A Baleia
Média
3,9
608 notas

108 Críticas do usuário

5
24 críticas
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11 críticas
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Daan S
Daan S

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de agosto de 2025
Eu não tenho aquela expertise pra falar sobre as nuances do filme de maneira técnica, mas, esse filme me agradou demais. E olha que meu gênero favorito é terror. Filme muito bom. Esse ator, só fui reconhecer que era o ator de "A Múmia" quando fui pesquisar. Muito boa atuação. Fazia tempo que eu não via um filme que prendesse minha atenção assim.
Aline Santana
Aline Santana

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de abril de 2025
O filme nos leva a reflexão do quanto impactamos positivamente e negativamente a vida de uma pessoa. O ator principal me surpreendeu com a sua atuação, digno de honra.
Mas no geral é um filme triste de muitas degradações.
O final é inadmissível rs
Bom... para quem quer chorar, se irritar, passar nervoso e raiva, pode assistir sem medo.
Mas uma coisa é certa, " ninguém muda a vida de ninguém que não quer ser mudado."
zéviniii
zéviniii

6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de março de 2025
"A Baleia" é um filme que aborda temas profundos e delicados, explorando as complexidades das emoções humanas e os desafios enfrentados por seus personagens. Com uma narrativa que pode causar desconforto em alguns momentos, ele apresenta uma história que, embora não seja extraordinária, consegue emocionar em pontos importantes. É uma obra que provoca reflexões sobre as relações humanas e os impactos das escolhas pessoais. Vale a pena assistir para formar sua própria opinião.
Profeta do Séc XXI
Profeta do Séc XXI

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
só consegui assistir o filme na quarta tentativa, ô filme chato. Tem um apelo emocional muito grande, Brendan atua muito bem, mas o filme parece que só quer falar três coisas que a vida de todo mundo é um monte de excremento, que todo mundo odeia Deus e todo mundo odeia crente.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
O filme A Baleia (The Whale), dirigido por Darren Aronofsky e roteirizado por Samuel D. Hunter, baseia-se na peça homônima do próprio Hunter. Longe de ser apenas um drama psicológico convencional, a obra se apresenta como uma profunda reflexão sobre culpa, redenção e a forma como o ser humano lida com o sofrimento. A narrativa gira em torno de Charlie, um professor de inglês com obesidade mórbida que tenta se reconectar com sua filha após anos de distanciamento. Com um elenco brilhante, liderado por Brendan Fraser, o filme traz um retrato visceral e emocionalmente impactante da existência humana. No entanto, a obra também gerou polêmicas, especialmente por sua abordagem da obesidade e o uso de "fat suit" no protagonista. Nesta análise, examinaremos os principais aspectos da produção, incluindo o enredo, atuações, roteiro, cinematografia, trilha sonora e seu desfecho.

A história se passa quase inteiramente dentro do apartamento de Charlie, um professor recluso que leciona aulas online sem ligar a câmera por vergonha de sua aparência. Ele vive isolado, contando apenas com sua amiga e enfermeira Liz, que tenta convencê-lo a buscar tratamento para sua grave insuficiência cardíaca. Charlie decide se reconectar com sua filha Ellie, a quem abandonou anos antes para viver com seu amante, Alan, cujo suicídio desencadeou a espiral de compulsão alimentar de Charlie.

O filme não apenas expõe a luta física de Charlie contra sua própria condição, mas também aprofunda-se em seu tormento emocional e na sua busca por redenção. À medida que sua saúde piora, as interações com Ellie, Liz, sua ex-esposa Mary e o missionário Thomas revelam camadas de dor, culpa e esperança. O climax emocional atinge seu auge na cena final, onde Charlie, em um ato de superação, se levanta e caminha em direção à filha antes de sucumbir.

Brendan Fraser entrega uma das atuações mais marcantes de sua carreira, merecendo plenamente o Oscar de Melhor Ator. Sua performance carrega uma carga emocional intensa, transmitindo vulnerabilidade, dor e amor de maneira autêntica. O trabalho de Fraser transcende a caracterização física; seus olhares, pausas e tom de voz conferem profundidade a um personagem que poderia facilmente cair no estereótipo.

Sadie Sink, como Ellie, também se destaca, retratando uma jovem ressentida, mas que, sob sua aparente agressividade, esconde uma necessidade desesperada de conexão. Hong Chau, como Liz, apresenta uma atuação sensível e contida, equilibrando empatia e frustração. O elenco secundário, incluindo Ty Simpkins e Samantha Morton, oferece suporte adequado, mas o brilho do filme pertence a Fraser.

Samuel D. Hunter adapta sua própria peça com um roteiro que enfatiza a teatralidade e o minimalismo. O diálogo é um dos pontos fortes do filme, proporcionando reflexões profundas sobre culpa, autodestruição e redenção. A estrutura fechada e a repetição de certos elementos narrativos reforçam a claustrofobia emocional de Charlie, enquanto sua jornada psicológica se desenrola de maneira quase litúrgica. No entanto, alguns críticos argumentam que o roteiro peca por exagerar em sua intenção melodramática, tornando alguns momentos excessivamente manipulativos.

A direção de Darren Aronofsky é marcada por escolhas visuais que reforçam a sensação de aprisionamento. O uso de um formato de tela reduzido (4:3) contribui para a impressão de confinamento e limitação, refletindo a própria condição de Charlie. A iluminação sombria e o cenário opressivo criam um ambiente intimista e angustiante, ampliando a sensação de desespero e isolamento.

A trilha sonora de Rob Simonsen é sutil e melancólica, enfatizando a carga emocional do filme sem ser invasiva. A ausência de uma trilha excessivamente dramática permite que o silêncio e os sons ambientes desempenhem um papel crucial na construção do clima. O minimalismo musical reforça o peso emocional da narrativa, tornando a experiência ainda mais imersiva.

O final de A Baleia é um dos aspectos mais polarizadores do filme. A cena em que Charlie caminha em direção a Ellie e, ao alcançá-la, é envolvido por uma luz branca e começa a levitar, pode ser interpretada tanto de forma realista quanto metafórica. Para alguns, simboliza a redenção final do personagem e sua aceitação da própria morte. Para outros, o tom transcendental do desfecho pode soar artificial e exagerado, contrastando com o realismo cruel que permeia o filme.

A Baleia é um filme emocionalmente poderoso, sustentado por uma atuação brilhante de Brendan Fraser e uma direção meticulosa de Darren Aronofsky. A abordagem minimalista, aliada à cinematografia opressiva e ao roteiro introspectivo, cria uma experiência profundamente angustiante e, ao mesmo tempo, humanizadora. No entanto, o filme também não está isento de críticas, especialmente no que diz respeito à sua representação da obesidade e seu tom por vezes manipulativo. Ainda assim, trata-se de uma obra impactante que provoca reflexões sobre amor, redenção e a busca por conexões humanas, garantindo seu lugar como um dos dramas mais memoráveis dos últimos anos.
Will Santos
Will Santos

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
Meu deus, q filme ruim. Roteiro ruim. Cenário pobre e escuro o tempo inteiro. Nesse filme não acontece NADA. Não emociona. Não nos identificamos com ninguém. Nem com o namorado suicida, nem com o protagonista, nem com ninguem. A atuação da filha é terrível, entediante. Diálogos superficiais e repetitivos. As falas do missionário são completamente previsíveis e não acrescentam nada. Esse filme é muito raso. E o final? Kkkkk
pedro santos
pedro santos

1 seguidor 29 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
A Baleia" é um soco no estômago, mas daquele jeito que te faz pensar e crescer como pessoa. Brendan Fraser está simplesmente incrível - o cara some no papel de Charlie. É agoniante assistir ele comer, levantar, respirar... Tudo nele carrega uma dor absurda, física e emocional, que te prende e te deixa desconfortável, mas de um jeito impossível de desviar o olhar.

O Aronofsky, como sempre, manda bem demais na direção. O cara já me conquistou com Cisne Negro, mas aqui ele mantém a mesma qualidade, entregando uma narrativa que te sufoca e te emociona ao mesmo tempo. Claro, tem uns defeitinhos - aquele momento meio sobrenatural num filme tão pé no chão me tirou um pouco da imersão. Mas é tão pequeno que nem chega a estragar nada.

O final é devastador. Chorei igual uma criança, sem vergonha nenhuma de admitir. "A Baleia" é um filme intenso, difícil, mas muito recompensador. Brendan Fraser está gigante (em todos os sentidos), e Aronofsky continua mostrando que sabe contar uma história como poucos. Um filmaço que mexe com a gente e fica na cabeça por dias.

Apesar do tema da obesidade estar bem presente, o filme vai muito além disso. O drama aqui é sobre relações tóxicas, arrependimento, escolhas ruins e decisões difíceis. É aquele tipo de história que te faz repensar sua vida, sabe? É É pesado, mas necessário.
Wladmir G.
Wladmir G.

12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Sinceramente para mim o filme foi uma grata surpresa. O personagem construído pelo diretor é denso e profundo e, apesar de ser impossível esquecer da questão da obesidade mórbida, o personagem é muito mais que isso e possui uma história complexa e muito bem explorada e com uma atuação espetacular do Brendan Fraser.
Claudia Jud
Claudia Jud

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de janeiro de 2025
A relação entre pai e filha não é agradável de se ver. A atuação da mãe da menina é péssima. O ator principal causa arrepios de nojo com seu comportamento. Tive que pular algumas cenas. Nem a redação inspirada em Moby Dick emociona.
Aryane Conta 2
Aryane Conta 2

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
O filme não é ruim, não mesmo! O que o salva é a fotografia, caracterização e atuação do ator principal que dá vida ao Charlie. Fora isso:
A história me incomoda por tentar fazer a todo custo o Charlie parecer um coitado! Ele não é! Ele é um, com perdão da palavra, arrombado! Ele abandonou uma família por antiética dele, ficando com um aluno; Ele ABANDONOU a própria filha e repare: Ele não quis contato com ela de novo por se interessar por quem ela poderia ser, mas simplesmente porque não queria ELE morrer com sentimento de culpa. Então ao saber que iria morrer em curto prazo, parece que ele só quis deixar "remendado" o erro que cometeu 9 anos atrás e deixar AINDA MAIS sequelas emocionais na filha dele. Charlie não é uma persona rasa, não mesmo! E é isso o que me deixa pasma com a direção do filme, que tem um olhar crônico e que beira a realidade para quem assiste.

O fato é: Tudo é bom nesse filme, menos a história. Não reassistiria.
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