A Empregada
Média
4,0
658 notas

175 Críticas do usuário

5
73 críticas
4
51 críticas
3
23 críticas
2
10 críticas
1
11 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Fran
Fran

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
O filme e sensacional tem uma pegada de humor e suspense vimos hj no cinema o final vai te surpreender e vc vai rir .
Laurab
Laurab

1 seguidor 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
Mto bom ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. …………….
Mauricio Filho
Mauricio Filho

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
Um filme muito bem feito, envolvente e tecnicamente afiado do começo ao fim.

O roteiro funciona, a direção é segura e o elenco entrega exatamente o que a história pede. O ritmo é bom, os personagens convencem e a narrativa prende a atenção sem esforço. Visualmente, o filme também acerta: fotografia, edição e direção de arte trabalham juntas para criar uma experiência bonita e fluida.

O impacto emocional é forte e a mensagem é clara, o que faz o filme funcionar tanto no entretenimento quanto no conteúdo.

Os únicos pontos que ficam um pouco abaixo do excelente são a originalidade e a trilha sonora. A história segue caminhos já conhecidos do gênero e a música, apesar de correta, não traz temas realmente memoráveis.

Mesmo assim, o saldo é extremamente positivo. É um filme que entrega qualidade, emoção e uma boa experiencia.
zirnaldo F
zirnaldo F

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Filme surpreendente... o roteiro foi perfeito... surpreendente do começo ao fim... nao dar para piscar ou ler der qualquer cena
Roryyy
Roryyy

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Assisti no cinema com umas é um tipo de filme que “interage”muito com a sala de cinema,por conta dos enredos que tem nele kkkkkk,todo tempo as pessoas estavam fazendo barulho e rindo e eu amo quando isso acontece.
Os personagens principais são muito bem desenvolvidos com a trama e o final é extraordiná 5 com todo o meu coração.
Jhenifer Mafra
Jhenifer Mafra

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Gostei do filme. A escolha dos personagens foi ótima; amo assistir a filmes da Amanda Seyfried. Mas, como eu li o livro do qual foi feita a adaptação, teve algumas coisas a desejar. Por exemplo, o Enzo no livro tem um papel crucial, mas no filme é completamente esquecido, entre outras coisas. Entretanto, é um bom filme para quem gosta de suspense.
Leonardo Piva
Leonardo Piva

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Um filme perfeito para quem gosta de reviravoltas surpreendentes. Diversos finais possíveis, mas sempre com um contexto misterioso, que nos faz pensar e refletir sobre a situação, e pensar se o final será como o andamento do filme, e com as situações que nele são apresentados, gerando diversas expectativas para um final favorável, tanto para o homem, esposa, ou para a empregada.

Não há como não ter uma conclusão sobre o desfecho dele apenas com a metade, são muitos “plot twists” até o fim..
Maria Cristina Fidelis
Maria Cristina Fidelis

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2026
Como sempre,o livro é melhor, mais completo e mais detalhado, sempre prefiro o livro ao filme.
Mas esse filme tá até bem fiel ao livro, gostei muito. Só atores e atrizes bonitos e bons. Acho que merece a continuação que o livro tem, a autora Frieda McFadden é ótima, e seus livros merecem virar filme. Gostei muito.
Flavio G.
Flavio G.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 28 de janeiro de 2026
Uma jovem empregada doméstica que entra na casa de uma família rica e aparentemente perfeita, composta por Nina (Amanda Seyfried), Andrew (Brandon Sklenar) e sua filha. O que começa como um thriller psicológico rapidamente se transforma em uma crítica velada ao que Hollywood adora demonizar: a estrutura familiar nuclear, a autoridade masculina e os valores conservadores. O filme pinta a família Winthrop como um modelo de perfeição exterior – casa luxuosa, casamento estável, filha adorável – mas revela camadas de podridão interna: adultério, manipulação, abuso e segredos sombrios. Nina é retratada como uma esposa instável e manipuladora, enquanto Andrew é o patriarca autoritário que esconde um passado violento. Essa narrativa é um clichê hollywoodiano: a família tradicional é sempre falsa, sustentada por mentiras e opressão, em vez de amor e compromisso. Uma das cenas mais chocantes é quando Millie quebra um prato de porcelana herança da mãe de Andrew, levando a uma punição brutal: ele a tranca no sótão e a força a se autoflagelar com cacos de vidro, fazendo 21 cortes na barriga como "penitência". Isso é usado para retratar o patriarcado como sádico e controlador, com Andrew representando o homem branco rico que esmaga as mulheres "inferiores" (a empregada e a esposa). O filme sugere que hierarquias tradicionais – como a autoridade do marido ou do patrão – são inerentemente abusivas, ecoando narrativas feministas que veem o patriarcado como o raiz de todo mal. A Bíblia defende uma liderança masculina amorosa e sacrificial, não opressiva (Efésios 5:22-33; Colossenses 3:19). Andrew é uma caricatura extrema, não um retrato realista; na verdade, o filme exagera para demonizar qualquer forma de autoridade. Quebrar um item de herança familiar é um ato de desrespeito profundo – simboliza vandalismo contra o legado e a continuidade geracional, valores que conservadores prezam. Em uma casa cristã, conflitos seriam resolvidos com diálogo, oração e responsabilidade mútua, não com violência gratuita. O filme ignora que muitas mulheres em papéis tradicionais (como donas de casa ou empregadas) encontram propósito e dignidade no serviço, como ensinado em Provérbios 31. Em vez disso, promove uma "empoderamento" que leva ao caos, alinhando-se com ideologias seculares que rejeitam a submissão bí é repleto de reviravoltas que servem a uma agenda esquerdista: Millie, vinda de um passado pobre e criminoso, "vinga" as injustiças sociais contra a elite rica. Há insinuções de crítica ao capitalismo (a família é podre porque é rica), ao racismo implícito (embora sutil) e à "opressão de classe". O final, com Millie tomando o controle, é celebrado como triunfo feminista, mas ignora consequências morais – adultério, mentira e vingança são normalizados, sem qualquer chamada ao arrependimento. "A Empregada" é visualmente atraente, com atuações sólidas (Sweeney brilha como a protagonista manipuladora), mas seu suspense é ofuscado por um viés político excessivo. Em uma escala de 1 a 10, dou 4: pontos pela tensão inicial, mas deduções pela agenda ideológica que ataca a família, o patriarcado e os valores cristãos. Recomendo para quem quer ver como a esquerda infiltra o entretenimento, mas evite se busca algo edificante. Em vez disso, assista clássicos como "A Noviça Rebelde" ou "Ben-Hur", que celebram fé e tradição. Que Deus nos guarde de narrativas que semeiam divisão em vez de unidade.
yasmin
yasmin

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2026
a empregada prende pela tensão e pelo jogo psicológico, mas aposta mais no choque do que na profundidade
a história tem reviravoltas interessantes, porém algumas decisões dos personagens soam forçadas
mesmo assim, é um suspense envolvente que mantém a curiosidade até o final, incluindo que algumas cenas dao gatilho
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa