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    Escape Room: "Esse é um filme estranho porque as salas é que são o vilão", diz diretor (Entrevista Exclusiva)
    Por Fernanda Pineda — 7 de fev. de 2019 às 10:00

    Adam Robitel ainda conta que se inspirou em filmes como "Jogos Mortais", mas garante que o longa traz uma experiência única.

    Imagine que você recebeu um convite misterioso para brincar numa sala de "escape" e concorrer a um milhão de dólares caso saia vencedor. Imaginou? Então é bem provável que você aceitaria participar do jogo. O problema é que isso não necessariamente acaba bem: em Escape Room, seis personagens precisam lidar com salas de fuga muito mais reais do que qualquer outra experiência imersiva já vista.

    O filme chega aos cinemas nesta quinta (7) e conta com a direção de Adam Robitel, de Sobrenatural: A última Chave e A Possessão de Deborah Logan. Apesar do currículo bem voltado para o terror sobrenatural, Robitel já avisa do que o longa se trata: "Não é gore, não tem sangue. É realmente suspense para deixar o público tenso". 

    Na entrevista para o AdoroCinema que você confere acima, o diretor contou que ainda não é um expert em jogos de fuga, mas que a equipe se empenhou ao máximo no desenvolvimento de cada sala. "Nós queríamos que cada quarto parecesse um filme diferente. O lobby vira um forno, então como podemos transformar o espaço? Cada detalhe foi muito bem planejado e o roteiro bem específico. Cada pista, de alguma forma, precisava abalar o psicológico dos jogadores", explicou. 

    No elenco estão Deborah Ann Woll, Jay Ellis e Logan Miller, que vivem personagens convidados para essa enrascada. Ao longo da suposta brincadeira, as coisas vão ficando cada vez mais reais e parecem ter lições específicas para dar em cada um dos jogadores. Parece familiar? Pois Robitel assume que é fã de Jogos Mortais, mas diz que seu longa é uma experiência à parte: "Com certeza nos inspiramos no filme, mas vemos 'Escape Room' como sendo uma montanha-russa única. Queríamos fazer um filme de gênero que fosse bonito, como a sala de bilhar em que está tudo ao contrário". 

    Os apaixonados por jogos de fuga, que se tornaram mania no mundo todo, podem até sentir um calafrio a mais, especialmente porque Robitel garante: "Não temos um vilão propriamente dito. As salas é que são o vilão". Ainda assim, vale a dica que o diretor nos deu ao final do papo: Dr. WooTan vai voltar! 

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    Comentários
    • Jonathan Kennedy
      Não me interessou muito.
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