Toy Story 5
Média
4,1
277 notas

52 Críticas do usuário

5
19 críticas
4
16 críticas
3
10 críticas
2
1 crítica
1
3 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Kelly Angelica Francisco
Kelly Angelica Francisco

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de agosto de 2026
Eu amei o filme, sinceramente antes de assistir achei que seria desnecessário, mas amei ver como eles trabalharam a questão da tecnologia. Duda amou o filme e o pós crédito principalmente pela música da Taylor(inclusive muito boa)
Gabriel Fernandes
Gabriel Fernandes

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2026
A franquia do filme é indiscutível né, mas eu esperava mais desse filme!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Anderson  G.
Anderson G.

1.372 seguidores 409 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de julho de 2026
“Toy Story 5” é o filme que não sabíamos que precisávamos. Com personagens mais maduros e voltado a uma nova geração, o quinto capítulo da aclamada franquia é melhor que seu antecessor.

Apesar de trazer um debate já batido — sobre a influência das telas nas crianças —, o filme consegue abordar o tema de forma fenomenal, explorando maturidade, criatividade, transição de épocas e apresentando um desfecho muito bem trabalhado sobre amizade. Além disso, evita vilanizar as telas, tratando-as como um elemento importante — não exclusivo, mas útil.

Tudo parece muito bem construído. Os personagens clássicos estão presentes, muitos apenas observando o mundo de canto, abrindo espaço para novos — e muito bons — personagens, criando conexões com o passado e fechando pontas narrativas.

É um bom filme, com a já excelente animação da franquia, perfeito tanto para crianças quanto para adultos.
Ugbi39
Ugbi39

9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de julho de 2026
muito legal essa animação,muto bem produzida, a pixar costuma atualmente fazendo os melhores filmes da Disney,muito bom para assistir com a família reunida,uma nota 7.
Adriele Matos
Adriele Matos

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de julho de 2026
SEM SPOILER!!!
Eu não estava muito entusiasmada para assistir ao filme, até porque em minha visão a Pixar estava tentando ordenhar uma vaca que já estava soltando leite ninho, mas eles misturaram um pouco de água e o resultado foi surpreendente BOM. Embora eu tenha dito anteriormente que não estava muito entusiasmada, confesso que me animei porque eu amo ir ao cinema.
Não é melhor que os três primeiros, mas com certeza é melhor que o 4 e honra muito bem o nome da franquia, minha recomendação ASSISTAM.
Guilherme Oliveira
Guilherme Oliveira

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2026
Engraçado e tem momentos legais, mas não gostei que não focou muito nos personagens antigos e alguns nem tiveram falas, além de que achei um pouco depressivo o filme por conta da menina que só vivia triste.
Manuel I
Manuel I

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de julho de 2026
O PIOR FILME DA SAGA TOY STORY.
A MEU VER DESFIGURARAM OS PERSONAGENS. NÃO GOSTEI!
SOU UM FÃ DOS FILMES TOY STORY, MAS PREFERIA NUNCA TER VISTO ESSE QUINTO FILME. PARA MIM FOI DECEPICIONANTE!
unicodemasters
unicodemasters

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de julho de 2026
Filme horrível não se compara aos 3 primeiros , continuar assim vai perde a maioria dos fans. Roteiro está muito arrastado, personagem escrotos e mal feitos , história mal elaborada, essa merda chegou a ser pior que Kung Fu panda 4
Maria Josirete
Maria Josirete

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2026
Esse foi o melhor filme que eu já assisti na minha vida o melhor momento do filme foi(censurado por causa de spoiler) foi o melhor momento que eu mais gostei falta para uma pessoa que reclamou no meio do cinema que não queria que isso acontecesse mas deu sinais no segundo filme
Marcelo Nannini
Marcelo Nannini

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de agosto de 2026
Desenhos são ótimos para qualquer tipo de público. Para os pais, os adultos em geral e, claro, para as crianças. É diversão assegurada.
Já as continuações de produções são vistas com cautela e nem sempre conseguem o mesmo feito de encantar em relação à produção original.
A mistura do provável com o improvável permeia mais um capítulo de “Toy Story”. A julgar pelo número 5, tende-se a pensar de que rendeu tudo o que deveria ter rendido.
Esta difícil missão foi encabeçada e aceita pelo diretor e roteirista Andrew Stanton. Com o apoio de Kenna Harris, “Toy Story 5” contraria o que até o ator Tom Hanks havia profetizado logo após o episódio anterior, o número 4. Na época, Hanks tinha pressentido que a franquia “Toy Story” havia terminado e de que ele não mais participaria de alguma continuação.
Ledo engano: não só Tom Hanks topa o desafio, como volta a dublar “Woody”, o caubói charmoso. Apesar de ter seu protagonismo reduzido para Buzz e Jessie, Woody marca presença e colabora com ambos numa missão apavorante para os brinquedos tradicionais, dos quais o trio pertence.
Bonnie é uma menina que mantém seus brinquedos reais como bonecas e pelúcias. No entanto, ela ganha um tablet em forma de sapo que se intitula como “Lilypad” – um brinquedo eletrônico.
Ao seu redor, a menina de 8 anos observa que seus amiguinhos da vizinhança estão se esbaldando com os dispositivos eletrônicos. Observadora atenta, Jessie comenta essa nova “onda” de Bonnie e tenta dialogar com Lilypad. Na discussão, o tablet entende o isolamento de Bonnie e, por fim, envia uma solicitação de amizade para Chelsea.
Inconformada com o desfecho proposto por “Lily”, Jessie vai buscar ajuda entre os seus. “Bala no Alvo” é um deles. Ambos conhecem a casa de Blaze, nova amiga de Bonnie, e interagem com outros brinquedos postos de lado como “Rolinho”, “Clica” e “GPS Atlas”. Em comum, o desprezo e o abandono por “não servirem mais “ de entretenimento para Blaze.
Ao mesmo tempo, Bonnie enfrenta a incompreensão de suas amigas de grupo virtual sobre o porquê de se divertir com brinquedos “comuns”.
Por sua vez, o “sapinho” Lily convence os pais de Bonnie para que recolha todos os brinquedos numa caixa e os guarde numa garagem. A alegação do tablet é que os rivais atrapalham a sociabilidade de Bonnie.
Desanimada, Jessie se isola numa área campestre, debaixo de uma árvore, e descobre uma caixa que guarda uma série de recordações como fotos e momentos felizes registrados com sua dona original. Isso dá novo alento para que Jessie não desista e lidere Woody, Buzz e todos os outros.
Eles vão atrás de Lilypad, a qual se exila num caminhão de transporte por entender que magoou Bonnie. Encontram o “sapinho” e o convencem de que a união em torno de Bonnie é mais importante para que ela e Blaze se encontrem e façam amizade.
Para dar vida à turma de Toy Story 5, foram convocados Tom Hanks, Joan Cusack e Tim Allen e Keanu Reeves.
Destaca-se também a qualidade tanto das imagens como da animação. Neste caso, o desenho foi assistido em 3D, o que atesta o impressionante realismo e o resultado dos profissionais envolvidos na película.
Porém, o tema de abordar a importância dos brinquedos antigos seja o maior atrativo. Central na ideia e no desenvolvimento de “Toy Story 5”, o desinteresse crescente das crianças em relação a bonecas de pano e afins mostra um relacionamento indiferente e inexistente entre os dois (crianças e brinquedos). O isolamento e o brincar sozinho moldam os mais jovens - o contraponto da modernidade tecnológica.
Andrew Stanton roteirizou esse desafio duplo: a da quinta edição e do alerta. Este chamamento não vai somente para os pequeninos. Vai para os pais dos pequeninos.
O desenho diverte sem dúvida. Pede para pôr à mão na consciência de todos, independentemente da faixa etária; qualquer brinquedo, mesmo que esteja roto ou em desuso tem sua utilidade.
Antes a brincadeira dependia da imaginação; hoje está na resolução e na alta definição. Basta apertar o botão. Antes, usava-se o corpo para brincar; atualmente bastam os dedos.
O conselho de Stanton (embora não seja proposital) é que a brincadeira, o jogo, a diversão não possuem idade. A qualquer hora, é possível revisitar o que não está em voga.
No caso dos pais, não é uma atitude vergonhosa: o papel deles é transmitir e mostrar aos filhos “tecnológicos” como era a noção de brincadeira. E de como se vivia a infância. Não é de saudosismo que se fala. É um restabelecimento, uma ponte.
No desenho, antigo ou moderno são correlacionados, podem viver numa boa – o exemplo do resgate de Lilypad por Jessie mostra-se claramente.
Em tempos de impessoalidade e de velocidade, os pais, como responsáveis pela educação dos filhos, podem e até devem indicar o que traz alegria e momentos mais duradouros. A criança de hoje se torna o adulto de amanhã e suas referências dependem de quem veio antes. Não é sermão.
Um último parágrafo: talvez Toy Story tenha completado sua saga e declarado “Fim”. Alguns acham que já atingiu a exaustão. Ou nem tanto. Fato é que os estúdios de Hollywood são uma caixa de surpresas. Será que vem o número 6? O mito não morreu?
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa