Toy Story 5
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4,1
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44 Críticas do usuário

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Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

28 seguidores 537 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2026
Toy Story 5 apresenta uma nova perspectiva sobre a relação entre brinquedos e a era digital. Dirigido por Andrew Stanton, que co-escreveu o roteiro com McKenna Harris, o filme traz à tona uma reflexão importante sobre a presença crescente dos dispositivos eletrônicos na vida das crianças. O filme, ambientado dois anos após os eventos de Toy Story 4, consegue capturar a transição dos momentos de brincadeira física para a dominância dos aparelhos digitais, representados pela chegada de Lilypad, um novo tablet que rapidamente se torna o favorito de Bonnie. Essa mudança é retratada de forma sensível, mostrando como o uso da tecnologia, embora inevitável, pode ser positivo quando equilibrado com experiências tangíveis e interações sociais.

A presença de Jessie no centro da narrativa é um dos grandes destaques do filme. Ela evolui de uma figura coadjuvante para uma verdadeira líder dos brinquedos originais, assumindo o papel de protagonista. Jessie inspira os outros brinquedos a encontrar um espaço na nova dinâmica de brincadeira, enfatizando a importância de manter a essência das interações físicas em um mundo cada vez mais digital.

A animação também trabalha sutis mensagens sobre amadurecimento e dilemas modernos enfrentados pelas crianças atualmente. Em vez de se concentrar em um melodrama de despedida, Toy Story 5 propõe uma visão mais otimista e reflexiva, incentivando os pais a não apenas considerarem os riscos do vício em eletrônicos, mas também explorar como a tecnologia pode servir como uma aliada, quando usada de forma consciente e equilibrada. Esse tema ressoa de maneira eficaz ao longo da trama, dando aos espectadores uma abordagem revigorante sobre paternidade e educação na era digital.

O "Exército de Multi-Buzz", formado pelos Hi-Tech Edition Buzz Lightyears que vieram de uma carga de contêiner naufragada, apresenta um paralelo com O Exército e A Origem. Inicialmente travados no "modo de demonstração", esses bonecos buscam entender suas existências na era digital. Apesar de causarem caos e serem vistos como antagonistas, eles se juntam à trama principal sob o comando do Buzz Lightyear original de Bonnie, o que torna a narrativa ainda mais interessante.

Assistir ao filme em IMAX 3D proporcionou uma experiência imersiva marcante. Cada cena ganhou vida de maneira vibrante, realçando a beleza e a detalhada animação que a Pixar sempre entrega. As facetas emocionais das interações entre os personagens se tornaram ainda mais impactantes nesse formato. A combinação da história, do desenvolvimento dos personagens e da experiência visual oferecida pelo IMAX realmente elevou a apreciação do longa, entregando uma perspectiva única que enriqueceu a jornada emocional proposta por Toy Story 5.

Toy Story 5 é uma obra que entretém, mas também convida à reflexão. A habilidade da Pixar em abordar questões contemporâneas de forma sensível e envolvente permanece intacta, solidificando a franquia como um marco nas histórias sobre a infância e o valor dos brinquedos em tempos de tecnologia.
João Paulo Almeida
João Paulo Almeida

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de julho de 2026
Filme excelente. A animação e os efeitos visuais e sonoros sempre impecáveis. O enredo soa dramático demais, mas foi muito bem construído e o mais importante é que os personagens não perderam sua essência. Relevante a a discussão sobre a importância das interações humanas num mundo tecnológico, sobretudo durante a infância. Da franquia Toy Story, sem dúvidas, é o melhor. É um filme para toda a família, essencial os pais verem com seus filhos.
Marcelo Nannini
Marcelo Nannini

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de agosto de 2026
Desenhos são ótimos para qualquer tipo de público. Para os pais, os adultos em geral e, claro, para as crianças. É diversão assegurada.
Já as continuações de produções são vistas com cautela e nem sempre conseguem o mesmo feito de encantar em relação à produção original.
A mistura do provável com o improvável permeia mais um capítulo de “Toy Story”. A julgar pelo número 5, tende-se a pensar de que rendeu tudo o que deveria ter rendido.
Esta difícil missão foi encabeçada e aceita pelo diretor e roteirista Andrew Stanton. Com o apoio de Kenna Harris, “Toy Story 5” contraria o que até o ator Tom Hanks havia profetizado logo após o episódio anterior, o número 4. Na época, Hanks tinha pressentido que a franquia “Toy Story” havia terminado e de que ele não mais participaria de alguma continuação.
Ledo engano: não só Tom Hanks topa o desafio, como volta a dublar “Woody”, o caubói charmoso. Apesar de ter seu protagonismo reduzido para Buzz e Jessie, Woody marca presença e colabora com ambos numa missão apavorante para os brinquedos tradicionais, dos quais o trio pertence.
Bonnie é uma menina que mantém seus brinquedos reais como bonecas e pelúcias. No entanto, ela ganha um tablet em forma de sapo que se intitula como “Lilypad” – um brinquedo eletrônico.
Ao seu redor, a menina de 8 anos observa que seus amiguinhos da vizinhança estão se esbaldando com os dispositivos eletrônicos. Observadora atenta, Jessie comenta essa nova “onda” de Bonnie e tenta dialogar com Lilypad. Na discussão, o tablet entende o isolamento de Bonnie e, por fim, envia uma solicitação de amizade para Chelsea.
Inconformada com o desfecho proposto por “Lily”, Jessie vai buscar ajuda entre os seus. “Bala no Alvo” é um deles. Ambos conhecem a casa de Blaze, nova amiga de Bonnie, e interagem com outros brinquedos postos de lado como “Rolinho”, “Clica” e “GPS Atlas”. Em comum, o desprezo e o abandono por “não servirem mais “ de entretenimento para Blaze.
Ao mesmo tempo, Bonnie enfrenta a incompreensão de suas amigas de grupo virtual sobre o porquê de se divertir com brinquedos “comuns”.
Por sua vez, o “sapinho” Lily convence os pais de Bonnie para que recolha todos os brinquedos numa caixa e os guarde numa garagem. A alegação do tablet é que os rivais atrapalham a sociabilidade de Bonnie.
Desanimada, Jessie se isola numa área campestre, debaixo de uma árvore, e descobre uma caixa que guarda uma série de recordações como fotos e momentos felizes registrados com sua dona original. Isso dá novo alento para que Jessie não desista e lidere Woody, Buzz e todos os outros.
Eles vão atrás de Lilypad, a qual se exila num caminhão de transporte por entender que magoou Bonnie. Encontram o “sapinho” e o convencem de que a união em torno de Bonnie é mais importante para que ela e Blaze se encontrem e façam amizade.
Para dar vida à turma de Toy Story 5, foram convocados Tom Hanks, Joan Cusack e Tim Allen e Keanu Reeves.
Destaca-se também a qualidade tanto das imagens como da animação. Neste caso, o desenho foi assistido em 3D, o que atesta o impressionante realismo e o resultado dos profissionais envolvidos na película.
Porém, o tema de abordar a importância dos brinquedos antigos seja o maior atrativo. Central na ideia e no desenvolvimento de “Toy Story 5”, o desinteresse crescente das crianças em relação a bonecas de pano e afins mostra um relacionamento indiferente e inexistente entre os dois (crianças e brinquedos). O isolamento e o brincar sozinho moldam os mais jovens - o contraponto da modernidade tecnológica.
Andrew Stanton roteirizou esse desafio duplo: a da quinta edição e do alerta. Este chamamento não vai somente para os pequeninos. Vai para os pais dos pequeninos.
O desenho diverte sem dúvida. Pede para pôr à mão na consciência de todos, independentemente da faixa etária; qualquer brinquedo, mesmo que esteja roto ou em desuso tem sua utilidade.
Antes a brincadeira dependia da imaginação; hoje está na resolução e na alta definição. Basta apertar o botão. Antes, usava-se o corpo para brincar; atualmente bastam os dedos.
O conselho de Stanton (embora não seja proposital) é que a brincadeira, o jogo, a diversão não possuem idade. A qualquer hora, é possível revisitar o que não está em voga.
No caso dos pais, não é uma atitude vergonhosa: o papel deles é transmitir e mostrar aos filhos “tecnológicos” como era a noção de brincadeira. E de como se vivia a infância. Não é de saudosismo que se fala. É um restabelecimento, uma ponte.
No desenho, antigo ou moderno são correlacionados, podem viver numa boa – o exemplo do resgate de Lilypad por Jessie mostra-se claramente.
Em tempos de impessoalidade e de velocidade, os pais, como responsáveis pela educação dos filhos, podem e até devem indicar o que traz alegria e momentos mais duradouros. A criança de hoje se torna o adulto de amanhã e suas referências dependem de quem veio antes. Não é sermão.
Um último parágrafo: talvez Toy Story tenha completado sua saga e declarado “Fim”. Alguns acham que já atingiu a exaustão. Ou nem tanto. Fato é que os estúdios de Hollywood são uma caixa de surpresas. Será que vem o número 6? O mito não morreu?
Luciano C.
Luciano C.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de agosto de 2026
O filme é sensacional! Se for criança vc vai curtir, se for adulto, tu vai fazer reavaliar as telas.
Renato Araújo
Renato Araújo

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2025
Renan
Renan Calebe Renato Renan Renato Renan Renato Renan Renato Renan Renato Renan Renato Renan Renato Renan
Anderson  G.
Anderson G.

1.372 seguidores 409 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de julho de 2026
“Toy Story 5” é o filme que não sabíamos que precisávamos. Com personagens mais maduros e voltado a uma nova geração, o quinto capítulo da aclamada franquia é melhor que seu antecessor.

Apesar de trazer um debate já batido — sobre a influência das telas nas crianças —, o filme consegue abordar o tema de forma fenomenal, explorando maturidade, criatividade, transição de épocas e apresentando um desfecho muito bem trabalhado sobre amizade. Além disso, evita vilanizar as telas, tratando-as como um elemento importante — não exclusivo, mas útil.

Tudo parece muito bem construído. Os personagens clássicos estão presentes, muitos apenas observando o mundo de canto, abrindo espaço para novos — e muito bons — personagens, criando conexões com o passado e fechando pontas narrativas.

É um bom filme, com a já excelente animação da franquia, perfeito tanto para crianças quanto para adultos.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

80 seguidores 340 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2026
Continua divertido, engraçado e emocionante em alguns momentos, mas os três primeiros foram melhores
NerdCall
NerdCall

69 seguidores 517 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de junho de 2026
Toy Story 5 tinha tudo para ser aquele retorno que a gente olha meio torto e pensa: “Pixar, de novo?”. Mas, para a surpresa geral, a franquia encontra aqui um motivo bem forte para existir de novo. A nostalgia continua presente, claro, porque basta Woody, Buzz e Jessie aparecerem para o coração dar aquela amolecida básica. Só que o filme não se sustenta apenas nisso.

A grande sacada está em transformar o tablet no novo “vilão” da infância. E o mais curioso é que ele nem precisa ser exatamente malvado. A ameaça agora é mais silenciosa: a criança está no quarto, os brinquedos estão ali, mas a atenção foi sequestrada por uma tela. Pesado, né?

Jessie assumir o protagonismo também faz muito sentido, principalmente pelo histórico dela com abandono. Nem tudo funciona perfeitamente, alguns personagens ficam meio largados no baú, mas a força do tema segura tudo. No fim, Toy Story 5 prova que ainda dá para brincar com esses personagens sem parecer só caça-níquel nostálgico.
Myn
Myn

26 seguidores 274 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de agosto de 2026
Toy Story 5 trouxe uma mensagem importante para o atual cenário social. O diretor abordou o tema de forma direta, desenrolada e criativa. Os binquedos lutam para se manterem ativos em uma geração que nasce já com uma tela de celular dividindo espaço com uma mamadeira.
O filme tem uma animação incrível, com muitos detalhes e bem divertido. Não teve espaço para todos os personagens, pois o foco foram mais na Jessie, Woody, Buzz Lightyear, Lilypad e bala no alvo.
Thiago L.
Thiago L.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2026
Toy Story 5 é um bom filme, mas fica muito aquém dos três primeiros da franquia. Toy story 3 e 1 são, na minha opinião, os melhores, com muita diversão e profundidade. Aliás, Toy Story 3 é um dos melhores de todos os tempos. Sobre o último filme, o enredo deixa um pouco a desejar e repete a fórmula já consagrada no filme 1 e 3, só trocando o protagonista, que agora é a Jessie.
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