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    Bridgerton na Netflix: Elenco da série revela segredos da 1ª temporada
    Por Kalel Adolfo — 9 de jan. de 2021 às 09:00

    Jonathan Bailey — que interpreta Anthony Bridgerton — revelou que deixou as costeletas crescerem naturalmente para a série que está disponível no catálogo da Netflix.

    Desde que foi disponibilizada no catálogo da Netflix, Bridgerton está rendendo milhares de discussões. A série, que se passa durante a Regência Britânica do século XIX, acompanha os dramas de oito irmãos buscando amor e felicidade na alta sociedade de Londres. Inclusive, a obra é baseada nos best-sellers de Julia Quinn.

    Entre os fatores principais para o sucesso da produção, estão os protagonistas Regé-Jean Page e Phoebe Dynevor, a escalação de atores negros para a série, e claro, o elenco secundário que vale a nossa atenção. 

    E sabe o que é tão fascinante quanto a narrativa de Bridgerton? Os seus bastidores. Inúmeros casos inusitados ocorreram durante as gravações. Você acredita que os dóceis cachorros da Rainha Elizabeth eram raivosos no set? Pois é. Dá uma conferida nessa e outras fofocas maravilhosas:

    Jonathan Bailey deixou as costeletas crescerem naturalmente

    Ao invés de usar maquiagem, Jonathan Bailey — que faz Anthony Bridgerton — decidiu que iria usar sua costeleta normal. Porém, ele se arrependeu da decisão no final da temporada, quando os cabelos já estavam causando alergia em sua pele. “Quando as gravações acabaram e eu precisei tirar a costeleta, temi não ser capaz de andar em linha reta. Eu ficaria sem equilíbrio”, brincou em entrevista.

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    Regé-Jean Page afirmou que o cuidado com os figurinos foi surpreendente

    Regé-Jean Page (Simon Basset) revelou que, especialmente para o seu personagem, a equipe de produção tomou um cuidado gigantesco com o significado de cada traje. O ator conversava diariamente com o time de figurinos sobre influências byronianas que poderiam ser aplicadas nas roupas de Simon, e como essas vestimentas se relacionavam com o personagem.

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    Luke Newton já tinha um passado musical

    Em alguns momentos da série da Netflix, Luke Newton (Colin Bridgerton) precisou soltar a voz. Contudo, o ator já tinha experiências em peças teatrais. Por isso, ele ficou muito contente quando soube que precisaria se reconectar com as origens durante as filmagens.

    “Meus tios estavam nos shows do West End, então eu cresci vendo isso”, revelou. O ator ainda afirmou que o set possuía uma vibe ótima, e que todos inventavam canções nos bastidores durante os intervalos para descanso.

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    Os cachorros da Rainha Charlotte não eram tão dóceis quanto na série

    Se você assistiu a série, sabe que a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) tinha um amor especial por seus cachorros lulu-da-pomerânia. Porém, a atriz afirmou que os cães eram um tanto quanto agressivos, e que era necessário acalmá-los com certa frequência.

    Mesmo assim, a estrela de Bridgerton disse que eles eram bichos excelentes e tão turbulentos quanto a rainha. “Eu adorei isso. Acho que eram todos fêmeas, menos um. É uma série muito feminina”, disse Golda.

    Costume bizarro da época da Regência foi descoberto pelo produtor de design

    Enquanto realizava pesquisas para a série da Netflix, o produtor de design Will Hughes-Jones acabou descobrindo um fato bem bizarro sobre a época da Regência: os nobres tinham o costume de assar os seus bichos de estimação e colocá-los em um espeto. “Eu fiquei chocado quando vimos uma maquete disso numa propriedade do patrimônio Inglês. Era um rolete dentro de uma lareira. Um churrasco de cachorro”, afirmou.

    A Rainha Charlotte muda de peruca toda hora

    Você provavelmente percebeu que a Rainha Charlotte muda de peruca a cada vez que aparece em tela. Segundo Marc Pilcher, head de cabelo & maquiagem da série, o intuito por trás disso era mostrar o quanto ela estava entediada esperando o marido morrer. “As perucas sempre combinavam com as roupas. Isso tomou muito tempo, mas foi algo bem criativo de se fazer”, explicou.

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    Os mínimos detalhes do set foram construídos à mão

    A equipe de produção e design decidiu não comprar móveis e adereços prontos para a série. Portanto, até mesmo as cortinas que aparecem na série foram fabricadas do zero.

    Eloise Bridgerton e Penelope Featherington já se conheciam antes da série

    Eloise Bridgerton (Claudia Jessie) e Penelope Featherington (Nicola Coughlan) são amigas de longa data e já trabalharam anteriormente. Para Nicola, isso foi essencial para criar um laço mais verdadeiro na série: “Consegui me livrar daquela ideia antiquada de relacionamentos da época, e por isso, as cenas que gravei com Claudia ficaram modernas e divertidas”, afirma.

    Bridgerton: Crítica da 1ª temporada da série da Netflix

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    Comentários
    • Jonas Furtado Bittencourt
      Série revolucionária, acho até que o racismo acaba agora, afinal, para combater apagamento histórico e brancos contando histórias sobre negros nada melhor do que ter negros contando histórias sobre brancos...Sem paciência pra tanta falsa sinalização de virtude e revisionismo histórico revanchista dessa turminha identitária intransigente, falar o óbvio agora, que não faz sentido atores de uma etnia interpretando personagens que sobre todos os requisitos da lógica básica seriam de outra, é racismo? Me poupe dessa frescura, foda-se...''ah mas tudo bem pra vc branco fazendo papel de faraó e asiático né?'' Não! Um erro não justifica o outro, vamo parar com essa infantilidade argumentativa seus ativistinhas lacradores de internet metidos a justiceiros sociais, bando de hipócritas...''ah, mas é só ficção, então tudo bem ser do jeito que eles acharem que tem que ser'', se decidam, ou é justificável o elenco ser etnicamente diverso porque negros eram membros da alta corte europeia na vida real, ou admitem que a série é uma besteira revisionista sem sentido, difícil pra vocês escolherem se estão muito ou só um pouco errados, né? Vocês só querem se dar uns tapinhas nas costas achando que tão arrasando ''lutando contra a opressão'' defendendo que esse tipo de série tosca apelativa exista só pra poder ''lacrar'' na internet pra depois poder colocar o travesseiro debaixo da cabeça e dormir tranquilo com aquela sensação preguiçosa do ''eu fiz minha parte'' que dá quando a gente se esforça o mínimo por algo que acha que é certo, afinal, é difícil se dedicar de verdade à algo, então fazer de conta é mais fácil... Uma pena que a indústria do entretenimento tenha chegado nesse nível, se curvando às vontades de um nicho pequeno, mas barulhento de gente infantil, de moralistas hipócritas politicamente corretos que se acham a nata da espécie humana porque pagam de super justiceiros sociais fodões contra a opressão, quando na verdade não passam de um bando de extremistas autoritários que seguem cegamente uma agenda política, intimidando, difamando, e rotulando das coisas mais horríveis quaquer um que ouse não seguir essa agenda. Eu só espero que essa série tenha o mesmo fim de praticamente todas que a Netflix faz : No máximo 3 ou 4 temporadas, e no meio do caminho chega outra merda pro povão assistir e ''lacrar'' na internet, aí a audiência dessa série vai caindo de temporada a tempora, e então, cancelamento, amém. Provavelmente será apenas mais uma 13 Reasons Why da vida, felizmente.
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