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Lilianny Acipreste Vieira
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5,0
Enviada em 11 de junho de 2026
À primeira vista, o filme se apresenta como mais uma produção previsível. Com um início que parece desenhar um enredo óbvio, a obra corre o risco de perder o espectador nos primeiros minutos, gerando uma baixa expectativa. No entanto, julgar o longa pela sua introdução é um erro crasso. À medida que a trama avança, o roteiro mostra a que veio. O que parecia clichê dá lugar a uma reviravolta inteligente e muito bem amarrada, que muda completamente o rumo do jogo. É a partir desse plot twist que o filme realmente te prende: o ritmo acelera, a tensão aumenta e a curiosidade para saber o desfecho se torna irresistível. A história prova ser muito mais robusta e profunda do que a sua superfície sugeria. O desfecho opta por um final "aberto", uma escolha corajosa que instiga o público e deixa espaço para debates e interpretações. Contudo, essa mesma escolha deixa uma pulga atrás da orelha. Embora a história seja excelente e o final funcione bem de forma isolada, resta a dúvida se o universo apresentado teria fôlego para uma continuação. O encerramento parece fechar o ciclo criativo dos personagens principais de tal forma que forçar uma sequência poderia arruinar o impacto do filme original. Veredito: Uma grata surpresa que recompensa o espectador paciente. Começa sem pretensão, mas entrega uma narrativa envolvente e magnética.
Excelente filme. Contrasta com os dias atuais em que vivemos a incerteza das IA's. Óbvio que é uma obra de ficção mas dá pra flertar com a realidade do futuro. Os dois atores principais são excepcionais.
Muito interessante! Tem um tema que se assemelha ao da minissérie "Turma de 2009", mas numa trama mais futurista e com mais artifícios de ação. Tem uma história de investigação contada de forma inovadora e esse é o maior ponto positivo. Entretanto, achei que se perdeu um pouco ao se aproximar do encerramento, o clima deu uma caída, foi um tanto forçado.
Filme muito bom. Roteiro criativo e inteligente. Aborda questões novas e importantes da nossa época e do futuro. O filme prende a atenção do início ao fim, sem entregar o desfecho de cara.
A história gira em torno da implementação de uma inteligência artificial criada para tomar decisões judiciais de forma mais rápida e “imparcial”. A proposta parece perfeita: eliminar erros humanos, corrupção e atrasos nos tribunais. Porém, conforme o sistema começa a ser utilizado em larga escala, surgem dúvidas inquietantes sobre até que ponto uma máquina pode realmente entender justiça.
Que filmaço. Prende a atenção do começo ao fim com uma tensão constante. A narrativa brinca com a percepção o tempo todo: você acha que entendeu, depois duvida, depois volta atrás. É um jogo mental envolvente, que te mantém questionando cada detalhe até o último momento. Muito bom.
Duas coisas que percebi no filme e que merecem destaque. A primeira é que o roteiro e os cortes de cenas seguem um ritmo que ainda não havia visto em filmes. É como se você de verdade estivesse fazendo uma pesquisa na internet com ajuda de IA, cortando e deslizando telas. A segunda por ser um filme que mostra um mundo, já agora não tão futurista, onde se consegue buscar imagens, vídeos, entrar, ouvir e ver tudo como numa sociedade de privacidade absolutamente zero. Talvez um futuro não tão distante nesse aspecto específico, o que para pessoas inteligentes é um premonição de um futuro complicado, com lados ruins e bons. Curti mostrarem isso. No mais, como todo filme policial, eles usaram todos os clichês obrigatórios para agradar o público que gosta de ação, então você precisa ativar o seu modo tolerante à fantasia antes de começar a assistir. Não é um filme chato cerebral para discutir IA com ritmo lento, nem também um filme policial de ação com uma batida, capotagem e 2000 tiros a cada 10 min. Gostei da proposta, da crítica velada à situação da Califórnia, uma realidade, e por não seguir o clichê fácil da demonização da IA.
O filme simplesmente mostra que AI não consegue substituir o ser humano por mais que eu já tenha as suas capacidades incríveis de raciocínio lógico sem a intuição humana é impossível coexistir
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