O filme da Tela Quente de hoje (2 de março de 2026) homenageia uma das bandas mais amadas do Brasil, com detalhes de bastidores pouco conhecidos pelo público. A partir das 23h10 (horário de Brasília) desta segunda-feira, sente no sofá para assistir ao documentário inédito Mamonas - Eu Te Ai Lóve Iú (2026), na tela da Globo, logo após o BBB 26.
A produção marca os 30 anos da morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas, que viveram um sucesso meteórico e deixaram o Brasil aos prantos após o acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte da capital paulista, em 2 março de 1996, que vitimou todos os membros do querido grupo: Dinho, Bento, Júlio, Sérgio e Samuel.
Documentário dos Mamonas Assassinas na Tela Quente traz depoimentos exclusivos
A obra revisita a trajetória dos cinco jovens de Guarulhos que se uniram e formaram um dos fenômenos mais divertidos da música brasileira. O documentário relembra a formação dos Mamonas Assassinas, que, com um único disco, bateu recordes e entrou para a história.
A produção também conta com imagens raras e depoimentos exclusivos, que fazem o público mergulhar na vida e nos bastidores do grupo .Nomes como Serginho Groisman, Falcão, Cláudio Manoel, Tom Cavalcante e até Valéria Zopello, a eterna namorada do vocalista Dinho, foram convidados para ajudar a contar a trajetória da banda com mais precisão.
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Namorada quase esteve no acidente
E por falar em Valéria Zopello, aqui vai um spoiler: ela revelou no documentário que quase esteve no trágico voo. A namorada de Dinho contou que o avião que caiu com nove pessoas a bordo tinha um assento a mais, reservado para ela. No entanto, na última hora, o próprio vocalista pediu para que Valéria não viajasse com a banda. É de arrepiar!
Mamonas Assassinas - O Filme: Muito antes de chegar aos cinemas, a história da banda de Guarulhos foi adaptada para o teatro e quase virou sérieImagens inéditas do último show
O documentário também traz imagens inéditas do último show dos Mamonas Assassinas, realizado no dia 2 de março de 1996 no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Para chorar e também rir
A irreverência e a espontaneidade do grupo também estão muito presentes. "Construímos uma obra rica em imagens inéditas, bastidores e, claro, na irreverência que marcou a trajetória deles. O público vai rir muito, porque é impossível falar dos Mamonas sem rir, mas também vai se emocionar”, conta Gabriel Tibaldo, que assina o roteiro juntamente com Renato Terra.
Globo queria exclusividade
No auge da popularidade da banda, nos anos 90, Boni era o principal executivo da Globo e chegou a propor um contrato de exclusividade de três anos para os Mamonas. A ideia era evitar que o grupo se apresentasse nas emissoras concorrentes, como o SBT.