Toy Story 5
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4,1
216 notas

44 Críticas do usuário

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Maria Josirete
Maria Josirete

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2026
Esse foi o melhor filme que eu já assisti na minha vida o melhor momento do filme foi(censurado por causa de spoiler) foi o melhor momento que eu mais gostei falta para uma pessoa que reclamou no meio do cinema que não queria que isso acontecesse mas deu sinais no segundo filme
Marcelo Nannini
Marcelo Nannini

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de agosto de 2026
Desenhos são ótimos para qualquer tipo de público. Para os pais, os adultos em geral e, claro, para as crianças. É diversão assegurada.
Já as continuações de produções são vistas com cautela e nem sempre conseguem o mesmo feito de encantar em relação à produção original.
A mistura do provável com o improvável permeia mais um capítulo de “Toy Story”. A julgar pelo número 5, tende-se a pensar de que rendeu tudo o que deveria ter rendido.
Esta difícil missão foi encabeçada e aceita pelo diretor e roteirista Andrew Stanton. Com o apoio de Kenna Harris, “Toy Story 5” contraria o que até o ator Tom Hanks havia profetizado logo após o episódio anterior, o número 4. Na época, Hanks tinha pressentido que a franquia “Toy Story” havia terminado e de que ele não mais participaria de alguma continuação.
Ledo engano: não só Tom Hanks topa o desafio, como volta a dublar “Woody”, o caubói charmoso. Apesar de ter seu protagonismo reduzido para Buzz e Jessie, Woody marca presença e colabora com ambos numa missão apavorante para os brinquedos tradicionais, dos quais o trio pertence.
Bonnie é uma menina que mantém seus brinquedos reais como bonecas e pelúcias. No entanto, ela ganha um tablet em forma de sapo que se intitula como “Lilypad” – um brinquedo eletrônico.
Ao seu redor, a menina de 8 anos observa que seus amiguinhos da vizinhança estão se esbaldando com os dispositivos eletrônicos. Observadora atenta, Jessie comenta essa nova “onda” de Bonnie e tenta dialogar com Lilypad. Na discussão, o tablet entende o isolamento de Bonnie e, por fim, envia uma solicitação de amizade para Chelsea.
Inconformada com o desfecho proposto por “Lily”, Jessie vai buscar ajuda entre os seus. “Bala no Alvo” é um deles. Ambos conhecem a casa de Blaze, nova amiga de Bonnie, e interagem com outros brinquedos postos de lado como “Rolinho”, “Clica” e “GPS Atlas”. Em comum, o desprezo e o abandono por “não servirem mais “ de entretenimento para Blaze.
Ao mesmo tempo, Bonnie enfrenta a incompreensão de suas amigas de grupo virtual sobre o porquê de se divertir com brinquedos “comuns”.
Por sua vez, o “sapinho” Lily convence os pais de Bonnie para que recolha todos os brinquedos numa caixa e os guarde numa garagem. A alegação do tablet é que os rivais atrapalham a sociabilidade de Bonnie.
Desanimada, Jessie se isola numa área campestre, debaixo de uma árvore, e descobre uma caixa que guarda uma série de recordações como fotos e momentos felizes registrados com sua dona original. Isso dá novo alento para que Jessie não desista e lidere Woody, Buzz e todos os outros.
Eles vão atrás de Lilypad, a qual se exila num caminhão de transporte por entender que magoou Bonnie. Encontram o “sapinho” e o convencem de que a união em torno de Bonnie é mais importante para que ela e Blaze se encontrem e façam amizade.
Para dar vida à turma de Toy Story 5, foram convocados Tom Hanks, Joan Cusack e Tim Allen e Keanu Reeves.
Destaca-se também a qualidade tanto das imagens como da animação. Neste caso, o desenho foi assistido em 3D, o que atesta o impressionante realismo e o resultado dos profissionais envolvidos na película.
Porém, o tema de abordar a importância dos brinquedos antigos seja o maior atrativo. Central na ideia e no desenvolvimento de “Toy Story 5”, o desinteresse crescente das crianças em relação a bonecas de pano e afins mostra um relacionamento indiferente e inexistente entre os dois (crianças e brinquedos). O isolamento e o brincar sozinho moldam os mais jovens - o contraponto da modernidade tecnológica.
Andrew Stanton roteirizou esse desafio duplo: a da quinta edição e do alerta. Este chamamento não vai somente para os pequeninos. Vai para os pais dos pequeninos.
O desenho diverte sem dúvida. Pede para pôr à mão na consciência de todos, independentemente da faixa etária; qualquer brinquedo, mesmo que esteja roto ou em desuso tem sua utilidade.
Antes a brincadeira dependia da imaginação; hoje está na resolução e na alta definição. Basta apertar o botão. Antes, usava-se o corpo para brincar; atualmente bastam os dedos.
O conselho de Stanton (embora não seja proposital) é que a brincadeira, o jogo, a diversão não possuem idade. A qualquer hora, é possível revisitar o que não está em voga.
No caso dos pais, não é uma atitude vergonhosa: o papel deles é transmitir e mostrar aos filhos “tecnológicos” como era a noção de brincadeira. E de como se vivia a infância. Não é de saudosismo que se fala. É um restabelecimento, uma ponte.
No desenho, antigo ou moderno são correlacionados, podem viver numa boa – o exemplo do resgate de Lilypad por Jessie mostra-se claramente.
Em tempos de impessoalidade e de velocidade, os pais, como responsáveis pela educação dos filhos, podem e até devem indicar o que traz alegria e momentos mais duradouros. A criança de hoje se torna o adulto de amanhã e suas referências dependem de quem veio antes. Não é sermão.
Um último parágrafo: talvez Toy Story tenha completado sua saga e declarado “Fim”. Alguns acham que já atingiu a exaustão. Ou nem tanto. Fato é que os estúdios de Hollywood são uma caixa de surpresas. Será que vem o número 6? O mito não morreu?
Henrique M.
Henrique M.

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de julho de 2026
Saí de Toy Story 5 bastante decepcionado. A ideia central do filme até é interessante: discutir como a tecnologia vem substituindo os brinquedos tradicionais na infância. É um tema atual e que poderia render uma ótima história. O problema é que, para mim, o roteiro parece preguiçoso, cheio de conveniências e, principalmente, ignora regras e acontecimentos estabelecidos pelos filmes anteriores da franquia.

O primeiro exemplo já acontece logo no início. Os Buzz Lightyear saem da ilha para perseguir uma estrela, mas a motivação e várias das situações parecem existir apenas porque o roteiro precisa que aconteçam. O caso mais evidente é o fato de eles não saberem que conseguem voar. Isso contradiz diretamente o primeiro filme: quando o Buzz chega ao Andy, ele acredita ser um Patrulheiro Espacial de verdade, conhece sua missão e todas as funcionalidades do próprio equipamento. Então por que esses Buzzes desconhecem uma habilidade tão básica? Parece uma limitação criada apenas para gerar determinadas cenas.

Outro exemplo de conveniência é a Jessie possuir o endereço da antiga dona. Se essa informação sempre esteve disponível, por que nunca foi mencionada antes? Ela poderia ter tentado reencontrá-la em qualquer momento da franquia. O endereço simplesmente aparece quando o roteiro precisa dele, sem qualquer explicação plausível.

A sensação de que o filme "esquece" os anteriores continua na dinâmica entre os personagens. Na casa da Bonnie, quem assumia naturalmente o papel de liderança era a Dolly, da mesma forma que Woody liderava os brinquedos do Andy. De repente, sem qualquer desenvolvimento, Jessie passa a ser a líder absoluta. Buzz, que sempre foi um personagem equilibrado e um dos pilares da franquia, acaba reduzido a um ajudante atrapalhado que apenas segue ordens da Jessie. Enquanto isso, diversos brinquedos importantes praticamente desaparecem da história.

Outro ponto que me incomodou é a forma como os brinquedos reagem à Lilipad. Todos ficam impressionados por ela ser um dispositivo eletrônico, como se nunca tivessem visto tecnologia antes. Mas isso simplesmente não faz sentido dentro do universo de Toy Story. No segundo filme, Rex joga videogame. Também é a Trixie quem utiliza um computador para pesquisar onde fica a Sunnyside. Já no quarto filme, lançado em 2019, celulares, tablets e outros dispositivos já faziam parte do cotidiano, e os próprios brinquedos chegam a interagir com tecnologia moderna, como quando sabotam o GPS do trailer. O filme parece ignorar completamente tudo isso para fazer da tecnologia uma novidade.

A continuidade em relação ao quarto filme também me incomodou bastante. Toy Story 4 termina com uma despedida emocionante entre Woody e seus amigos, especialmente Buzz. Era um encerramento que transmitia a sensação de que cada um seguiria seu caminho. Porém, neste filme, descobrimos que Jessie simplesmente consegue falar com Woody através de um comunicador. Pior: isso aparentemente é um segredo, tanto que nem o Buzz sabe da existência desse meio de contato. Isso enfraquece completamente o peso emocional da despedida anterior.

Além disso, quando Woody finalmente aparece, Betty simplesmente o leva até o grupo e vai embora. Considerando que a missão é tratada como urgente, é estranho que ela não participe de absolutamente nada. Sua ausência parece existir apenas para simplificar o roteiro.

Também achei fraca a nova dinâmica entre Woody e Buzz disputando quem seria o delegado. A relação dos dois sempre funcionou porque havia amizade, respeito e crescimento mútuo. Aqui, a disputa parece artificial e existe apenas para criar conflitos rápidos.

Outra coisa estranha é o desaparecimento de alguns personagens. Cadê o palhaço da Bonnie? A impressão é que o filme simplificou tanto o elenco que alguns brinquedos simplesmente deixaram de existir sem qualquer explicação.

Por fim, a cena em que Jessie encontra justamente a caixa enterrada debaixo da terra foi a gota d'água para mim. É uma coincidência tão absurda que ficou impossível ignorar. Nesse momento, tive a sensação de que o roteiro já não estava preocupado em construir acontecimentos de forma natural, apenas em fazer a história chegar ao próximo ponto.

No fim das contas, o maior problema de Toy Story 5 não é a mensagem sobre tecnologia. Essa ideia, isoladamente, funciona. O problema é que o filme parece esquecer a própria continuidade da franquia. Personagens mudam de personalidade, acontecimentos anteriores são ignorados e diversas situações só acontecem porque o roteiro precisa, e não porque fazem sentido dentro do universo de Toy Story. Para uma franquia que sempre foi tão cuidadosa com seus personagens e com a coerência de sua história, essa foi, para mim, uma das maiores decepções da série.
Isaias Nascimento Caetano Pinto
Isaias Nascimento Caetano Pinto

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5,0
Enviada em 6 de julho de 2026
Otimo, assistiria mais de uma vez, ótimo filme para assistir em família. No cinema foi ótimo, ainda mais nesse mês de férias.
Paula Oda
Paula Oda

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5,0
Enviada em 5 de julho de 2026
Toy story sempre me surpreende, sem sombras de dúvidas um dos melhores filmes da pixar. Inegável que os 3 primeiros são melhores, mas o 5 é muito bem construído e com uma crítica a nova geração e o consumo excessivo de telas de forma bem humorada.
samuel marcos kalan
samuel marcos kalan

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de julho de 2026
Sem os principais (bonecos masculinos) ficou claro que já seria um só para as feministas e os "feministos" que para ganharem notoriedade dão nota 11.
è triste ver ainda que o cinema de animação precisa também amadurecer juntos com seus fãs que cresceram e agora estão abandonando pq não querem isso em seus desenhos favoritos.
Andreia C.
Andreia C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
lLindo, amarra bem com a história dos outros filmes e trata de um problema super atual. Amei! Bom pra crianças e adultos.
Irene Ferraz
Irene Ferraz

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2026
No início é um pouco difícil de continuar assistindo. Mas do meio para o fim vai ficando mais interessante
Renato renato de souza
Renato renato de souza

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de julho de 2026
O desenho animado Toy Story 5 é um verdadeiro presente para os fãs do cinema e uma obra-prima que consegue superar todas as expectativas. O filme resgata com perfeição a nossa infância, trazendo de volta os personagens clássicos que tanto amamos em uma jornada repleta de nostalgia, magia e muito coração. A qualidade da animação está absolutamente impecável, entregando um visual rico em detalhes e cores vibrantes que encantam os olhos. Além de ser uma aventura extremamente divertida e cheia de ação para toda a família, o roteiro brilha ao trazer momentos profundamente emocionantes e lições valiosas sobre amizade, amadurecimento e lealdade. É uma história linda e inesquecível que diverte as crianças e faz os adultos chorarem, provando que essa franquia ainda tem muita força para brilhar nas telas.
Jonatas N.
Jonatas N.

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2026
Toy Story 5 é um bom filme...
Não tinha como ser pior que o 4
A Jessie como protagonista foi um acerto...
Mas senti falta de algo no filme... Um clímax
Não teve uma música de impacto como "amigo estou aqui" ou "para sempre unidos"
Meu Ranking

Toy Story 1- 8,5/10
Toy Story 2 - 9/10
Toy Story 3 - 10/10
Toy Story 4 - 6/10
Toy Story 5 - 7,5/10
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