Eurotrip - Passaporte para a Confusão: Recentes críticas
Eurotrip - Passaporte para a Confusão
Média
3,8
921 notas
22 Críticas do usuário
5
11 críticas
4
3 críticas
3
5 críticas
2
2 críticas
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Gustavo Borba
31 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 20 de março de 2026
Não achei um filme bom, nem muito engraçado. Vale ressaltar que ele faz piada com assédio, sexualiza mulheres e reforça um machismo bem ultrapassado. Tem coisa ali que simplesmente não desce mais hoje em dia. Sinceramente, alguns filmes deveriam parar de ser exibidos em TV aberta ou até em canais por assinatura, e esse é um deles. Esse tipo de humor ficou no passado e não funciona mais como piada. A única cena que realmente arranca uma risada é a dos meninos no Vaticano. Fora isso, a cena do assédio na cabine é constrangedora e passa uma ideia péssima, como se esse tipo de situação fosse engraçada.
Ótima comédia, perdi as contas de quantas vezes assisti. É bem leve (exceto pelas cenas de nudez), mas contém um humor leve que te arranca risadas inesperadas.
Eurotrip: Passaporte para a Confusão – ou, como poderíamos chamá-lo, "American Pie Desce a Ladeira da Europa com um Orçamento de Terceira e um Roteiro de Bar". Este filme, uma obra-prima do cinema que provavelmente só existe porque alguém no estúdio disse "E se a gente fizer Road Trip, mas com sotaques ridículos e estereótipos xenofóbicos?", é um verdadeiro monumento à comédia adolescenteira dos anos 2000. Vamos, então, dissecar essa joia rara com o rigor científico que ela merece.
A trama segue Scott, um jovem americano rejeitado por sua pen-pal alemã (que, surpresa, era uma mulher linda o tempo todo – porque é claro que era). Ele então parte numa jornada épica pela Europa com seus amigos, porque, aparentemente, em 2004, a internet ainda não tinha inventado o "Oi, desculpa, eu sou burro, você quer namorar comigo?" por e-mail.
O roteiro é uma colcha de retalhos de piadas que variam entre "engraçado se você tiver 14 anos" e "ofensivo se você tiver mais de dois neurônios". Há momentos de genialidade involuntária, como o fato de que o vilão do filme é um ex-nazista que agora trabalha como... hóspede de hostel em Bratislava? Ah, sim, porque nada diz "redenção pós-guerra" como explorar turistas bêbados.
Scott Mechlowicz, como Scott, entrega uma performance tão marcante que você quase consegue lembrar o nome do personagem depois que o filme acaba. Jacob Pitts, como o amigo alcoólatra, parece ter sido contratado apenas para dizer "Vamos beber!" em todos os sotaques possíveis. Michelle Trachtenberg, antes de ser Dawn Summers em Buffy, aqui é a irmã gostosa que existe apenas para gerar sexual tension desnecessária (porque Hollywood adora um incesto light).
E não podemos esquecer Matt Damon. Sim, aquele Matt Damon. Sua participação como o vocalista da banda de punk Lustra (que canta "Scotty Doesn’t Know", o hino não-oficial dos traídos) é tão aleatória que até hoje me pergunto se ele perdeu uma aposta.
A fotografia de Eurotrip é basicamente um "Olha como a Europa é bonita (e cheia de prostitutas)!". Cada país é reduzido a um estereótipo: Londres é chuva e gente feia, Paris é só sexo, Amsterdam é maconha e prostituição, Bratislava é... bem, Bratislava é o inferno na Terra, segundo o filme.
Os planos são tão profundos quanto um post do "Memes Engraçados", mas convenhamos: ninguém está aqui para profundidade. Estamos aqui para ver um cara pelado sendo perseguido por torcedores do Chelsea.
A trilha sonora é um mix de punk pop e eletrônica que faz você sentir saudade de uma época que talvez nem tenha vivido. "Scotty Doesn’t Know" é tão contagiosa que você quase esquece que é sobre ser corno. Já a música da cena do Vaticano ("Du Hast" do Rammstein tocando enquanto Scott vira Papa em 5 segundos) é tão absurda que chega a ser poética.
O final é previsível como um episódio de sitcom genérico: Scott encontra Mieke, eles se beijam, os amigos fazem uma piada sexual, e a vida segue. Mas a cereja do bolo é a cena pós-créditos, onde os amigos estão perdidos no deserto porque, claro, o filme não podia acabar sem mais uma piada de "americanos burros".
Eurotrip não é um bom filme. Mas é um filme tão ruim que se torna bom. Ele é politicamente incorreto, exagerado, absurdo e, em alguns momentos, genuinamente engraçado. É o tipo de filme que você assiste bêbado com os amigos e depois cita por anos como "Nossa, lembra daquele filme ridículo?".
Se você quer uma comédia inteligente, assista Monty Python. Se quer uma comédia burra, mas que sabe que é burra e abraça isso com orgulho, então Eurotrip é o seu "guilty pleasure".
Ótimo filme de comédia, com um elenco bem razoável. História bem elaborada, envolvente e engraçada. Filme bem leve e divertido, te prende do início ao fim. Vale a pena assistir.
Filme excelente, já está entre os melhores filmes de comédia que eu assisti, dei altas risadas com esse filme, muitas cenas hilárias, fazia tempo que eu não dava tanta risada com um Filme, Esse foi excelente. uma comédia "erotica", mostra muita coisa das mulheres, curti demais esse filme, minha aprovação é de 90%. para quem recomendo esse filme: Para quem gosta de comédia pura, sem historia complexa e etc, esse vai direto ao ponto uma história simples com muitas cenas engraçadas, e muito nudismo feminino, quem gosta do Filme "American Pie" provavelmente vai gostar desse, vai na mesma vibe, enfim eu gostei demais.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade