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    Mad Max: Estrada da Fúria é a maior estreia da semana
    Por João Vitor Figueira — 14 de mai. de 2015 às 10:30

    Os principais destaques nacionais são a comédia romântica Divã a 2 e o drama Metanoia.

    Mad Max: Estrada da Fúria é a maior estreia da semana. Recebido pela crítica como um dos melhores filmes de ação de 2015 e o melhor filme da franquia Mad Max, o longa-metragem de George Miller abre em 1.007 salas, sendo 641 em 3D e 11 em IMAX. A trama pós apocalíptica traz Tom Hardy no papel do guerreiro de poucas palavras que foi de Mel Gibson na trilogia original e Charlize Theron como a brava Imperator Furiosa. Os dois rebeldes lutam juntos contra o tirânico Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), um líder sádico que explora sua população.

    Sem Lília Cabral, Divã a 2 traz Vanessa Giácomo no papel de Eduarda, uma mulher que percebe que sua relação com seu marido Marcos (Rafael Infante), com quem é casada há 10 anos, está desgastada. Ela recorre à terapia para salvar o casamento, mas acaba descobrindo que o divórcio é a melhor opção. A direção é de Paulo Fontenelle (diretor e roteirista da série Se Eu Fosse Você) e o elenco conta ainda com Marcelo SerradoFernanda Paes LemeFiuk e Maurício Mattar. Estreia em 300 salas.

    O outro destaque nacional desta quinta-feira é o drama Metanoia. O apresenta um olhar sobre crescente problema social que atinge grandes cidades brasileiras: o vício em crack. Caique Oliveira interpreta um jovem da periferia de São Paulo que acaba sucumbindo ao uso da droga enquanto sua mãe (Einat Falbel) faz de tudo para reabilitá-lo. O elenco conta com Caio BlatSilvio Guindane e Solange Couto e direção e roteiro de Miguel Nagle. O filme será exibido em 47 salas.

    Em menor circuito, estreiam ainda o documentário musical Los Hermanos - Esse é Só o Começo do Fim da Nossa Vida, de Maria Ribeiro; o documentário A Lei da Água - Novo Código Florestal, que analisa a questão hídrica no Brasil; o drama japonês O Desejo da Minha Alma; a comédia dramática sueca Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência; e o drama ucraniano A Gangue, que traz todos os diálogos na linguagens de sinais.

    Para informações sobre os horários das sessões, acesse nosso guia de programação.

    Confira abaixo os trailerscríticas e a opinião da imprensa:

    Mad Max: Estrada da Fúria: "Sem medo de soar repetitivo, é insano. Por sinal, insana também é a forma como a quantidade de ação cai como uma luva no roteiro. O espectador não tem muito tempo para respirar. Mas ele também não pede por isso. Ele quer mais e mais, como os habitantes do universo em cena pedem por água." Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

    Divã a 2: "Em última análise – com o perdão do trocadilho –, o que falta de coragem, sobra de previsibilidade..." Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

    Metanoia: "Este é o principal mérito da direção de Miguel Nagle. Ao contrário de produções recentes como Deus Não Está Morto ou Nosso Lar, ele não tenta vender verdades. Procurou fazer cinema. O resultado é irregular, mas com sinais promissores." Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

    Los Hermanos - Esse é Só o Começo do Fim da Nossa Vida: "Sem ter muito a dizer, se contenta em apresentar cenas aleatórias que não representam muito nem para os músicos nem para a própria diretora. Poderia ter uns 30 minutos a menos que atenderia, sem dificuldade, à proposta de retratar o retorno da banda e sua imensa legião de devotos. Válido apenas para os fãs aficionados, aqueles para quem um minuto a mais já vale muito, independente do que seja exibido." Leia a crítica completa.

    A Lei da Água - Novo Código Florestal: Leia a opinião da imprensa.

    O Desejo da Minha Alma: Leia a opinião da imprensa.

    Um Pombo Pousou num Galho Refletindo sobre a Existência: "Trata-se de um filme repleto de situações insólitas onde tudo o que acontece na tela é relevante, já que pode retornar numa esquete futura, mas que peca por uma certa irregularidade, normal em filmes episódicos, e também por este contraste brusco em sua reta final. Ainda assim, merece ser visto pelo formato inusitado e por algumas tiradas impagáveis." Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

    A Gangue: "O filme conta com uma proposta muito interessante, mas o melhor é que não fica satisfeito em ser apenas uma proposta. Tem uma história envolvente e angustiante, que deixará o espectador preso ao longo dos 132 minutos de duração. Não trata-se de um filme sobre a acessibilidade e não se preocupa em ser politicamente correto, mas também não esconde a difícil realidade vivida pelos personagens, com a surdez sendo diretamente responsável por alguns de seus destinos." Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

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