Após ter causado comoção internacional com seus espetaculares filmes de fantasia Guardiões da Noite e Guardiões do Dia, Timur Bekmambetov finalmente deu o salto para Hollywood com o extravagante O Procurado.
Mais recentemente, no entanto, o visionário cineasta cazaque-russo tem se concentrado principalmente nas realidades da vida moderna — por exemplo, como produtor de filmes como o thriller de terror Amizade Desfeita, os suspenses sobre pessoas desaparecidas Buscando... e Desaparecida, e o completo desastre A Guerra dos Mundos, que, não sem razão, foi indicado a seis prêmios Framboesa de Ouro.
Apesar de alguns títulos esquecidos e que fracassaram entre a crítica, Timur Bekmambetov finalmente voltou à direção após dez anos com Justiça Artificial, lançado em 2025. No entanto, pouca gente no cinema estava interessada em descobrir se o filme conseguiria superar seu remake de Ben-Hur.
Um novo sucesso na carreira?
Prime Video
O filme de ficção científica repleto de estrelas arrecadou apenas US$ 54,3 milhões em todo o mundo — nem o suficiente para cobrir seus custos de produção de US$ 60 milhões. Contudo, para uma produção da Amazon MGM Studios, o lançamento nos cinemas tradicionalmente não é o foco principal. Mas será que o filme tem, pelo menos, o que é preciso para ser um sucesso na plataforma de streaming da própria empresa?
Apenas seis semanas após sua estreia nos cinemas, o filme de ação e ficção científica distópica, estrelado por Chris Pratt e Rebecca Ferguson, entre outros, já se prepara para um novo lançamento, diretamente no streaming da Prime Video.
Apesar do elenco repleto de estrelas, Justiça Artificial não é, em última análise, um blockbuster convencional. Se as vantagens ou desvantagens deste filme divertido, mas nem sempre totalmente coerente, se sobressaem, é uma questão de opinião pessoal.
Esta é a história de Justiça Artificial
O policial Chris Raven (Chris Pratt) acorda um dia amarrado a uma cadeira. Ele se encontra sozinho no tribunal do Programa Mercy com a juíza de IA Maddox (Rebecca Ferguson) — onde tem apenas 90 minutos para convencer a inteligência artificial de que não assassinou sua esposa (Annabelle Wallis). Somente se ele conseguir reduzir a probabilidade de sua culpa, com base nas evidências disponíveis, para menos de 92,5%, poderá ser absolvido por "dúvida razoável" e escapar da pena de morte que o aguarda.
O filme já está disponível no Prime Video.