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Diogo Codiceira
26 seguidores
920 críticas
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3,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2026
A empregada é um filme de suspense que contou com a direção de Paul Feig e roteiro de Rebecca Sonnenshine e Freida McFadden. Na trama, acompanhamos Millie (Sydney Sweeney), que aceita o emprego como empregada doméstica por tempo integral para o casal rico: Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). Porém, Millie percebe que o casal esconde alguns segredos. O filme tem ate que uma premissa interessante : uma jovem que tenta se empregar em uma mansão diante de sua necessidade econômica, pois a mesma nao tem nem casa para morar e aceita o que seria para ela o emprego do sonho, mas logo nas primeiras cenas vemos o desequilíbrio emocional de Nina, e Millie deve aceitar tudo isso, pois nao quer voltar a morar na rua. Mesmo assim, o filme vai ficando tedioso, pois nada além disso acontece. Ate que apos 1 hora de filme, a trama ganha novos contornos e conseguimos entender tudo isso sob o olhar de Nina. A direção pecou nessa parte, pois ficou tudo tão óbvio e rápido, que a plot perdeu um pouco a graça. O único ponto bom disso, foram as atuações de Amanda Seyfried e Brandon Sklenar, quando o filme precisou elevar para o supense, deram conta do recado. Acho que dentre os protagonistas, quem deixou muito a desejar foi a Sydney Sweeney, nao passou emoção nenhum com a sua personagem que tbm tem seus problemas no passado. Outros pontos ruins foi a trilha sonora que nao se decide, em momento temos uma trilha convincente de suspense e outra hora um pop que nao combina com o filme. As cenas de sexo nao engrandecem em nada na trama e parece que serve para agradar gregos e troianos. O objetivo parece que foi a volta de uma objetivacao do corpo de Sweeey, pois seus últimos longa renderam um fracasso por nao explorarem isso. No mais, o filme ate que é divertido, mas poderia ser mais curto.
Me surpreendeu bastante esse filme, ospoiler: roteiro e bem escrito a ponto de entregar tudo muito bem mastigado/explicado ao telespectador, as atuações estão incríveis e impecáveis, filme ótimo para assistir em casal caso gostem de drama e terror psicológico
Realmente é um filme que te surpreende, principalmente se você não leu o livro como eu,tem um baita plot twist e no final tbm,o que deixa tudo mais interessante,eu realmente gostei, é um baita terror psicológico na minha opinião,faz você rir,sentir raiva,se surpreender,ter muitas emoções
O filme carrega um trunfo inquestionável: Sydney Sweeney. Além de estar estonteante de tão bonita ela entrega uma atuação sólida que sustenta a narrativa. Amanda Seyfried é uma atriz capaz de segurar o peso de um suspense psicológico, ela é sensacional.
A conexão com os protagonistas acontece de uma forma visceral, embora um pouco limitada. Nós nos pegamos torcendo por eles não necessariamente por uma construção profunda de personalidade, mas pela empatia gerada pela dor física e emocional infligida pelo marido. É um jogo de sobrevivência onde o espectador sofre junto, impulsionado pela repulsa ao antagonista.
A trama flui bem, mas não podemos ignorar o defunto no jardim. O jardineiro morreu e ainda não recebeu o memorando.
Apesar do bom ritmo, o roteiro comete um erro, em vez de permitir que o espectador entenda os mistérios naturalmente pelo desenrolar da história ("mostre, não fale"), o filme interrompe o fluxo para entregar explicações mastigadas.
Isso subestima um pouco a inteligência do público, que conseguiria ligar os pontos sem precisar de tantas voltas ao passado para justificar o presente.
Parecia ser mais um filme em que o farto busto da Sidney Sweeney seria explorado vorazmente.
Apesar de o filme, sim, explorar por diversas vezes não só o busto, mas todo o corpo da Sweeney, trata-se de um bom suspense, que começa de maneira morna e clichê, mas apresenta um bom plot do segundo para o terceiro ato.
O filme possui sequências inverossímeis e pouco críveis, nas quais a protagonista insiste em situações completamente fora da realidade e se coloca em situações de perigo desnecessariamente. Mas entendo que esses pontos, mesmo broxantes, servem para ajudar a narrativa e dar sequência ao roteiro.
Sobre as atuações, achei que o maior destaque vai para a Amanda Seyfried, mas a Sweeney não compromete, apesar de ter seu corpo mais uma vez explorado em demasia durante grande parte do filme. Acho que isso já se tornou um clichê em produções com ela, e parece que ela gosta disso. Então não vejo problema, embora ela possa ficar rotulada por isso. Em resumo, o trio de protagonistas apresenta uma boa sintonia.
É um bom suspense que vale a pena ser assistido (mas com o cérebro desligado). Os plots e as amarrações de pontas no final ajudaram o filme a não ter uma avaliação pior.
Um filme muito bem feito, envolvente e tecnicamente afiado do começo ao fim.
O roteiro funciona, a direção é segura e o elenco entrega exatamente o que a história pede. O ritmo é bom, os personagens convencem e a narrativa prende a atenção sem esforço. Visualmente, o filme também acerta: fotografia, edição e direção de arte trabalham juntas para criar uma experiência bonita e fluida.
O impacto emocional é forte e a mensagem é clara, o que faz o filme funcionar tanto no entretenimento quanto no conteúdo.
Os únicos pontos que ficam um pouco abaixo do excelente são a originalidade e a trilha sonora. A história segue caminhos já conhecidos do gênero e a música, apesar de correta, não traz temas realmente memoráveis.
Mesmo assim, o saldo é extremamente positivo. É um filme que entrega qualidade, emoção e uma boa experiencia.
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