Encontros e Desencontros
Média
3,8
911 notas

63 Críticas do usuário

5
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Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2023
Casamentos em crise, tema banal. O que mais surpreende é o ar blasé dos protagonistas, mesmo quando eufóricos. Fiéis (entre aspas) tanto às convenções sociais quanto às vontades pessoais, mas não resolvem esse dilema – o que frustra, mas que é muito real! Me vi no “tiozão” de Bill Murray diante da estonteante jovem beleza de Scarlett Johanson – incapaz. Mas gostei da forma cavalheiresca que encarou – fica claro o dedo feminino da diretora.
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 119 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de dezembro de 2022
É um filme longo, considerado um clássico por muitos, mas eu achei extremamente enfadonho.
Entendo a mensagem que ele quer passar, acho a filmografia linda, além de ter a estreia da Scarlett Johansson no mundo cinematográfica.
É o tipo de filme que você tem que assistir pelo menos uma vez na vida, ou talvez, seja o tipo de filme que eu só consiga entender e gostar, quando for mais velha.
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2022
Um Ótimo filme, com uma bela história de dois personagens com vidas entediantes e que se hospedam no mesmo hotel no Japão surgindo uma bela relação de amizade, companheirismo e que vai se aprofundando de forma leve e bem trabalhada pela direção de Sofia Coppola (filha do mestre Coppola). Bill Murray está muito bem no filme e Scarlett, ainda com 19 anos na época está mais linda e sensual. O filme é leve, algumas vezes lento, mas carrega uma poesia e fotografias belíssimas. Sem falar na trilha sonora e a música maravilhosa do final. Vale assistir para quem gosta de arte.
stupidanna
stupidanna

1 seguidor 25 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2022
Eu gostei muito. Ele é um filme engraçado e leve que te prende do início ao fim, é legal assistir a confusão do protagonista com a língua japonesa, e é um filme que além de tudo, daqueles que você não enjoa. Eu assistiria mais de mil vezes sem me cansar, porque ele é um filme muito gostoso de assistir, ainda vou esperar a sessão da tarde passar, e se passar, irei assistir, independente de tudo. Scarlett arrasou no papel de Charlotte, eu vi o filme por ela e subestimei demais. Para quem gosta de uma boa mistura de comédia e romance, vai adorar.
LucasDELLI
LucasDELLI

13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de setembro de 2021
É o tipo de filme que é gostoso de assistir. Retrata bem a solidão dos dois (apesar de serem casados e ele bem sucedido), mas a solidão acaba quando eles se encontram e cuidam um do outro. Faz você refletir e provoca o que há de bom na gente...
Tibério Medeiros
Tibério Medeiros

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2021
Assisti este filme no mesmo dia que assisti "her" (do ex marido da Sofia Copolla). Realmente são dois filmes que se complementam na delicadeza, trilha sonora e o sentimento de vazio dos personagens que degustam um momento curto de plenitude amorosa. Gosto de imaginar o que ele disse no ouvido dela na despedida, algo como "por um momento vi as cores de Tokyo e da vida mais saturadas do seu lado".
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 20 de junho de 2021
Vale bastante pelo cotidiano dos personagens e seus divertidos e dramáticos diálogos.
A química entre Scarlett Johansson e Bill Murray é absurdamente impecável.Um dos grandes filmes da Sofia.
Carlos Silva
Carlos Silva

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de junho de 2021
Pior que esse filme, só as críticas positivas de alguns aqui. De onde esse povo tira essas avaliações?
Só o que se salva nele é ver Scarlett Johansson andando prá cima e prá baixo de calcinha e camiseta.
O resto é lixo.
Patricia Carmona
Patricia Carmona

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de maio de 2021
Decepção total. O único filme de Sofia Coppola do qual esperava uma obra prima por conta de todos os outros,mas que me entediou do início ao fim.
Thiago santa rosa de moura
Thiago santa rosa de moura

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de agosto de 2021
O excelente filme faz o expectador inserir-se na atmosfera de estranhesa vivenciada pelos personagens logo em seu início. A cidade de Tóquio e seus letreiros luminosos em uma língua diferente das que somos aqui no ocidente habituados, bem como os hábitos japoneses, apesar da modernidade da capital deste país, se impõem demonstrando a distância entre o mundo que se apresenta e aquele de Bob e Charlotte .

O ambiente ressalta a solidão. O imenso ambiente urbano de Tóquio é muito bem explorado no diálogo com solitária Charllote nas janelas de sua suíte.

Perdida em um casamento sem afinidades onde a negação da percepção dela por parte de seu companheiro demonstra a ausência de sensibilidade dele sobre a Charlotte, assim como Bob Harris, imerso em um casamento de 25 anos onde o pragmatismo do dia dia já se sobrepõe ao afeto, demonstram um dos objetivos principais do filme: sentir é importante, ou melhor, fundamental.

Este é, inclusive, o ponto em comum em personagens que parecem ser tão distantes: Bob, um ator em decadência em idade bem mais avançada que Charlotte, uma filósofa de vinte e poucos anos ainda buscando se encontrar profissionalmente e em outros aspectos da vida.

As cenas das caminhadas de Charlotte em templos budistas e com hábitos tradicionais japoneses ou mesmo nas casas de diversão eletrônica de Tóquio demonstram essa busca, bem como apresentam,de maneira bastante interessante, dois lados do Japão.

A aproximação e o envolvimento de Charlotte e Bob é o melhor do que a obra apresenta. Acontece devagar, aos poucos, trazendo o expectador a, junto com os personagens, submergir em sua própria sensibilidade.

As cenas do trabalho do Bob satirizam a obsolescência de sua carreira e contrastam ao mesmo tempo o drama que vive ao se perceber distante também de seus anos de glória e a vulgaridade das situações em que se coloca arrancando inevitáveis gargalhadas de quem assiste ao filme.

Se encontrar, então, nos mostra o maravilhoso trabalho da diretora Sofia Coppola, perpassa pelo sentir. Alimentar -se de sentimento, buscá-lo ou, como nos mostra o filme, encontrá-lo nas imprevisibilidade da vida, ainda que essas sejam efêmeras.

Lindo filme, vale muito a pena assistir, com um belo balde de pipoca ao lado, é claro!
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