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Roryyy
2 críticas
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5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Assisti no cinema com umas é um tipo de filme que “interage”muito com a sala de cinema,por conta dos enredos que tem nele kkkkkk,todo tempo as pessoas estavam fazendo barulho e rindo e eu amo quando isso acontece. Os personagens principais são muito bem desenvolvidos com a trama e o final é extraordiná 5 com todo o meu coração.
Gostei do filme. A escolha dos personagens foi ótima; amo assistir a filmes da Amanda Seyfried. Mas, como eu li o livro do qual foi feita a adaptação, teve algumas coisas a desejar. Por exemplo, o Enzo no livro tem um papel crucial, mas no filme é completamente esquecido, entre outras coisas. Entretanto, é um bom filme para quem gosta de suspense.
Um filme perfeito para quem gosta de reviravoltas surpreendentes. Diversos finais possíveis, mas sempre com um contexto misterioso, que nos faz pensar e refletir sobre a situação, e pensar se o final será como o andamento do filme, e com as situações que nele são apresentados, gerando diversas expectativas para um final favorável, tanto para o homem, esposa, ou para a empregada.
Não há como não ter uma conclusão sobre o desfecho dele apenas com a metade, são muitos “plot twists” até o fim..
Como sempre,o livro é melhor, mais completo e mais detalhado, sempre prefiro o livro ao filme. Mas esse filme tá até bem fiel ao livro, gostei muito. Só atores e atrizes bonitos e bons. Acho que merece a continuação que o livro tem, a autora Frieda McFadden é ótima, e seus livros merecem virar filme. Gostei muito.
Uma jovem empregada doméstica que entra na casa de uma família rica e aparentemente perfeita, composta por Nina (Amanda Seyfried), Andrew (Brandon Sklenar) e sua filha. O que começa como um thriller psicológico rapidamente se transforma em uma crítica velada ao que Hollywood adora demonizar: a estrutura familiar nuclear, a autoridade masculina e os valores conservadores. O filme pinta a família Winthrop como um modelo de perfeição exterior – casa luxuosa, casamento estável, filha adorável – mas revela camadas de podridão interna: adultério, manipulação, abuso e segredos sombrios. Nina é retratada como uma esposa instável e manipuladora, enquanto Andrew é o patriarca autoritário que esconde um passado violento. Essa narrativa é um clichê hollywoodiano: a família tradicional é sempre falsa, sustentada por mentiras e opressão, em vez de amor e compromisso. Uma das cenas mais chocantes é quando Millie quebra um prato de porcelana herança da mãe de Andrew, levando a uma punição brutal: ele a tranca no sótão e a força a se autoflagelar com cacos de vidro, fazendo 21 cortes na barriga como "penitência". Isso é usado para retratar o patriarcado como sádico e controlador, com Andrew representando o homem branco rico que esmaga as mulheres "inferiores" (a empregada e a esposa). O filme sugere que hierarquias tradicionais – como a autoridade do marido ou do patrão – são inerentemente abusivas, ecoando narrativas feministas que veem o patriarcado como o raiz de todo mal. A Bíblia defende uma liderança masculina amorosa e sacrificial, não opressiva (Efésios 5:22-33; Colossenses 3:19). Andrew é uma caricatura extrema, não um retrato realista; na verdade, o filme exagera para demonizar qualquer forma de autoridade. Quebrar um item de herança familiar é um ato de desrespeito profundo – simboliza vandalismo contra o legado e a continuidade geracional, valores que conservadores prezam. Em uma casa cristã, conflitos seriam resolvidos com diálogo, oração e responsabilidade mútua, não com violência gratuita. O filme ignora que muitas mulheres em papéis tradicionais (como donas de casa ou empregadas) encontram propósito e dignidade no serviço, como ensinado em Provérbios 31. Em vez disso, promove uma "empoderamento" que leva ao caos, alinhando-se com ideologias seculares que rejeitam a submissão bí é repleto de reviravoltas que servem a uma agenda esquerdista: Millie, vinda de um passado pobre e criminoso, "vinga" as injustiças sociais contra a elite rica. Há insinuções de crítica ao capitalismo (a família é podre porque é rica), ao racismo implícito (embora sutil) e à "opressão de classe". O final, com Millie tomando o controle, é celebrado como triunfo feminista, mas ignora consequências morais – adultério, mentira e vingança são normalizados, sem qualquer chamada ao arrependimento. "A Empregada" é visualmente atraente, com atuações sólidas (Sweeney brilha como a protagonista manipuladora), mas seu suspense é ofuscado por um viés político excessivo. Em uma escala de 1 a 10, dou 4: pontos pela tensão inicial, mas deduções pela agenda ideológica que ataca a família, o patriarcado e os valores cristãos. Recomendo para quem quer ver como a esquerda infiltra o entretenimento, mas evite se busca algo edificante. Em vez disso, assista clássicos como "A Noviça Rebelde" ou "Ben-Hur", que celebram fé e tradição. Que Deus nos guarde de narrativas que semeiam divisão em vez de unidade.
a empregada prende pela tensão e pelo jogo psicológico, mas aposta mais no choque do que na profundidade a história tem reviravoltas interessantes, porém algumas decisões dos personagens soam forçadas mesmo assim, é um suspense envolvente que mantém a curiosidade até o final, incluindo que algumas cenas dao gatilho
Que filmaço!!! Fui sem expectativa alguma e saí impactado! A reação das pessoas durante o filme me impressionou muito, com as pessoas torcendo e no final batendo palmas. Não entendo as críticas ruins aqui. O filme fez o que devia fazer: entreter, empolgar e mexer com a plateia. Inesquecível!
Simplesmente cinema pai, a história é muito envolvente e inesperada, não botava tanta fé nesse filme mas realmente me surpreendeu. Esse filme foi do cacete!!
O filme todo parecia um monte de cortes, não tinha um andamento legal.
Eu já fui sabendo que ia ser uma farofa. Ainda assim esperava uma farofa das boas, como no livro. Não ficou legal a adaptação pro cinema. Curti! mas nem tanto.
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