qualquer ser humano que se importe com o próximo. É difícil achar a perfeição, mas esta série é 100% perfeita (eu não achei um erro), tudo é feito com a maior qualidade possível, com o maior cuidado possível, com o maior amor pelo espectador - é genial! Os episódios são todos (sem exceções) impecáveis, formidáveis, onde todos se completavam com uma harmonia e uma coesão invejável. Destaco os episódios 1 e 2, onde a série já começa com um soco no estômago, nos mostrando os acontecimentos posteriores fazendo ligações com o presente e consequentemente com o futuro, tudo muito bem apresentado. Assim como o episódio 6, quando Offred tenta sair da submissão que lhe foi imposta fazendo revelações para a Embaixadora Mexicana. O episódio 7 também merece um destaque, quando a série tem uma pequena mudança de tom (nos surpreendendo novamente), mostrando acontecimentos cruciais antes de Gilead sobre a visão da própria June, do Luke (O. T. Fagbenle) e do Nick (Max Minghella). Elisabeth Moss é a alma, o coração de toda série, é impossível não se apaixonar por esta mulher em The Handmaid's Tale. Elisabeth entrega a sua melhor atuação da carreira, um absurdo de entrega à personagem, uma apresentação impecável, perfeita, sem nenhum exagero. A série nos pega exatamente pela atuação da Elisabeth Moss como Offred, é incrível a ligação que ela cria conosco durante toda série, é como se ela fosse da nossa família, como se fosse alguém próximo que amamos muito. Passamos a se preocupar com ela e a torcer por ela desde o primeiro episódio até o fechamento do décimo, criamos uma empatia por ela, como se indiretamente fôssemos parte da sua história, simpatizamos por ela como se pudéssemos ajudá-la de alguma forma. Elisabeth Moss atua com a alma e o coração, nos entrega um nível altíssimo de dramaticidade, agonia, submissão, sempre com um olhar desesperador pedido por socorro, uma interpretação estupidamente "perfeita", sem um erro. Elisabeth Moss foi dignamente reconhecida e coroada com inúmeros prêmios por The Handmaid's Tale, como o Emmy de Melhor Série Dramática, o Critics' Choice Awards e o Golden Globe como Melhor Atriz em Série Dramática (nunca as premiações foram tão justas). O elenco de The Handmaid's Tale é outra perfeição dentro da série! Todos (desde a protagonista até o mais simples dos coadjuvantes) estão perfeitos, estão formidáveis, entregam apresentações espantosamente incríveis e bem performadas. Como Joseph Fiennes, que fez o Comandante Fred Waterford, um oficial do governo de alto escalão e o mestre de Offred. Peça importantíssima dentro da trama, que tem ligações direta com toda a trajetória de Offred. Joseph está magistral na pele de um governante muito importante, sua atuação condiz com toda perfeição que ele entrega em cena. Yvonne Strahovski, como Serena Joy Waterford, esposa de Fred. Yvonne atua como uma figura que se passa por submissa perante seu marido, mas esconde seu lado mais letal e cruel, principalmente sobre o seu maior desejo da vida, ser mãe. Atuação magnânima, primorosa, completamente perfeita. Ann Dowd como tia Lydia, instrutora e guardiã brutal das Handmaids. Ann é uma das figuras mais odiosa de Gileade, aquela carrasca brutal, uma carcereira perversa, violenta, tempestuosa, agressiva, sem um pingo de compaixão em seu coração de pedra. Mais uma atuação monstruosa desse elenco estupendo de The Handmaid's Tale, mais uma interpretação pra ser aplaudida de pé em completo êxtase. Ann Dowd foi indicada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Televisão no Globo de Ouro em 2017. Completando com Max Minghella como Nick Blaine, motorista do Comandante Waterford e um ex-vagabundo de Michigan que desenvolve sentimentos por Offred. Um personagem com um começo mais morno, mas com o passar dos episódios ganha uma grande relevância e tem uma crescente absurda dentro da série - ótima atuação de Max Minghella. Samira Wiley como Moira, a melhor amiga de June desde a faculdade. Ela também começa como uma Aia, mas com o passar do tempo e a ajuda de June ela se liberta e passa a trabalha em um dos numerosos castigos não oficiais de Gileade como um "Jezebel" chamado Ruby. Samira Wiley também nos impressiona pela sua entrega e sua atuação, outra que arranca os nossos mais sinceros aplausos. Ainda temos Alexis Bledel como Emily/Ofglen, uma parceira de compras de Offred, mais tarde sendo duramente castigada por ser considerada como uma "traidora de gênero" (um termo usado em Gileade em referência à homossexualidade) - ótima apresentação. Madeline Brewer como Janine/Ofwarren, a serva mais problemática, que é submetida a uma severa punição por mau comportamento, se destacando notavelmente na série, principalmente nos últimos episódios e mais precisamente no nono e no décimo - outra atriz que eu simpatizei bastante ao longo da série, passei a torcer por ela. E pra finalizar, O. T. Fagbenle como Luke Bankole, marido de June antes de Gileade e pai de sua filha Hannah. Um personagem que ganha uma importância e uma notoriedade dentro da série, principalmente ao chegar nos últimos episódios, o que me deixa com grandes expectativas sobre seu personagem na próxima temporada. Além, é claro, das qualidades técnicas, que é outro ponto que engrandece ainda mais a série. Como a fotografia, que é feita de forma impecável, funcionando de forma genial em todos os episódios (aquele tom vermelho das vestimentas das Aias eram sempre confrontados em cenas). A direção de arte, a montagem e a cenografia da série, tudo minunciosamente bem detalhado e bem caprichado - vemos o amor pelo trabalho aplicado em cada detalhe dessas técnicas. E como jamais poderia faltar, a trilha sonora, se destacando como o verdadeiro coração da série, impondo ritmos e toques que jamais sairão das nossas lembranças. A série introduz vários ritmos e estilos musicais ao longo e aos términos de cada episódio, o que engrandece ainda mais a qualidade da trilha sonora da série - como o término do segundo episódio ao som de Simple Minds - Don't You (Forget About Me) de 1985, e até uma cena nesse mesmo episódio que a Janine canta Three Little Birds do Bob Marley - sensacional! A primeira temporada de The Handmaid's Tale venceu 8 Emmys, 3 Critics' Choice Awards, 1 Screen Actors Guild Awards e 2 Golden Globe Awards - se tornando a "MELHOR SÉRIE" de 2017. E eu considero esta primeira temporada de The Handmaid's Tale como a melhor série que eu já assisti em toda a minha vida! [20/06/2019]
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    Crítica da 1 temporada
    3,5
    Enviada em 15 de abril de 2018
    Esta série da Hulu pode ser vista como uma mini-aula de história e sociologia “a céus abertos”. Começamos vendo uma família fugindo na floresta. Um pai, uma mãe e uma garota. Eles fogem das forças inexoráveis de um Estado autoritário (isso na prática, se você já assistiu filmes suficientes, quer dizer que a família acaba ali). São momentos fortes que sintetizam o significado do totalitarismo na vida das pessoas, quando o coletivo vale mais do que a própria unidade básica da sociedade: a família. Corte na cena com avanço rápido no tempo. Estamos com a mesma mãe de família, June, mas ela se veste com panos que remetem a uma época medieval, embora cercada dos mesmos seguranças uniformizados, camburões e rádios-patrulha. Ela é agora membro de uma unidade maior que sequestra o livre-arbítrio dos participantes dessa nova sociedade, onde a função das mulheres é a função que toda mulher carregou por centenas de milhares de anos e que havia apenas se libertado há algumas décadas: parir crianças.
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