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Anderson Andrade
41 críticas
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4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Que atuação do Brendan, além do filme super impactante sobre como os relacionamentos dele foram afetados pela morte do companheiro, mistura de tudo um pouco como melodrama, arrependimento e criação da filha. A redenção de Fraser é maravilhosa
Relutei para assistir esse filme, imaginava que seria uma história dramática, e foi. Mas não no sentido ruim. Com um cenário que se passa dentro de uma casa, com iluminação precária, a Baleia retrata a a vida do personagem principal sem escancarar como chegou nesse ponto, mas revelando aos poucos o que o levou até ali, deixando algumas perguntas sem uma resposta clara, levando o espectador a pensar. No final, mesmo com um cenário tão limitado, o filme prende a atenção e emociona.
Um filme que marca. Charlie, obeso crônico, vive recluso, dando aulas de redação sempre com a câmera desligada. Vida triste, amarga, com cenas fortes de compulsão alimentar e uma relação complicada com a filha. O filme acontece quase todo dentro da sala e da cozinha, e até a falta de higiene faz parte da composição. É um retrato cru de vidas solitárias: uns afundam na comida, outros nas mágoas, outros nos relacionamentos quebrados. Memorável. A atuação do Fraser segura tudo e faz valer o Oscar.
Um filme muito comovente e atual na vida de uma pessoa obesa mórbida, uma vida melancólica e cheia de opressão. O protagonista na sua luta de redenção ao passado, perdeu sua autoestima, Saúde, financeiro por algo que no passado ele quis redimir se abdicando de se cuidar e se salvar, por uma ex esposa que o culpava e deixava Ele sem nenhum dinheiro e afastando o laço paternal com a filha e ao mesmo tempo a cunhada que achava que cuidava dele( alimentando compulsivamente e sem nenhum cuidados e a mesma era da saúde), mas o matava aos poucos. E mesmo assim Ele Sempre se desculpando com Todos e se acalmava com a poesia escrita quando pequena a filha escreveu e Ele guardou como um salva vidas para a sobrevivência até esperar o perdão da filha e no final "suicidou". Sem Ninguém o ajudar e aproveitando do trauma , luto, perdas da vida dele, Todos foram omissos . Esse filme relata muito o que Eu vivi ( lógico com algumas sequelas fibromialgia...) e Graças a Deus Sobrevivi . "Viver honestamente, não causar dano a outrem e dar a cada um o que é seu."
Um filme muito emocionante, retratando um homem triste e que disfarça a própria angústia, tudo pelos velhos sentimentos que ele tinha com a filha no passado, tendo um final emocionante
O filme é lento, parado porém me prendeu do início ao fim. É um filme para pessoas sensíveis e inteligentes . Pessoas que gostam de filmes fúteis não vão gostar. Chorei horrores em várias partes, atua oea incríveis desde o Fraser até os demais atores. O final aberto e onírico é muito comovente . Eu gostei muito.
A baleia é um filme dramático que foi dirigido por Darren Aronofsky e contou com o roteiro de Samuel D. Hunter. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar 2023: melhor atriz coadjuvante (Hong Chau), melhor ator (Brendan Fraser) e melhor maquiagem e penteados (vencendo as duas últimas categorias mencionadas). Na trama, acompanhamos um homem obeso chamado Charlie (Brendan Fraser) que é um professor universitário que dar aulas online. O mesmo busca se reconectar com a sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), com que não tem contato a anos. Ao mesmo tempo que conta com a ajuda de sua amiga Liz (Hong Chau). Aronofsky sempre buscou ser provocativo e incomodo em seus filmes e aqui poderíamos até mesmo acusa-lo de fazer isso já com o título, ao soar pejorativo com relação ao personagem principal. Mas logo sabemos que se trata do título da redação de sua filha. A escolha de tela 4:3 e a ideia do filme passar apenas na casa de Charlie da a ideia de dificuldade de locomoção e limitação que o personagem tem durante a trama. Fraser é o coração pulsante do filme e deu vida a um personagem cativante, mas que sofre por consequências da vida (seja ela suas escolhas ou não), mas que ainda sim, se mantem positivo com relação a humanidade e a todos ao seu redor. Em outros momentos o filme aborda em um grande combo: luto, suicídio, religião, fé, homofobia, obesidade e depressão. É um melodrama muito bem trabalhado e conduzido.
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