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Ingrid Lucas
16 críticas
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3,0
Enviada em 28 de junho de 2026
Desde o filme 4 da franquia eu já senti que não teríamos mais a essência de Toy Story nesses filmes. O 4 e o 5 filme poderiam facilmente serem lançados com outro nome e outros personagens e seria um filme totalmente novo. Neste é ainda pior, já que diminuíram o tempo de tela de Woody, o motivo desse filme existir. Jessie tenta seguir o legado dele no filme mas isso acaba ficando muito forçado, não sei bem explicar. O que sei é que Toy Story acabou no 3 filme, e os outros são apenas os diretores tentando "encher linguiça"
O filme em si é muito bom , ele tem uma atmosfera meio filme de terror assim como vimos nos últimos filmes da pixar,o protagonismo da Jessie foi muito bem feito mas a estrutura do roteiro falha diversas vezes: [spoiler][/os buzzes servem praticamente para nada e se unem na reta final de forma forçada, parece bem aleatório e nem sequer explicação pelo fato de eles estarem em uma ilha deserta do nada tem.] A trama da Jessie parece desconexa com a trama que é apresentada no início e o pior que o filme parece focar totalmente nessa trama por um período e deixa de lado os outros brinquedos e a própria ideia da Lily pad
Toy Story 5 é um bom filme, mas fica muito aquém dos três primeiros da franquia. Toy story 3 e 1 são, na minha opinião, os melhores, com muita diversão e profundidade. Aliás, Toy Story 3 é um dos melhores de todos os tempos. Sobre o último filme, o enredo deixa um pouco a desejar e repete a fórmula já consagrada no filme 1 e 3, só trocando o protagonista, que agora é a Jessie.
Toy Story 5 me surpreendeu positivamente. Senti que a Disney voltou um pouco às suas origens, entregando uma história leve, bonita e com uma mensagem importante, sem aquela lacração forçada ou cultura woke nojenta que, infelizmente, estragou tantas produções nos últimos anos.
O filme dá espaço e protagonismo a uma personagem feminina de forma natural, bem construída, sem parecer algo empurrado apenas para cumprir agenda. A mensagem central também é muito atual: o excesso de telas na infância e como muitas crianças acabam trocando as brincadeiras físicas, a imaginação e a convivência pelo mundo virtual.
A tecnologia em si não é o problema, mas o filme acerta ao mostrar como a infância pura, criativa e simples pode ser encurtada quando esse contato acontece cedo demais e sem equilíbrio.
Para quem, assim como eu, se preocupa em levar os filhos para assistir a um conteúdo bonito, saudável e sem forçação de barra, Toy Story 5 é uma ótima escolha. Pode assistir sem medo.
Não esperava que esse quinto filme me surpreendesse!! A cena dos Buzzs foi incrível o jeito que colocaram eles no filme. Esse filme foi bem construído. O único problema é a quantidade de personagens, que com isso teve que deixar de lado a maioria, mas a proposta do filme foi bem elaborada. Nota 9,5!!!!!!!!!!!!!!!!
Filme maravilhoso, nostálgico, incluíram a tecnologia para igualar a realidade, mas sem perder a essência da saga. É emocionante, o filme é mais focado na Jessie, na sua motivação e em sua jornada, mostra sua importância para a Emily que foi sua primeira criança, até os dias atuais, na sua vontade de fazer Bonnie feliz, mesmo que custe caro a ela.
Esse filme foi lindo Do início ao fim emocionante. História muito boa, e uma trama impecável. Só acho que devia ter mostrado mais os outros brinquedos
Era necessário existir um Toy Story 5? Eu não sei.
Mas que Toy Story 5 foi necessário para 2026, isso eu afirmo sem pensar duas vezes: sim. Mil vezes sim.
Mas já chego nesse ponto.
Antes, preciso falar sobre outras coisas que vivi durante essa experiência. Não, este não é nem de longe o melhor filme da franquia — e está tudo bem. Afinal, estamos falando, na minha opinião, da maior franquia da Disney. Eu mesmo não esperava tanto. Ainda assim, durante 1 hora e 42 minutos, vivi uma continuação muito bem feita, divertida, nostálgica e atual ao mesmo tempo, fiel à essência de cada personagem e claramente produzida com carinho.
E, por mais que rever Woody e Buzz nas telas fosse aquilo que eu mais desejava, preciso tirar o chapéu para Jessie e Bala no Alvo. Neste filme, eles roubam a cena. Os momentos mais divertidos, mais emocionantes e até mesmo os rumos da história passam por essa dupla. O alívio cômico, a emoção e a dinâmica entre os personagens funcionam muito bem. Gostei demais do protagonismo que receberam.
Mas o que realmente me marcou foi o tema do filme.
A forma como Bonnie representa a nossa realidade atual é algo que me fez refletir bastante. Toy Story sempre falou sobre a essência de brincar, mas aqui essa mensagem parece ainda mais necessária. Eu realmente torço para que as crianças consigam encontrar um equilíbrio entre as telas e os brinquedos. Que continuem ralando os joelhos, tomando chuva, inventando histórias no quintal e se tornando roteiristas das próprias aventuras durante uma tarde qualquer.
Brincar nunca foi apenas uma atividade infantil. É uma expressão da imaginação, da criatividade e da liberdade que carregamos dentro de nós.
E essa é a essência que Toy Story nos ensina desde o primeiro filme: a criança que existe dentro de cada um de nós.
Todos os dias travamos uma batalha contra as pressões sociais, contra a necessidade de pertencimento e, muitas vezes, contra nós mesmos. Todos nós temos a nossa própria Lilypad: um grupo que queremos impressionar, um lugar ao qual queremos pertencer, uma imagem que tentamos sustentar.
Talvez por isso Toy Story 5 tenha sido tão necessário para 2026.
Porque, no fundo, ele nos lembra de algo simples, mas que estamos esquecendo cada vez mais: todos nós precisamos voltar a brincar.
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