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    Festival de Berlim 2018: Cinema brasileiro vence seis prêmios e diretores discutem o estado da produção nacional
    Por Bruno Carmelo — 26 de fev. de 2018 às 11:15

    O resultado de longos anos de políticas públicas.

    A edição 2018 do festival de Berlim foi muito boa para o cinema brasileiro. Além de igualar o recorde de 2017, com doze filmes selecionados, a 68ª Berlinale também trouxe um recorde de recompensas às produções nacionais. Foram seis troféus, distribuídos entre cinco filmes:

    Tinta Bruta: Teddy Award de melhor ficção e prêmio CICAE Aeroporto Central: Prêmio Anistia Internacional O Processo: 3º lugar na Mostra Panorama Bixa Travesty: Teddy Award de melhor documentário Ex-Pajé: Menção especial do júri na categoria documentário

    O reconhecimento das obras nacionais torna-se ainda mais importante por coroar projetos sobre temas essenciais à realidade brasileira, como a sexualidade (Tinta Bruta e Bixa Travesty), o impeachment de Dilma Roussef (O Processo), a integração de refugiados (Aeroporto Central) e as relações entre cultura indígena, política de demarcação de terras e religião (Ex-Pajé).

    O AdoroCinema aproveitou para conversar com os diretores sobre a situação atual da produção brasileira. Para eles, o sucesso em Berlim representa o fruto de uma longa prática de políticas públicas implementadas há mais de dez anos, e que esperam ver conservadas pela nova diretoria da ANCINE:

     

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