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Pony mrslittle
1 crítica
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5,0
Enviada em 26 de julho de 2026
Nunca pensei que um filme fosse me atingir tão em cheio. Ou pior, me fazer escrever aqui...
Encontros e Desencontros não é sobre um grande amor que deveria ter acontecido. Para mim, é sobre duas pessoas que se sentiam deslocadas do mundo, como se não pertencessem a lugar nenhum, até encontrarem uma na outra um breve refúgio. Elas seguraram a mão uma da outra por um instante e, por mais intenso que esse momento tenha sido, não cabia uma vida inteira ali...
Ela vivia um relacionamento em que nunca recebia a atenção que precisava, sempre deixada em segundo plano pelo trabalho do esposo. Ele, por outro lado, parecia cansado da rotina, das mesmices do casamento e de uma vida que já não o preenchia.
Mesmo estando errados, eles se amaram. E, curiosamente, em nenhum momento consegui sentir raiva da traição. O filme não romantiza o que fizeram, mas também não os transforma em vilões. A conexão entre eles foi leve, confortável e genuína. Parecia que, pela primeira vez em muito tempo, alguém realmente os enxergava (e quem não quer ser visto?).
Mas o mais bonito é que eles compreenderam que abandonar tudo para viver aquele amor não acabaria com o vazio que ambos carregavam. O problema nunca foi a falta um do outro. Era algo muito mais profundo, que cada um precisava enfrentar por si. Além disso, eles sabiam das responsabilidades que tinham com suas próprias vidas e com as pessoas que faziam parte delas.
Talvez por isso o final seja tão marcante. spoiler: Eles entenderam que algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram para nos lembrar que ainda somos capazes de sentir e de nos reconhecer em alguém. E, por mais doloroso que isso pareça ser, essa também é uma forma de amor. :3
Apesar do ritmo mais lento, Encontros e Desencontros entrega uma história sensível e reflexiva. As atuações são excelentes, a atmosfera é envolvente e o filme transmite emoções de forma natural. Pode não agradar quem busca uma narrativa mais dinâmica, mas é uma experiência que permanece na mente depois dos créditos,eu sinceramente recomendaria para várias pessoas,Bill realmente soube encorporar o personagem dele.
Acabei de ver Encontros e Desencontros depois de tantos adiamentos e não consegui entender tanta badalação sobre ele...O filme abusa dos clichês, dos estereótipos e da previsibilidade. Meloso ao extremo, Encontros...é apenas infantil, quando quer se passar por sensível e inteligente, e sua pretensão(Sofia Coppola parece gritar: "esse filme é para pessoas sensíveis e ainda não brutalizadas pelo mundo!!!") é piegas, repleta de soberba, irrita e constrange. Mas, convenhamos: o encontro do chato metido a inteligente que só está esperando a morte e da mimadinha que precisa rapidamente dar um pé nos fundilhos do marido relapso e encarar a vida de frente só poderia resultar em algo mais ou menos como esse filme! PS: E a trilha sonora, cheia de artistas indie que se acham(achavam?) o centro do universo, está bem de acordo com o espírito do filme e foram feitos um para o outro. Ali só se salva o grande Roxy Music...
Filme sem sal, história morna e arrastada, humor fraco. Passou a impressão que colocaram muitas cenas só pra ocupar tempo, porque o enredo é bem raso; que te prende em certos momentos, mas no geral não entusiasma. É assistível, nada além disso.
Por mais que a critica e a bilheteria tenham andaram bem juntas nesse filme 2003, o temas como solidão ,depressão e insônia em país estrangeiro não comoveram. Serio,! Não surpreendi com nada,nem a Friendzone dos personagem principais e suas crises.
Uma hora e meia de nada a lugar nenhum. Puta filme chato, se estiver sem sono embarque nessa. As únicas coisa que salvam são o colorido de Tóquio e a beleza de Scarlett Jhosanson.
O filme encontro e desencontro é uma comédia romântica que foi dirigido e roteirizado por Sofia Coppola. Vale lembrar que o filme foi indicado como melhor ator (Bill Murray) melhor direção, melhor filme e melhor roteiro original, vencendo apenas ao último prêmio. O filme conta a história de Bob Harris (Bill Murray) que é uma estrela do cinema que está em Tóquio para realizar um comercial de uísque. Ao mesmo tempo Charlotte (Scartlett Johansson) está na mesma cidade acompanhando o seu marido que é fotografo de celebridades. Harris e Charlotte acabam se encontrando, pois estão hospedados no mesmo hotel procuram um do outro uma fuga, distração e compreensão. O filme por si é na verdade um poema audiovisual sobre a vida e as escolhas que fazemos. A simplicidade que Sofia faz deste filme é algo absurdo, pois foca-se apenas na construção e desenvolvimento dos 2 personagens principais. Ambos funcionam melhor quando estão juntos e a atuação de ambos foram fantásticas. Fugindo dos clichês do gênero, Coppola aqui mostra o quanto as decisões passadas e futuras acabam afetando o presente, a ponto de nos aproximar e se distanciar das pessoas. Vale lembrar que ao passar no Japão, o filme acaba mostrando um pouco sobre o choque cultura entre norte-americano e o japonês e ao mesmo tempo nos traz boas fotografias de uma Tóquio que não para.
Eu assisti esse filme pela primeira vez no Globoplay e advinha... paixão a primeira vista, não entendo como pude desprezar essa obra prima na tv aberta e fechada quando adolescente, agora esse filme ganhou o meu respeito, assim como os dois filmes da saga antes ganharam o meu respeito. Encontros e desencontros é um clássico para se assistir no ano novo de boa.
Filme muito, mas muito, muito chato, não indicaria nem pro meu pior inimigo, a não ser que vc queira dormir. Vc sempre espera que aconteça algo, mas n acontece nada. Se vc quer assistir por assistir, não espere nada. Se vc esta assistindo por indicação, não espere nada. E se vc esta assistindo procurando um filme bom, não assista. Eu assisti com a mentalidade de que o começo era ruim, mas ele ia ficar bom depois, não, não fica. Parece um filme indie, feito por universitarios do curso de teatro, com um baixíssimo orçamento, as partes "engraçadas" são coisas idiotas que aparecem na tela. E não tem romance tbm. ALERTA DE SPOILER: o cara ta fugindo da esposa e dos filhos, trabalhando em um serviço milionário, ele é ator, e conhece uma garota que ta começando a vida dela, acabou a facul e acabou de casar. E é só isso, não tem nada além disso, pq n acontece nada, eles só se conhecem e no final de despedem, fim. O pessoal falando sobre solidao e piriri pororo, não é sobre solidão, é sobre um homem velho já, que ta tendo uma crise de meia idade e uma garota que não faz nada da vida e namora um cara que só liga pra ele mesmo, que nem aparece direito no filme. É um velho sendo velho e uma jovem sem perspectivas sendo uma jovem sem perspectivas. Não dou nota zero pq os atores foram mt bons, apesar do filme não ter nada, literalmente nada.
Um filme brilhante, dirigido por uma mulher, realmente incrível! Uma legítima obra prima. Aos que se sentiram entendiados, tadinhos, não sabem de nada, inocentes...
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