Justiça Artificial
Média
4,0
130 notas

57 Críticas do usuário

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29 críticas
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Bruno I.
Bruno I.

3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 26 de março de 2026
É um filme que vale a pena ver. Estamos em 2026 e o filme é muito atual. Mas muito, muito raso. Não dá nem pra falar de pontas soltas, pois tem várias. O escopo é a romantização da IA e a simbiose com o ser humano. O Cris Pratti está no tá 6, a atriz que faz Marcy, está 8. O resto e do filme é o resultado de uma gestação intestinal depois de uma alimentação duvidosa. Tipo, vale a pena ver, pra observar. Pra ver como estão os filmes atualmente. Mas não dá pra tirar nada relevante da visualização.
Marcelo Bastos
Marcelo Bastos

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2026
Até a parte do caminhão, eu dava 5 estrelas, mas depois achei tudo muito forçado. Mesmo assim vale a pena assistir pelo filme em si e pela reflexão do tema.
Orrin Vox
Orrin Vox

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de março de 2026
O tal “Mercy”, que deveria ser o coração do filme, virou figurante de luxo. Um tribunal de IA enganado por motivação básica de novela? Então acabou. A premissa morreu ali. É um episódio de investigação comum disfarçado de ficção científica, com um twist que não sustenta o próprio peso.
IA com maxilar travado quase chorando porque a equipe explodiu?
Isso não é ficção científica.
Isso é novela das 9 vestida de robô.
IA imparcial transformada em sidekick do protagonista
Aquele sistema que deveria julgar vidas com lógica fria agora é praticamente o C-3PO da narrativa: ajuda o herói a pegar o vilão.
Ou seja, toda tensão de “justiça automatizada” morreu. Já era. O futuro que prometia julgamento rigoroso virou buddy cop futurista.
Resumindo
O filme é uma mistura de melodrama barato, novela policial e cosplay de Black Mirror, e a IA que prometia ser o coração do conflito virou figurante emocional e cúmplice convenientemente útil.
Augusto Jr.
Augusto Jr.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de março de 2026
Filmaço, valeu a pena!


spoiler:
spoiler:
spoiler:
spoiler:
Ronald R.
Ronald R.

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de março de 2026
Filme excelente que prende a atenção do começo ao fim. Ótima atuação do ator principal. Recomendo!!
Luan Flexa
Luan Flexa

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de março de 2026
Sci-fi impecável, 'Justiça Artificial' mantém a tensão no limite do início ao fim, com atuações gigantes e um roteiro inteligente.
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de março de 2026
##  Justiça Artificial (2026)

Duração: 1h58min
Protagonistas: Chris Pratt como Daniel Hayes | Rebecca Ferguson como a interface física da IA judicial
Gêneros: thriller tecnológico, drama judicial, ficção científica

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Confesso: a expectativa era baixa. Mas *Justiça Artificial* surpreende — e muito. É um filme que aposta na inteligência do espectador. Não depende de explosões, não vive de efeitos exagerados. Ele vive de ideia. E quando um filme tem ideia forte, ele cresce.

A premissa é provocadora: uma Inteligência Artificial, representada fisicamente pela figura de Rebecca Ferguson, julga e condena acusados em apenas 1 minuto e 30 segundos. Durante esse tempo, tanto júri quanto réu têm acesso irrestrito a dados — históricos, mensagens, câmeras, registros, absolutamente tudo. Um sistema que lembra ecos de *Minority Report*, a vigilância extrema de *Eagle Eye*, o controle digital de *Live Free or Die Hard* e até o tribunal implacável de *Dredd*. Mas aqui, diferente dessas obras, o sistema já está implementado — e funcionando.

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## 易 Enredo

Daniel Hayes (Chris Pratt) é acusado do assassinato da própria esposa. O casamento estava em crise. Havia traição. Motivos não faltam. As provas digitais apontam para ele. Até sua filha começa a duvidar. Tudo parece convergir para a culpa.

Ele tem 90 minutos para provar sua inocência. Caso contrário, será executado na própria cadeira onde está sentado. A tensão é matemática. É tempo contra algoritmo.

O grande mérito do roteiro é transformar o tribunal em campo de batalha psicológico. 90% do filme se passa na sala de julgamento — e mesmo assim, o ritmo não cai. Cada pergunta é estratégica. Cada detalhe revelado muda o peso da narrativa.

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##  Estória e Condução

O filme não fala apenas sobre tecnologia. Ele fala sobre percepção, manipulação de dados e como a verdade pode ser moldada por quem controla a informação. A condução narrativa é precisa, quase cirúrgica. O espectador é levado a acreditar nas evidências — até começar a questioná-las.

O arco mais interessante é o da própria IA. Inicialmente fria, lógica, absoluta. Mas, conforme o julgamento avança, pequenos sinais de “humanização” surgem. Não é exagerado, é sutil — e por isso funciona.

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##  Produção

A decisão de concentrar a maior parte da ação em um único ambiente poderia ser arriscada. Mas a direção utiliza câmeras dinâmicas, especialmente as dos coletes policiais e sistemas de vigilância, criando múltiplas perspectivas. A sensação é de estar sendo observado o tempo todo.

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## ️ Fotografia

Tons frios, iluminação controlada, enquadramentos fechados. A estética reforça a claustrofobia do julgamento. Não há fuga. Nem para o réu, nem para o espectador.

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##  Efeitos Especiais

Minimalistas, porém eficientes. Interfaces digitais, projeções de dados e integração visual da IA são limpas e convincentes. Nada carnavalesco — tudo funcional.

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##  Atuações

Chris Pratt entrega talvez uma de suas performances mais contidas e maduras. Longe do herói carismático tradicional, aqui ele trabalha desespero, inteligência e vulnerabilidade. Seu personagem cresce à medida que o tempo diminui.

Rebecca Ferguson impressiona ao interpretar uma presença quase divina — serena, analítica e progressivamente inquietante. Sua atuação sustenta o peso filosófico da obra.

O elenco de apoio contribui para a tensão coletiva, principalmente nas reações às revelações finais.

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##  O Final

O desfecho surpreende sem ser forçado. Quando a verdadeira responsável é revelada, o filme fecha o ciclo com coerência e impacto. Não é apenas um “plot twist” — é consequência.

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## ⭐ Vale a pena assistir?

Muito. Principalmente para quem aprecia thrillers inteligentes e dramas judiciais com tensão psicológica. É um filme que prende pela palavra, pela lógica e pela dúvida.

Não é sobre explosões. É sobre julgamento.

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##  Avaliação Técnica (0 a 10)

Enredo: 9,5
Roteiro: 9
Atuações: 9
Produção: 8,5
Fotografia: 8,5
Efeitos: 8
Ritmo: 9
Impacto Final: 9

Nota final: **9 / 10**

Um thriller tecnológico que prova que, quando a ideia é forte, o cinema não precisa sair da sala para ser grandioso.
EMERSON ALMEIDA
EMERSON ALMEIDA

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de março de 2026
O que me prende num filme é o desenrolar da história e a sua capacidade de me surpreender. E um cara precisar provar sua inocência preso a uma cadeira letal torna a história um thriller interessante. Não vou me ater ao mérito do contexto lógico sobre a IA na história para avaliar, mas ao desenvolvimento da história e ao final surpreendente. Por isso gostei muito. Talvez tenha faltado o momento em que o protagonista é reconhecido como inocente e heroi da cidade, mas não chega a ser absurdo por ser um tanto quanto clichê.
AlexOS D
AlexOS D

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de março de 2026
Filme prende, com várias viradas durante o desenvolvimento. Atores bem prepardos, com excelente atuação!
Com oportunidade para outros filmes,
Jugervazoni501
Jugervazoni501

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
Diferente de tudo que tem por aí, muito bom, difícil um filme hj que vale apena, mas esse eu recomendo
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