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Guilherme Oliveira
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3,5
Enviada em 20 de julho de 2026
Engraçado e tem momentos legais, mas não gostei que não focou muito nos personagens antigos e alguns nem tiveram falas, além de que achei um pouco depressivo o filme por conta da menina que só vivia triste.
O PIOR FILME DA SAGA TOY STORY. A MEU VER DESFIGURARAM OS PERSONAGENS. NÃO GOSTEI! SOU UM FÃ DOS FILMES TOY STORY, MAS PREFERIA NUNCA TER VISTO ESSE QUINTO FILME. PARA MIM FOI DECEPICIONANTE!
Filme horrível não se compara aos 3 primeiros , continuar assim vai perde a maioria dos fans. Roteiro está muito arrastado, personagem escrotos e mal feitos , história mal elaborada, essa merda chegou a ser pior que Kung Fu panda 4
Esse foi o melhor filme que eu já assisti na minha vida o melhor momento do filme foi(censurado por causa de spoiler) foi o melhor momento que eu mais gostei falta para uma pessoa que reclamou no meio do cinema que não queria que isso acontecesse mas deu sinais no segundo filme
Referência na animação quando surgiu lá anos 90, Toy Story desloca a atenção para o conteúdo e o enredo da história. A animação, os cenários continuam impecáveis. Importante manter a qualidade. Agora Andrew Stanton toca no ponto central de como tecnologia e ser humano interagem. A insensibilidade, a intolerância e a ausência de interação (a genuína interação social) dominam o desenho. Produção que deve ser assistida em conjunto com pais e filhos. Os pais como uma lição de como educar seus filhos com essa overdose de equipamentos hi-tech. Toy Story é um belo ensinamento para os pais refletirem. E os filhos têm uma mensagem linda de rebuscar os brinquedos de pano, os jogos de tabuleiro e os movidos à pilha como os carrinhos. Só escarafunchar aquele baú guardado no canto e perceber que brincadeira se cria. Criação é divertimento. Divertimento é imaginação. A criançada, embora não possa desfrutar dos campinhos de futebol de areia, pode movimentar e manipular bonecos, carrinhos, piões e bolas de gude. E convidar os pais, os quais estão incertos, mas não decidem. Todo mundo na brincadeira. Aquela que realmente une, não a que faz as relações esfriarem. Toy Story é uma história de convivência e de alerta. Não é apenas mero entretenimento. Genius! Autorama! Cai não Cai! Mais risadas, mais movimento! Assisti ao filme com óculos 3D, o que ficou esplêndido. Ainda mais!
Saí de Toy Story 5 bastante decepcionado. A ideia central do filme até é interessante: discutir como a tecnologia vem substituindo os brinquedos tradicionais na infância. É um tema atual e que poderia render uma ótima história. O problema é que, para mim, o roteiro parece preguiçoso, cheio de conveniências e, principalmente, ignora regras e acontecimentos estabelecidos pelos filmes anteriores da franquia.
O primeiro exemplo já acontece logo no início. Os Buzz Lightyear saem da ilha para perseguir uma estrela, mas a motivação e várias das situações parecem existir apenas porque o roteiro precisa que aconteçam. O caso mais evidente é o fato de eles não saberem que conseguem voar. Isso contradiz diretamente o primeiro filme: quando o Buzz chega ao Andy, ele acredita ser um Patrulheiro Espacial de verdade, conhece sua missão e todas as funcionalidades do próprio equipamento. Então por que esses Buzzes desconhecem uma habilidade tão básica? Parece uma limitação criada apenas para gerar determinadas cenas.
Outro exemplo de conveniência é a Jessie possuir o endereço da antiga dona. Se essa informação sempre esteve disponível, por que nunca foi mencionada antes? Ela poderia ter tentado reencontrá-la em qualquer momento da franquia. O endereço simplesmente aparece quando o roteiro precisa dele, sem qualquer explicação plausível.
A sensação de que o filme "esquece" os anteriores continua na dinâmica entre os personagens. Na casa da Bonnie, quem assumia naturalmente o papel de liderança era a Dolly, da mesma forma que Woody liderava os brinquedos do Andy. De repente, sem qualquer desenvolvimento, Jessie passa a ser a líder absoluta. Buzz, que sempre foi um personagem equilibrado e um dos pilares da franquia, acaba reduzido a um ajudante atrapalhado que apenas segue ordens da Jessie. Enquanto isso, diversos brinquedos importantes praticamente desaparecem da história.
Outro ponto que me incomodou é a forma como os brinquedos reagem à Lilipad. Todos ficam impressionados por ela ser um dispositivo eletrônico, como se nunca tivessem visto tecnologia antes. Mas isso simplesmente não faz sentido dentro do universo de Toy Story. No segundo filme, Rex joga videogame. Também é a Trixie quem utiliza um computador para pesquisar onde fica a Sunnyside. Já no quarto filme, lançado em 2019, celulares, tablets e outros dispositivos já faziam parte do cotidiano, e os próprios brinquedos chegam a interagir com tecnologia moderna, como quando sabotam o GPS do trailer. O filme parece ignorar completamente tudo isso para fazer da tecnologia uma novidade.
A continuidade em relação ao quarto filme também me incomodou bastante. Toy Story 4 termina com uma despedida emocionante entre Woody e seus amigos, especialmente Buzz. Era um encerramento que transmitia a sensação de que cada um seguiria seu caminho. Porém, neste filme, descobrimos que Jessie simplesmente consegue falar com Woody através de um comunicador. Pior: isso aparentemente é um segredo, tanto que nem o Buzz sabe da existência desse meio de contato. Isso enfraquece completamente o peso emocional da despedida anterior.
Além disso, quando Woody finalmente aparece, Betty simplesmente o leva até o grupo e vai embora. Considerando que a missão é tratada como urgente, é estranho que ela não participe de absolutamente nada. Sua ausência parece existir apenas para simplificar o roteiro.
Também achei fraca a nova dinâmica entre Woody e Buzz disputando quem seria o delegado. A relação dos dois sempre funcionou porque havia amizade, respeito e crescimento mútuo. Aqui, a disputa parece artificial e existe apenas para criar conflitos rápidos.
Outra coisa estranha é o desaparecimento de alguns personagens. Cadê o palhaço da Bonnie? A impressão é que o filme simplificou tanto o elenco que alguns brinquedos simplesmente deixaram de existir sem qualquer explicação.
Por fim, a cena em que Jessie encontra justamente a caixa enterrada debaixo da terra foi a gota d'água para mim. É uma coincidência tão absurda que ficou impossível ignorar. Nesse momento, tive a sensação de que o roteiro já não estava preocupado em construir acontecimentos de forma natural, apenas em fazer a história chegar ao próximo ponto.
No fim das contas, o maior problema de Toy Story 5 não é a mensagem sobre tecnologia. Essa ideia, isoladamente, funciona. O problema é que o filme parece esquecer a própria continuidade da franquia. Personagens mudam de personalidade, acontecimentos anteriores são ignorados e diversas situações só acontecem porque o roteiro precisa, e não porque fazem sentido dentro do universo de Toy Story. Para uma franquia que sempre foi tão cuidadosa com seus personagens e com a coerência de sua história, essa foi, para mim, uma das maiores decepções da série.
Toy story sempre me surpreende, sem sombras de dúvidas um dos melhores filmes da pixar. Inegável que os 3 primeiros são melhores, mas o 5 é muito bem construído e com uma crítica a nova geração e o consumo excessivo de telas de forma bem humorada.
Sem os principais (bonecos masculinos) ficou claro que já seria um só para as feministas e os "feministos" que para ganharem notoriedade dão nota 11. è triste ver ainda que o cinema de animação precisa também amadurecer juntos com seus fãs que cresceram e agora estão abandonando pq não querem isso em seus desenhos favoritos.
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