Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
João Paulo Almeida
4 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 12 de julho de 2026
Filme excelente. A animação e os efeitos visuais e sonoros sempre impecáveis. O enredo soa dramático demais, mas foi muito bem construído e o mais importante é que os personagens não perderam sua essência. Relevante a a discussão sobre a importância das interações humanas num mundo tecnológico, sobretudo durante a infância. Da franquia Toy Story, sem dúvidas, é o melhor. É um filme para toda a família, essencial os pais verem com seus filhos.
Filme que mostra o que vem acontecendo hoje com nossas crianças que passam um tempo enorme em tela e deixam de vivenciar a alegria de brincar com amigos e, criar lembranças desses momentos, o que não se obtém com as telas.
Toy Story 5 apresenta uma nova perspectiva sobre a relação entre brinquedos e a era digital. Dirigido por Andrew Stanton, que co-escreveu o roteiro com McKenna Harris, o filme traz à tona uma reflexão importante sobre a presença crescente dos dispositivos eletrônicos na vida das crianças. O filme, ambientado dois anos após os eventos de Toy Story 4, consegue capturar a transição dos momentos de brincadeira física para a dominância dos aparelhos digitais, representados pela chegada de Lilypad, um novo tablet que rapidamente se torna o favorito de Bonnie. Essa mudança é retratada de forma sensível, mostrando como o uso da tecnologia, embora inevitável, pode ser positivo quando equilibrado com experiências tangíveis e interações sociais.
A presença de Jessie no centro da narrativa é um dos grandes destaques do filme. Ela evolui de uma figura coadjuvante para uma verdadeira líder dos brinquedos originais, assumindo o papel de protagonista. Jessie inspira os outros brinquedos a encontrar um espaço na nova dinâmica de brincadeira, enfatizando a importância de manter a essência das interações físicas em um mundo cada vez mais digital.
A animação também trabalha sutis mensagens sobre amadurecimento e dilemas modernos enfrentados pelas crianças atualmente. Em vez de se concentrar em um melodrama de despedida, Toy Story 5 propõe uma visão mais otimista e reflexiva, incentivando os pais a não apenas considerarem os riscos do vício em eletrônicos, mas também explorar como a tecnologia pode servir como uma aliada, quando usada de forma consciente e equilibrada. Esse tema ressoa de maneira eficaz ao longo da trama, dando aos espectadores uma abordagem revigorante sobre paternidade e educação na era digital.
O "Exército de Multi-Buzz", formado pelos Hi-Tech Edition Buzz Lightyears que vieram de uma carga de contêiner naufragada, apresenta um paralelo com O Exército e A Origem. Inicialmente travados no "modo de demonstração", esses bonecos buscam entender suas existências na era digital. Apesar de causarem caos e serem vistos como antagonistas, eles se juntam à trama principal sob o comando do Buzz Lightyear original de Bonnie, o que torna a narrativa ainda mais interessante.
Assistir ao filme em IMAX 3D proporcionou uma experiência imersiva marcante. Cada cena ganhou vida de maneira vibrante, realçando a beleza e a detalhada animação que a Pixar sempre entrega. As facetas emocionais das interações entre os personagens se tornaram ainda mais impactantes nesse formato. A combinação da história, do desenvolvimento dos personagens e da experiência visual oferecida pelo IMAX realmente elevou a apreciação do longa, entregando uma perspectiva única que enriqueceu a jornada emocional proposta por Toy Story 5.
Toy Story 5 é uma obra que entretém, mas também convida à reflexão. A habilidade da Pixar em abordar questões contemporâneas de forma sensível e envolvente permanece intacta, solidificando a franquia como um marco nas histórias sobre a infância e o valor dos brinquedos em tempos de tecnologia.
Toy Story 5 tinha tudo para ser aquele retorno que a gente olha meio torto e pensa: “Pixar, de novo?”. Mas, para a surpresa geral, a franquia encontra aqui um motivo bem forte para existir de novo. A nostalgia continua presente, claro, porque basta Woody, Buzz e Jessie aparecerem para o coração dar aquela amolecida básica. Só que o filme não se sustenta apenas nisso.
A grande sacada está em transformar o tablet no novo “vilão” da infância. E o mais curioso é que ele nem precisa ser exatamente malvado. A ameaça agora é mais silenciosa: a criança está no quarto, os brinquedos estão ali, mas a atenção foi sequestrada por uma tela. Pesado, né?
Jessie assumir o protagonismo também faz muito sentido, principalmente pelo histórico dela com abandono. Nem tudo funciona perfeitamente, alguns personagens ficam meio largados no baú, mas a força do tema segura tudo. No fim, Toy Story 5 prova que ainda dá para brincar com esses personagens sem parecer só caça-níquel nostálgico.
É uma aventura muito divertida, tem temas muito em alta no momento que são muito importantes de serem debatidos, falado de uma maneira bem descontraída e dinâmica. Bem emocionante, fazendo juz à franquia "Toy Story", tem uma melhora sobre a leve descaracterizada que houve no filme anterior sobre alguns personagens (vulgo, Buzz que estava bem apagado em Toy Story 4) e traz um fôlego novo para a franquia, podendo apresentá-la a um público novo que sentirá vontade de conhecer melhor essa franquia que marcou a infância de muitas pessoas.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade