Encontros e Desencontros
Média
3,8
911 notas

63 Críticas do usuário

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Paulo Rogerio G
Paulo Rogerio G

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2020
Excelente filme para os portadores de insônia crônica...
..........................................
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 9 de maio de 2019
Um belo filme sobre as inevitabilidades da vida, sobre as armadilhas que o sentir nos prega, sobre estar preso em uma situação sem saídas aparentes...Sofia Coppola, com este excelente Encontros e Desencontros, se impôs como realizadora de méritos próprios e deixou para trás qualquer dúvida sobre seu talento, não se fazendo simplesmente valer de um sobrenome famoso. ''O que será que o Bob sussurrou no ouvido da Charlotte no final?'' se você fez esta pergunta à si mesmo, isso significa que o minimo dos objetivos do filme foram alcançados : Você emergiu na trama, entendeu o mundo em que os personagens viviam, e passou a se importar com o destino deles. Bill Murray ótimo como sempre e Scarlett Johanssom em uma atuação de se definir carreiras. NOTA : 9.5 / 10
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2019
A obra prima da diretora Sofia Coppola, filha do gênio Francis Ford Coppola! Filme indicado a quatro óscar, sendo agraciado ao óscar de Roteiro original. Aqui temos uma estória sublime de duas pessoas que se encontram e ali nasce uma mistura de sentimentos tanto de respeito como entre Homem e mulher. A direção de Sophia e extremamente eficaz, levando ao público uma solidez nos fatos e uma clareza absurda, sem afalar na sensibilidade em torno dos protagonistas que deixa o filme uma verdadeira obra de arte. Encontros e desencontros é um prato cheio para quem gosta de uma história real e cheio de humanismo.
Alipio S
Alipio S

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2018
Roteiro muito bem estruturado sabendo adicionar sensibilidade e conexão de forma sutil que culmina com um final magnífico. Coppola apresenta duas personagens que acreditam que suas vidas acabaram ali e não sabem qual passo dar para sair daquela situação, mas, vivendo aquele momento mesmo que despercebidos, acabam por descobrir o que viveram em poucos dias. O filme é amargo e doce.
Maria Eduarda F
Maria Eduarda F

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2018
Uma espécie de crônica em vídeo dotada de muita sensibilidade e sutileza. Trata também de alguns dilemas cotidianos, como o início e o declínio da vida adulta.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2016
''O que será que o Bob sussurrou no ouvido da Charlotte no final?'' se você fez esta pergunta à si mesmo, isso significa que o minimo dos objetivos de Sofia Coppola tiveram êxito: Você emergiu na trama, entendeu o mundo em que os personagens viviam, e passou a se importar com o destino deles.
Camilo M.
Camilo M.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2016
spoiler: Eu não cheguei a ver o filme, mas eu vi uma cena da Scarlett Johanson que fez a Viuva Negra de calcinha, e eu meio que fiquei interessado.Não estou sendo grosseiro e eu não quero abusar da situação.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Depois de sua promissora estréia, "As Virgens Suicidas", Sofia Coppola mostrou definitivamente que seu talento estava mesmo atrás das câmeras. Sofia cria um olhar agridoce para os conflitos de seus protagonistas, Bobby Haris (magistralmente interpretado por Bill Murray), um ator um tanto decadente em viagem para o Japão para promover uma marca de uísque enquanto enfrenta problemas no casamento e com sua idade e carreira, e Charlotte (Scarlet Johasson, cheia de humanidade), uma mulher formada em filosofia em viagem de trabalho do marido, que vive sempre ocupado e não percebe as angústias de sua mulher. Esse improvável casal se encontra e surpreendentemente descobrem que falam o mesmo idioma (não só literalmente, mas também o emocional). Apartir desse encontro, Sofia coloca com incrível equilíbrio entre humor e melancolia conflitos que muitos deles são difíceis de serem colocados em palavras, mas incluem sobretudo solidão e falta de identificação com o mundo a volta. Seus atores foram bastante premiados, o filme ganhou três Globos de Ouro (incluindo melhor filme) e o texto, uma discreta, mas brilhante crônica do mundo moderno e seus seres desajustados, venceu o Oscar de roteiro original.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2015
Uma alma madura encontra outra que está se descobrindo para compartilhar a angústia de não pertencerem às vidas que têm, estranheza simbolizada no país e na língua que não são deles. Ritmo lento mas envolvente, cenas bem filmadas e atuações excelentes.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
Sofia Coppola resolve trazer a história,longe da correria das cidades americanas.E se baseia inteiramente no livro.Adapta com clareza,do começo ao fim.Aproveitando a cultura milenar,da terra do sol nascente,tradições também,como Ikebanas,jogos de azar e músicas no karaoke.Assim vivem os turistas americanos, Bob (Bill Murray),Charlotte (Scarlet) e John (Ribisi).O trio é a principal força no início do filme.Fazendo que a história seja construída,e que a qualquer momento,irá mudar.O filme parece que vive duas partes,uma boa,e outra ruim.Até a história se encaixar,o filme vive de momentos desinteressantes,onde vimos os personagens passeando pelas ruas japonesas,sem nenhum tipo de conclusão.Mais quando Bob e Charlotte se encontram em um bar,o filme parece tomar outro rumo.Pois melhora bastante a trama,e a dinâmica entre eles se torna interessante,e preenche o filme até o fim.Temos um pequeno elenco,a grande maioria é artistas orientais,mais Mais temos Bill Murray,Anna Faris ,Giovanni Ribisi e Scarlett Johansson,com suas atuações,eles salvam o filme.
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