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Nelson J
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2,0
Enviada em 23 de janeiro de 2026
Filme bobinho que discute a manipulação de evidências e o uso de IA para decidir sobre culpa e pena, agindo como juiz, juri e carrasco. Caso tão absurdo e sem sentido que torna o filme as vezes risível. Spoiler: O máximo de probabilidade de culpa é 98%, mas o mínimo zero.
Achei uma releitura do Minority Report, mas mudam a forma de julgar pessoas para uma IA equivocada pq usam matematica para calcular possivel inocencia. O Drama vai na capacidade do personagem principal conseguir provar sua inocencia preso numa cadeira, contra o tempo e contra todos que desacreditam nele. O roteiro tem algumas reviravoltas que surpreende e ficou bom. Para os niveis baixos da qualidade dos filme de hoje, esse filme é bom.
Justiça Artificial funciona como um espelho das preocupações atuais com IA: autonomia da tecnologia, risco de perda de controle humano, e a eterna tensão entre rapidez e profundidade na tomada de decisões humanas. Mesmo que sua execução narrativa tenha falhas, o filme abre espaço para refletir sobre como queremos — ou não — que a tecnologia molde sistemas que afetam vidas humanas profundas. Delegar decisões humanas fundamentais a máquinas pode criar “justiças perfeitas” na teoria, mas iníquas na prática.
O filme era muito promissor, gostei da sinopse assim que vi. No entanto, na segunda metade, a trama vai perdendo força...
spoiler: O fato do cara querer vingar a morte do irmão não foi uma boa ideia, poderiam ter elaborado algo mais interessante
spoiler: A policial foi minha primeira suspeita, uma coisa que americano gosta de fazer é filmes é sobre policiais corruptos.
spoiler: Eu estava assistindo e cuidando do meu filho pequeno, talvez tenha deixado passar esse detalhe.. mas eu entendi mal ou o acusado em poucas horas depois do assassinato já estava em julgamento? já que ele nos vídeos estava sem barba e no julgamento já com barba??
Muito interessante! Tem um tema que se assemelha ao da minissérie "Turma de 2009", mas numa trama mais futurista e com mais artifícios de ação. Tem uma história de investigação contada de forma inovadora e esse é o maior ponto positivo. Entretanto, achei que se perdeu um pouco ao se aproximar do encerramento, o clima deu uma caída, foi um tanto forçado.
Achei o filme bem interessante e mostra o nosso possível futuro com o domínio da IA e principalmente a questão da nossa privacidade onde eles podem ver quase tudo em todo lugar. Mas também mostar que a IA não possui a sensibilidade humana como a intuição, ela até mesmo questiona o que seria isso...
Duração: 1h58min Protagonistas: Chris Pratt como Daniel Hayes | Rebecca Ferguson como a interface física da IA judicial Gêneros: thriller tecnológico, drama judicial, ficção científica
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Confesso: a expectativa era baixa. Mas *Justiça Artificial* surpreende — e muito. É um filme que aposta na inteligência do espectador. Não depende de explosões, não vive de efeitos exagerados. Ele vive de ideia. E quando um filme tem ideia forte, ele cresce.
A premissa é provocadora: uma Inteligência Artificial, representada fisicamente pela figura de Rebecca Ferguson, julga e condena acusados em apenas 1 minuto e 30 segundos. Durante esse tempo, tanto júri quanto réu têm acesso irrestrito a dados — históricos, mensagens, câmeras, registros, absolutamente tudo. Um sistema que lembra ecos de *Minority Report*, a vigilância extrema de *Eagle Eye*, o controle digital de *Live Free or Die Hard* e até o tribunal implacável de *Dredd*. Mas aqui, diferente dessas obras, o sistema já está implementado — e funcionando.
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## 易 Enredo
Daniel Hayes (Chris Pratt) é acusado do assassinato da própria esposa. O casamento estava em crise. Havia traição. Motivos não faltam. As provas digitais apontam para ele. Até sua filha começa a duvidar. Tudo parece convergir para a culpa.
Ele tem 90 minutos para provar sua inocência. Caso contrário, será executado na própria cadeira onde está sentado. A tensão é matemática. É tempo contra algoritmo.
O grande mérito do roteiro é transformar o tribunal em campo de batalha psicológico. 90% do filme se passa na sala de julgamento — e mesmo assim, o ritmo não cai. Cada pergunta é estratégica. Cada detalhe revelado muda o peso da narrativa.
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## Estória e Condução
O filme não fala apenas sobre tecnologia. Ele fala sobre percepção, manipulação de dados e como a verdade pode ser moldada por quem controla a informação. A condução narrativa é precisa, quase cirúrgica. O espectador é levado a acreditar nas evidências — até começar a questioná-las.
O arco mais interessante é o da própria IA. Inicialmente fria, lógica, absoluta. Mas, conforme o julgamento avança, pequenos sinais de “humanização” surgem. Não é exagerado, é sutil — e por isso funciona.
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## Produção
A decisão de concentrar a maior parte da ação em um único ambiente poderia ser arriscada. Mas a direção utiliza câmeras dinâmicas, especialmente as dos coletes policiais e sistemas de vigilância, criando múltiplas perspectivas. A sensação é de estar sendo observado o tempo todo.
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## ️ Fotografia
Tons frios, iluminação controlada, enquadramentos fechados. A estética reforça a claustrofobia do julgamento. Não há fuga. Nem para o réu, nem para o espectador.
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## Efeitos Especiais
Minimalistas, porém eficientes. Interfaces digitais, projeções de dados e integração visual da IA são limpas e convincentes. Nada carnavalesco — tudo funcional.
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## Atuações
Chris Pratt entrega talvez uma de suas performances mais contidas e maduras. Longe do herói carismático tradicional, aqui ele trabalha desespero, inteligência e vulnerabilidade. Seu personagem cresce à medida que o tempo diminui.
Rebecca Ferguson impressiona ao interpretar uma presença quase divina — serena, analítica e progressivamente inquietante. Sua atuação sustenta o peso filosófico da obra.
O elenco de apoio contribui para a tensão coletiva, principalmente nas reações às revelações finais.
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## O Final
O desfecho surpreende sem ser forçado. Quando a verdadeira responsável é revelada, o filme fecha o ciclo com coerência e impacto. Não é apenas um “plot twist” — é consequência.
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## ⭐ Vale a pena assistir?
Muito. Principalmente para quem aprecia thrillers inteligentes e dramas judiciais com tensão psicológica. É um filme que prende pela palavra, pela lógica e pela dúvida.
Eu sempre vou criticar qualquer filme que use de CGI para cenas simples que poderiam ser feitos na vida real, aqui é mais um grande exemplo disso, CENAS NORMAIS como um caminhão dirigindo numa estrada e ainda assim usam totalmente e 100% de CGI computação gráfica, porra é tão caro assim pegar um drone sobrevoar e filmar um caminhão enorme dirigindo pela estrada ? E as cenas de colisão ai sim usasse CGI, lembro logo do filme Velocidade Máxima que toda cena foi gravada nas ruas da cidade, ruas reais, cenas reais, um veículo gigante, batendo e colidindo com outros veículos reais, leva muito mais credibilidade tensão ao filme, sendo que um foi feito nos anos 90 e o outro nos anos 2k26.
Eu senti em muitas partes do filme principalmente no ínicio que parecia ser um filme feito na época do COVID onde ngm podia ficar perto de ngm, assim como foi o filme de invasão do mundo lá com o Ice Cube. Essa sensação é bem amarga mas a trama consegue contornar bem essa sensação, história boa, crítica boa, me incomodou MUITO uma IA programada sair da sua configuração para ajudar, algo totalmente impossível de acontecer mas ai é porque sou nerdola de tecnologia e estudo, suspensão da descrença é aceitável.
A história é boa, mas acho que excedeu o número de plot twists, fui eu que matei ? não foi, foi o amante ? não na verdade foi o amigo de trabalho, mas na verdade não foi ele, foi o melhor amigo e padrinho do casamento, mas ele só fez isso porque incriminaram ele, plot atrás de plot e no final ficou em aberto, spoiler: foi a policial que matou a mulher e incriminou o morador de rua ? ou ela só sumiu com o celular que era o alibi do morador de rua ? ela queria que ocorresse logo um primeiro julgamento de assasinato com a Mercy ok eu entendi, mas pq ela só naõ investigou e pegou o verdadeiro assassino da mulher ? Tipo a IA tem acesso a tudo, conseguiria pegar o verdadeiro vilão, não precisava acusar um inocente pobre negro de esquerda lgbt trans, adorei essa crítica inclusive .
A história gira em torno da implementação de uma inteligência artificial criada para tomar decisões judiciais de forma mais rápida e “imparcial”. A proposta parece perfeita: eliminar erros humanos, corrupção e atrasos nos tribunais. Porém, conforme o sistema começa a ser utilizado em larga escala, surgem dúvidas inquietantes sobre até que ponto uma máquina pode realmente entender justiça.
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